O Holocausto no cinema. Algumas aproximações

Edição: 501

A atrocidade do genocídio que dizimou pelo menos 6,5 milhões de pessoas é imensurável. Um dos mais perversos capítulos da história da humanidade é definido genericamente como Holocausto, mas nem mesmo a linguagem é capaz de dar conta da complexidade desse momento. O psicanalista Robson de Freitas Pereira, um dos entrevistados nessa edição, destaca que a palavra Holocausto nunca foi considerada adequada para descrever o que aconteceu, já que etimologicamente significa “oferenda sacrificial”, algo que de fato não foi. Por isso ele prefere o termo hebraico Shoah. “É uma expressão que não tem uma tradução exata, está próxima de extermínio, mas não exatamente; assim, pode transitar de uma palavra, de um significante, para se transformar num nome”.

Palestina e Israel. A luta pela Paz Justa

Edição: 408

Nos dias 28 de novembro a 1º de dezembro, realiza-se, em Porto Alegre, o Fórum Social Mundial Palestina Livre. A IHU On-Line desta semana, com a assessoria de Nancy Cardoso Pereira, mestre e doutora em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo – Umesp, e pós-doutora em História Antiga pela Universidade Estadual de Campinas – Unicamp, pastora da Igreja Metodista e membro do Palestine Israel Ecumenical Forum (PIEF)/World Council of Churches (WCC), debate o grave e dramático conflito de mais de 50 anos e discute os desafios, os limites e as possibilidades de uma ‘Paz Justa’.

O mundo moderno é o mundo sem política. Hannah Arendt 1906-1975

Edição: 206

Hannah Arendt nasceu em 1906, em Linden, perto de Hannover, na Alemanha. Os pais, judeus reformados, segundo Julia Kristeva, (Le génie féminin. Hannah Arendt. La vie, la folie, les mots. Paris: Fayard. 1999: Tradução brasileira: O gênio feminino. A vida, a loucura, as palavras. Rio de Janeiro:Rocco, 2002), eram críticos do sionismo. Em 1933, ela se exila, escapando da Shoah, inicialmente, em Paris, depois em Nova York, em 1941, tornando-se cidadã norte-americana. “É preciso querer viver os grandes problemas, pelo corpo e pelo espírito”, disse Nietzsche. Julia Kristeva constata que Hannah Arendt, longe de ser uma “pensadora profissional”, é, à sua maneira, talvez a única filósofa especificamente política.

Publicações

  • Cadernos IHU ideias

    254ª edição - Ubuntu como ética africana, humanista e inclusiva

    Autor: Jean-Bosco Kakozi Kashindi

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  • Cadernos Teologia Pública

    120ª edição - Renovação do espaço público: pentecostalismo e missão em perspectiva política

    Autor: Amos Yong

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  • Cadernos IHU ideias

    253ª edição - Reflexões sobre os espaços urbanos contemporâneos: Quais as nossas cidades?

    Autor: Vinícius Nicastro Honesko

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