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Sobre o CEPAT

O Centro de Promoção dos Agentes de Transformação (CEPAT) tem como horizonte o serviço da fé, com acento na promoção da justiça, pois são duas dimensões indissociáveis. De nossa parte, procuramos dar cumprimento à missão da Companhia de Jesus, tendo como foco atuar na formação político-cidadã, compreendendo o ser humano na sua integralidade.

Para isso, desenvolvemos um Programa de Formação Político-Cidadã, formado por um conjunto de projetos sociais que tem o objetivo de trabalhar com o assessoramento de forma continuada, permanente e planejada, formando e capacitando lideranças, comunidades e movimentos sociais, em prol de uma cidadania plena e um mundo sustentável. Os conteúdos inseridos em nossos projetos sempre estão em concordância com os princípios construtores de uma democracia mais substancial do que formal, de uma atuação política popular, com o resgate do senso de participação.

Por entender o ser humano em sua integralidade, consideramos fundamental o cultivo da espiritualidade, respeitando as diferentes vertentes religiosas. Nesse sentido, também temos como propósito ser um espaço de reflexão, diálogo e oração, abrangendo temas como as religiões, a cultura, a ética, a paz e a dimensão da fé em vista da possibilidade de construção de um mundo com relações sociais em harmonia com Deus, com o meio ambiente e entre homens e mulheres. Sendo assim, também desenvolvemos um Programa de Espiritualidade, que é pensado em uma perspectiva libertadora, ou seja, a dimensão da espiritualidade, necessariamente, ao levar a pessoa a uma abertura para o transcendente, modifica a sua vida e faz com que a mesma seja um agente transformador das duras realidades em que está ou pode se inserir.

Equipe - Cepat

Jonas Jorge da Silva

Coordenador Geral

Ana Paula Abranoski

Coordenadora Administrativa

Viviane Aparecida Ferreira de Lara Matos

Assistente Social

Nivaldo Santos Arruda

Coordenador de Projeto

Contato

Avenida Governador José Richa, 10546, Linha Verde - Curitiba-PR - CEP 81690-100

Fone: +55 41 3349-5343

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Histórico

Fundado em 1990, o atual Centro de Promoção dos Agentes de Transformação de Curitiba nasceu como Centro de Pesquisa e Apoio aos Trabalhadores (CEPAT), a partir de um trabalho conjunto entre jesuítas e leigos especialmente ligados à Pastoral Operária, que naquele momento buscavam desenvolver ações voltadas para uma melhor compreensão quanto às transformações que ocorriam no mundo do trabalho.

Através do início da parceria com o Instituto Humanitas Unisinos (IHU), em 2007, o centro impulsionou as ações e a abrangência, contribuindo, também, com o trabalho do IHU, por meio de artigos, traduções e atualização das notícias do dia.

Atualmente, o CEPAT desenvolve duas frentes de trabalho: o Programa de Formação Político-Cidadã e o Programa de Espiritualidade.

Aspectos históricos

Nasce o projeto CEPAT (1986-1990) - Um centro conectado às lutas operárias e ao movimento social


Casa do Trabalhador, em Curitiba, final da década de 1980 (Imagem: Arquivo Cepat)

A origem do Centro de Pesquisa e Apoio aos Trabalhadores (CEPAT) remonta aos anos 1980 e tem na Pastoral Operária - PO do Paraná e no grupo da Pastoral Popular da Província Brasil Meridional da Companhia de Jesus, os seus dois pilares de fundação. A ideia da criação de um centro de pesquisa no mundo urbano surgiu primeiramente na Pastoral Popular dos Jesuítas, que reunia um grupo de religiosos envolvidos com movimentos sociais e pastorais sociais. Foi nesse grupo, em meados dos anos 1980, particularmente em 1986, que começou a se gestar a criação de um centro com essa característica.

A cidade de Curitiba-PR foi o local escolhido para a criação do CEPAT. Pesou para a decisão o fato de os jesuítas assessorarem a Pastoral Operária no estado do Paraná, na época com forte presença no movimento operário e sindical, mas também, e principalmente, o desejo de desconcentrar a presença dos jesuítas do eixo Porto Alegre-São Leopoldo.

Motivações

As motivações que estão por trás da criação do Centro são as seguintes: ser apoio às lutas operárias; estudar as mudanças que se processavam no mundo do trabalho; pesquisar a temática do Mercosul; elaborar subsídios para pastorais e movimentos sociais, assim como garantir assessorias temáticas. Um centro, portanto, conectado com o movimento social, com as lutas operárias, com a base da Pastoral Operária, articulado a uma base paroquial dos jesuítas, a Paróquia Nossa Senhora da Paz, no Boqueirão.

O nome foi debatido internamente na Pastoral Operária e optou-se por Centro de Pesquisa e Apoio aos Trabalhadores - CEPAT. Esse expressa a conjuntura da época: de um lado, queria-se um centro que contribuísse na pesquisa das mudanças do mundo do trabalho em curso – já havia uma percepção ainda muito embrionária de que mudanças aconteciam no chão de fábrica –; e, de outro, um centro que estivesse "colado" às lutas operárias. A adjetivação "apoio" tem por detrás a concepção de serviço, que orientava as ações da Pastoral Operária.

Desafios

O CEPAT será formalmente fundado no dia 23 de junho de 1990. Nesse ínterim, foi decisivo para a localização em que se encontrava o Centro a aquisição da Casa do Trabalhador, no bairro Sítio Cercado, que anteriormente se chamava Casa de Retiros São Francisco Xavier. A partir de 1986, com orientação do Pe. Inácio Neutzling, SJ, o CEPAT passa a assessorar a Pastoral Operária - PO do Paraná e, por sua sugestão, após debates internos, cria-se o Curso de Formação Sindical, com abrangência estadual. O propósito era capacitar trabalhadores e trabalhadoras para a luta sindical e, particularmente, fortalecer as oposições sindicais. O curso era destinado prioritariamente a três categorias: metalúrgicos, alimentação e construção civil. A prioridade dada a essas categorias, não excludentes, deve-se a uma leitura da PO sobre os rumos da economia no estado.

Um dos gargalos para a realização do curso sindical – que constava de nove etapas – eram os recursos financeiros para cobrir despesas com locação de espaço. Em 1987, o Pe. Inácio tomou conhecimento que o Pe. Gustavo Pereira, SJ, havia procurado a Companhia de Jesus para lhe oferecer a Casa de Retiros São Francisco Xavier. Pe. Gustavo, na época capelão do Palácio Iguaçu, era assessor espiritual do Movimento Universitário Cristão (MUC). Em função de sua relação com o mundo da política, conseguiu, em meados dos anos 1980, em cessão de comodato, por um período de 100 anos, o terreno em que se construiu parte da Casa do Trabalhador. Isso foi na gestão de Roberto Requião como prefeito de Curitiba.

Na oportunidade, sabendo da oferta do Pe. Gustavo Pereira à Companhia e tendo presente as necessidades da Pastoral Operária, Pe. Inácio manifestou interesse no espaço, que conheceu ainda em 1987. Na época, a região do Sítio Cercado era ainda relativamente despovoada e o Bairro Novo sequer existia. Os jesuítas – à época em conversações e com o apoio do então provincial Pe. João Roque Rohr (da ex-Província Brasil Meridional) – concordaram em que o novo espaço fosse administrado pela Pastoral Operária e, posteriormente, com a criação do CEPAT, passasse para a responsabilidade desse. Foi firmado um contrato de comodato entre a Associação Antônio Vieira, mantenedora dos jesuítas, e o CEPAT. No final dos anos 1980, houve uma ampliação da estrutura da Casa tendo em vista as necessidades daquele período.

Pesquisa

A proposta do CEPAT como centro de pesquisa e assessoria avançou nos debates internos entre jesuítas e a PO. Ele foi criado oficialmente numa assembleia realizada na Casa do Trabalhador, em junho de 1990. Participaram e assinaram a Ata de Fundação do CEPAT 46 pessoas. O primeiro coordenador da nova entidade foi João Inácio Wenzel. Isso porque Pe. Inácio Neutzling passou, a partir de 1990, a trabalhar como assessor da chamada Linha 6 da CNBB, que abarcava o Setor Social.

Casa do Trabalhador

Nesse período inicial, a Casa do Trabalhador será administrada pelo Pe. Levino Camilo, SJ, pároco da Paróquia Nossa Senhora da Paz, e para a tarefa de cuidar do cotidiano da Casa foi contratado um militante da Pastoral Operária, Jair Colatusso, que dividiria essa tarefa com a de pesquisador do CEPAT. Na sequência, integrou-se ao Centro o metalúrgico Hélio Luiz Seidel, ex-militante da Oposição Sindical Metalúrgica. Hélio passou a residir nas dependências anexas à Casa do Trabalhador, construídas para essa finalidade. A primeira equipe do CEPAT, portanto, era constituída por João Inácio Wenzel, Jair Colatusso e Hélio Luiz Seidel. João Inácio dividia a coordenação do CEPAT com a tarefa de assessor regional da Pastoral Operária. Registre-se que à época a Pastoral Operária e o CEPAT se misturavam muito.

Início das atividades do CEPAT (1991-1995) - Militância e formação

Nessa fase, o CEPAT, além do apoio às lutas operárias, passa a ter um papel relevante na organização e condução da Escola Sindical do regional da Pastoral Operária e apoia os cursos de verão da Pastoral Operária Nacional. Como tema de pesquisa, priorizará o Mercosul, vindo inclusive a realizar um seminário nacional (ocorrido de 14 a 18 de setembro de 1992), em parceria com a CNBB, sobre o assunto, na Casa do Trabalhador. Nesse período, o CEPAT trabalhará ainda na sistematização de uma pesquisa nacional sobre o perfil dos militantes e grupos de base da Pastoral Operária e apoiará fortemente a organização da 1ª Semana Social Brasileira da CNBB – Mundo do Trabalho. Desafios e Perspectivas.

Vale lembra que em 1992, o CEPAT adquiriu os primeiros computadores (dois computadores e duas impressoras) com um projeto financiado pelo Fundo Apostólico e Caritativo da Companhia de Jesus - FASCI, que trouxe as máquinas dos EUA.

O CEPAT, no início dos anos 1990, ainda não tem um "rosto" definido como centro de pesquisa: não tem eixos de ação e fica disperso entre o militantismo e a pesquisa, mais à mercê do primeiro. O rosto mais claro do CEPAT passa a se conformar a partir de 1994, quando efetivamente começa a elaboração e definição de linhas de ação.

Nesse período, além da equipe citada anteriormente, chega para trabalhar na Casa do Trabalhador a militante e ex-liberada diocesana da Pastoral Operária, Ivete Cândido Arendt, falecida em 2001. Soma-se à equipe do CEPAT, por um período, a pesquisadora Luzia do Rocio Pires Ramos.

Consolidação do CEPAT (1994-2000) - Pesquisa, articulação, assessoria, publicações e formação

A partir de 1994,  assume a coordenação do CEPAT Pe. Inácio Neutzling, que retorna para Curitiba no final de 1992 e passa, até maio de 1995, a dividir o seu tempo entre o CEPAT e a CNBB. Nesse processo, o CEPAT será decisivo e determinante na construção da 2ª Semana Social Brasileira: "Brasil. Alternativas e Protagonistas" (1994). Parte considerável da Semana foi construída nas salas do CEPAT.

A equipe, de meados dos anos 1990 até quase o final da década, foi composta pelo Pe. Inácio Neutzling e Dari Krein – ex-liberado regional e nacional da Pastoral Operária. É nesse período, sobretudo 1994, de forte apoio à construção da 2ª Semana Social, às lutas da Pastoral Operária e de militância política, que se dá a definição de seus eixos de ação. Os eixos de trabalho formalizados a partir de 1995 e que o orientam são: 1) Acompanhamento às transformações no mundo do trabalho; 2) Formação ético-política; 3) Espiritualidade; e 4) Administração da Casa do Trabalhador.

O início do Boletim Cepat Informa posicionou o CEPAT como centro de reflexão e elaboração; estudo e pesquisa do significado da reestruturação produtiva no mundo do trabalho. Na época, o CEPAT articulava encontros de operários de várias fábricas para dialogar sobre as mudanças no chão de fábrica, além de orientação e assessorias na área da espiritualidade. Em 1996, outra iniciativa marcará e alçará o CEPAT em âmbito estadual: a Escola de Formação Fé e Política (1996 a 2005).


Escola de Formação Fé e Política (Imagem: Arquivo CEPAT)

A partir de 1995, o CEPAT passou a contar com recursos financeiros da organização alemã Eugen Lutter. Ajudou muito na articulação desse apoio Pe. Martinho Lenz, SJ. No período, o coordenador do CEPAT, Pe. Inácio Neutzling, não recebia salário, e o pesquisador Dari Krein – que trabalhavava 20 horas semanais no CEPAT – tinha parte do seu salário pago por um convênio firmado entre o CEPAT e a Escola Sul da CUT. Com a saída de Dari Krein, em 1998, integra a equipe Cesar Sanson, ex-liberado regional e nacional da Pastoral Operária e ex-presidente do PT municipal de Curitiba.

Nesse período, integraram a equipe do CEPAT: Pe. Inácio Neutzling (1995-2000 – período integral); Dari Krein (1995 a 1997); Cesar Sanson (1998-2011); Loivo Mallmann, ex-padre jesuíta (meados de 1997 até junho de 1999); o estudante jesuíta Osvail Lazarim Dias (2000). Vilmar Radzinski (1997-2001) é contratado para a digitação, organização do banco de dados e o controle dos assinantes e expedição do Boletim Cepat Informa. Na sequência é contratada Nadia Luzia Balestrim, na época mestranda. Em 1997, o Centro de Pesquisa passa a ter acesso discado à Internet. Até então, todo o material selecionado para a Boletim precisava ser digitado. Entre 1999 e fevereiro de 2001, Pe. Inácio transita entre Curitiba e São Leopoldo-RS, onde assume a tarefa de coordenar a criação do Instituto Humanitas Unisinos - IHU. Em 2001, André Langer passa a integrar a equipe do CEPAT, permanecendo na equipe até meados de 2013.

Transição (2000-2006)

Neste período, o CEPAT não altera as suas linhas de pesquisa. As principais iniciativas desenvolvidas são a realização de debates e seminários, tendo o Boletim Cepat Informa como referência. O CEPAT apoia intensamente a Campanha Contra a Área de Livre Comércio das Américas - ALCA e integra a coordenação do Plebiscito Popular contra a ALCA. Participa dos fóruns do movimento social e presta assessoria a grupos sindicais, religiosos e populares. Em 2004, passa a integrar a equipe Darli de Fátima Sampaio, ex-liberada diocesana e nacional da Pastoral Operária e ex-coordenadora do CEFURIA, que, num segundo momento, assumiria a administração da Casa do Trabalhador, permanecendo na instituição até final de 2013. Os anos de 2005 e 2006 são particularmente difíceis para o CEPAT. Em processo inverso à Casa, que começa a se recuperar financeiramente, ele começa a ter dificuldades financeiras e passa por certa crise de identidade. Cogita-se, inclusive, o fechamento do CEPAT. A parceria com o Instituto Humanitas Unisinos - IHU e a criação da Rede Jesuíta de Cidadania e Ação Social - CJCIAS, na Ex-Província Brasil Meridional,  dão novo fôlego e vigor ao CEPAT.

Parceria estratégica com o IHU - Desvendar a crise civilizatória

A partir de 2007, inicia-se um processo que permitirá a retomada das atividades do CEPAT. Essa retomada está associada ao estabelecimento da parceria estratégica com o Instituto Humanitas Unisinos - IHU. O conceito de parceria estratégica não é fortuito e revela a profunda identidade entre as duas organizações. A origem dessa parceria está relacionada à trajetória das instituições. Assenta-se sobre a conformidade de um "olhar" sobre o mundo, ou seja, a partilha de uma mesma leitura socioeconômica, política, cultural e pastoral da realidade. O CEPAT e o IHU compreendem-se como organizações que desejam contribuir na compreensão da crise civilizatória enfrentada pela humanidade.

Acreditamos que estamos imersos numa mutação civilizacional de consequências ainda imprevisíveis para a humanidade e o planeta. Partilhamos a convicção de que estamos às voltas com uma crise de civilização, que tem a ver com a cultura ocidental, especialmente como vem se gestando na modernidade. Essa crise se apresenta como uma tríplice crise: crise do modo de produzir; crise do modo de consumir; e crise do modo de se relacionar com a natureza e com os outros.

Numa cultura em que o conhecimento é extremamente compartimentado e especializado, o CEPAT e o IHU desejam introduzir em tudo o que fazem uma prática transdisciplinar, baseada no princípio da complexidade do conhecimento e da inter-relação de tudo com tudo. Ao mesmo tempo, num mundo marcado por certo dogmatismo e corporativismo, o CEPAT e o IHU querem ajudar a introduzir um outro olhar, novas perspectivas de abordagem. O nosso ponto de vista é visto a partir de um ponto: dos movimentos sociais, sobretudo daqueles que procuram organizar os pobres e chamam a atenção para temas que auxiliam na compreensão e na construção de respostas para os desafios da crise civilizatória.

A parceria estratégica do CEPAT com o IHU tem o objetivo de otimizar capacidades, contribuições, potencialidades e recursos. Nessa perspectiva, as instituições estão juntas na atualização das Notícias do Dia. O CEPAT contribui ainda com traduções, em sinergia com o IHU. Algumas atividades que são promovidas pelo IHU em sua base territorial também são reproduzidas em Curitiba. E vice-versa.

O CEPAT no novo contexto da Província dos Jesuítas do Brasil

Desde 2008, dentro de uma nova configuração, o CEPAT foi integralmente incorporado pela Associação Antônio Vieira (ASAV), uma das mantenedoras da Província dos Jesuítas do Brasil. O contexto de criação da nova província, em 2014, trouxe ao CEPAT a possibilidade de ressignificar seu nome a partir dos novos desafios em que se insere, passando a se constituir como um Centro de Promoção dos Agentes de Transformação. No novo contexto, foi criado o Observatório Nacional de Justiça Socioambiental Luciano Mendes de Almeida - OLMA, que tem reunido as diversas experiências de atuação de centros e obras sociais da Companhia de Jesus no Brasil, em um esforço conjunto de se trabalhar em rede.

Além disso, desde o final de 2016, o CEPAT mudou de endereço, passando a constituir sua sede nas dependências do Colégio Medianeira, no bairro Prado Velho, em Curitiba, contando com um ambiente novo para o seu trabalho cotidiano, que inclui um auditório e duas salas de reuniões. Quanto à Casa do Trabalhador, no atual momento, é administrada pelos Freis Carmelitas, que também possuem uma longa história de presença apostólica em Curitiba.

 

Seminário Democracia e Participação Popular (Imagem: Arquivo CEPAT)