Do México ao Chile, a Igreja latino-americana lamenta os “injustos ataques do inimigo” ao Papa Francisco

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06 Setembro 2018

Do México ao Chile e mais além, praticamente a totalidade de bispos, sacerdotes e fieis católicos estão indignados pelos ataques ao Papa Francisco, e firmemente formam fila atrás dele.

A reportagem é publicada por Religión Digital, 04-09-2018. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.

Os últimos a mostrar seu rechaço às conspirações de Viganò e manifestar seu apoio a Bergoglio foram os bispos chilenos e hondurenhos, assim como o cardeal Carlos Aguiar Retes, o arcebispo do México, que ao receber o pálio das mãos do núncio, Franco Coppola, expressou sua “comunhão, fidelidade e solidariedade” com o pontífice argentino.

Assim, em uma carta a Francisco os integrantes da Conferência Episcopal Chilena lamentaram os injustos ataques que são resultado das imprudentes apreciações e injustas imputações de Viganò, o ex-núncio nos EUA que agora acusa o Papa de encobrimento do cardeal McCarrick, quais os meios de comunicação ultraconservadores têm dado uma problemática credibilidade.

O cardeal Aguiar também qualificou essas acusações contra Bergoglio de injustas, e recordou que todos os católicos tem o dever de “dar testemunho de unidade e comunhão eclesial” e de apoiar o ministério petrino, tal e como está personificado na pessoa do Papa Francisco.

Os bispos de Honduras também firmaram uma missiva para o Papa na qual lhe dão agradecimentos pelo seu “firme compromisso em favor dos mais pobres e desprotegidos”. Deus preservará a Igreja “de todo perigo e de todo tipo de ataque, como os que nesses tempos o inimigo derramou sobre o bispo de Roma e seu ministério”, prosseguem os prelados hondurenhos. Uma convicção que, não obstantes, não lhes impede de expressar sua “filial proximidade, nossa viva comunhão, solidariedade e obediência em tudo” o que o Papa testemunhou e ensinou nesses cinco anos na Cátedra de Pedro.

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