Chile. Os franciscanos e a carta do Papa Francisco

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16 Abril 2018

“É uma carta clara, dura e que permitirá à Igreja, e especialmente aos Pastores, fazer um caminho de conversão, de purificação e de retorno ao Senhor”, escreve o padre Isauro Covili, Ministro Provincial dos franciscanos no Chile, em um comunicado publicado por Reflexión y Liberación, 13-04-2018. A tradução é de André Langer.

Eis o texto.

Os Frades Franciscanos que peregrinam e servem ao Povo de Deus e a todos os homens e mulheres de boa vontade no Chile, de Iquique até Castro, valorizam de todo o coração e saúdam com esperança a carta que o Papa Francisco enviou ao Episcopado de nosso país. As palavras de Francisco são de um Pastor que sofre e que sente na própria vida dor e vergonha quando toma conhecimento do Relatório e dos testemunhos nele contidos de muitas vidas crucificadas, que lhe fez chegar seu enviado, dom Charles Scicluna.

Uma carta na qual o Papa Francisco traça um itinerário em termos de prazos e encontros para definir situações dolorosas “em face de tantos danos causados por abusos de consciência, de poder e abusos sexuais cometidos por várias pessoas consagradas contra menores, aos quais se negou fora de hora, e inclusive roubou, a inocência”.

É uma carta clara, dura e que permitirá à Igreja, e especialmente aos Pastores, fazer um caminho de conversão, de purificação e de retorno ao Senhor.

Como Ministro Provincial e em nome dos meus Irmãos da nossa Fraternidade Provincial, creio que a Igreja Católica no Chile poderá recuperar-se de seus pecados e crimes desses anos, na medida em que seus Pastores e todos os agentes pastorais seguirem mais de perto Jesus Cristo Pobre e Crucificado, vivendo o Evangelho no caminho da simplicidade, da missionariedade e de uma ação social e solidária com os mais empobrecidos, bem como na medida em que se aproximar de cada pessoa em sua realidade particular com respeito e empatia.

Pe. Isauro Covili, OFM.

Ministro Provincial

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