Talvez Mons. Juan Barros não viaje ao Vaticano para o encontro com o Papa

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27 Abril 2018

Da cidade chilena de Osorno, 924 km ao sul da capital Santiago, chega uma incrível indiscrição atribuída a alguns parentes do bispo Juan Barros, envolvido nas acusações de encobrimento do caso de abusos sexuais de seu guia espiritual, o padre Fernando Karadima: o bispo não vai viajar para o Vaticano entre os dias 14 e 17 de maio, juntamente com os outros 31 bispos do episcopado que o Santo Padre convidou em sua carta de 8 de abril último. No encontro seriam tratadas várias questões de grande importância que afetam diretamente a crise-declínio da Igreja Católica no Chile, e entre estas matérias o famigerado caso "Karadima-Barros", que eclodiu exatamente oito anos atrás, em 26 de abril de 2010.

A informação é publicada por Il Sismografo, 16-04-2018. A tradução é de Luisa Rabolini.

D. Barros, é do conhecimento geral, atualmente está enfermo e não conseguiu atender vários deveres pastorais. Sua diocese, através de um comunicado, confirmou a condição de saúde precária do bispo e pediu aos fiéis para orar por ele. Obviamente, sobre essa indiscrição não há nenhuma confirmação oficial, bem como sobre outros rumores que garantem, por exemplo, que Mons. Barros já teria entregado a sua carta de demissão e que gostaria de ser autorizado a viajar para Espanha por motivos de saúde.

Enquanto isso, um colaborador próximo do bispo, padre Walter González, confirmou para "BibioBioChile", que o prelado atravessa por uma situação difícil porque está muito desgastado e cansado pelo que aconteceu com ele nestes três anos, a partir da data de sua nomeação em janeiro de 2015, e portanto, parece mais do que razoável o seu desejo de viver "retirado" em tais circunstâncias.

Walter P. González desmentiu totalmente que Mons. Barros já tenha renunciado ou pretenda propor tal gesto. Na verdade, disse o padre, "Mons. Barros apresentará sua renúncia somente se solicitado pelo Papa. Até agora o bispo já renunciou por duas vezes e o Papa recusou a renúncia. Então, se ele ainda está aqui (Nota do editor: no Episcopado), reclamem com o Papa". Padre Walter González não disse nada sobre a viagem do bispo para o Vaticano na segunda semana de maio, com seus irmãos do episcopado chileno.

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