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07 Março 2020

Recentemente, duas lideranças católicas moveram a discussão sobre a crise da Igreja para longe do foco na mudança institucional e para perto do trabalho menos mensurável de transformação, do significado dos relacionamentos e da necessidade dos membros da hierarquia de confrontar o passado dessa cultura.

A reportagem é de Tom Roberts, publicada por National Catholic Reporter, 06-03-2020. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

A Ir. Carol Zinn, das Irmãs de São José da Filadélfia e diretora executiva da Leadership Conference of Women Religious (LCWR), e o arcebispo Charles Scicluna, de Malta, considerado amplamente como um dos nomes mais importantes na revelação da verdade sobre a crise dos abusos sexuais, apresentaram suas ideias em entrevistas separadas.

Os dois estavam entre os participantes e painelistas de uma sessão nos dias 28 e 29 de fevereiro organizada pela Leadership Roundtable, uma organização formada em 2005 após as revelações de abusos e encobrimentos generalizados em Boston. O evento, intitulado “Da crise à corresponsabilidade: criando uma nova cultura da liderança”, foi realizado no Fairmont Hotel, em Washington. O encontro de dois dias explorou maneiras pelas quais as mudanças estruturais, principalmente, poderiam levar a mais transparência e responsabilização, e a um maior envolvimento dos leigos na vida da Igreja.

A discussão, da qual eu participei, foi conduzida sob as regras da Chatham House, que proíbem citar indivíduos diretamente. Scicluna e Zinn concordaram em falar às margens dessa discussão, para elaborar os pontos que apresentaram durante as discussões do painel.

Em uma entrevista por telefone, Zinn forneceu uma explicação particularmente dos comentários que ela fez sobre a diferenciação entre a mudança e a transformação, e enfatizou a importância dos relacionamentos para seguir em frente no futuro.

Scicluna, em outro painel, se referiu aos comentários de Zinn, dizendo que ela tinha “intuições profundas sobre os relacionamentos. Tudo gira em torno dos relacionamentos”.

Mudança versus transformação

O tema foi “Vislumbrando uma nova cultura da liderança”. Entre as sugestões esperadas – responsabilidade compartilhada, mais envolvimento dos leigos, mais mulheres e jovens em cargos de liderança – a Ir. Carol Zinn convidou todos a mergulharem mais fundo e a pensarem de maneira diferente sobre o atual dilema institucional.

“Se você me perguntar se quero estabelecer uma conversa sobre mudar a estrutura da Igreja, eu não tenho muita energia para isso”, respondeu ela. “Se você me perguntar se eu quero estabelecer uma conversa sobre a transformação das estruturas, então essa é uma conversa diferente para mim. A diferença entre essas duas coisas, mudança e transformação, é realmente crucial. A mudança geralmente é aquele tipo de atividade em que você está no momento presente e você olha para o passado e faz algumas mudanças.”

Zinn, que, como pesquisadora da Episcopal Divinity School e da Harvard University estudou o tema da liderança e da transformação, em uma entrevista, comparou a mudança, por exemplo, com a pintura de uma sala de jantar. “Você ainda tem uma sala de jantar, e ela faz o que uma sala de jantar faz. Então, o resultado da mudança é que você tem a mesma forma e a mesma função.”

A transformação é diferente, disse ela, usando o exemplo daquilo que acontece com uma crisálida, em que uma lagarta se transforma em borboleta. “É por isso que o mundo científico a utiliza como um exemplo de transformação, porque, de fato, você não poderia reconhecer a lagarta na borboleta.”

Se a mudança está no presente e se trata de olhar para o passado, “a transformação é o processo em que você está no momento presente, mas olha para o futuro. Você olha para algo que não tem uma forma, uma imagem ou algo definível, mas você se compromete a seguir nessa direção e a saber que tudo o que acontecerá no futuro, se for o resultado da transformação, será uma nova forma e terá uma nova função, assim como a lagarta na borboleta. Nova forma, nova função. Não permanece nada da lagarta”.

No centro de qualquer conversa sobre a criação de uma nova cultura da liderança, disse ela, deve haver uma discussão sobre os relacionamentos.

“São os relacionamentos que precisam de transformação. As estruturas seguem os relacionamentos. A forma, se você preferir, segue a função”, disse ela. “Mudar as estruturas não nos dará relacionamentos diferentes. São os relacionamentos que precisam ser transformados.”

Ela cita a exortação apostólica do Papa Francisco Evangelii gaudium, pelas suas intuições sobre relacionamentos baseados no exemplo de Jesus.

“Em um relacionamento, quando Jesus tinha uma escolha entre amar ou temer, ele escolhia o amor todas as vezes”, disse ela.

“Diante de uma escolha entre mostrar misericórdia ou julgamento, ele escolhe a misericórdia todas as vezes. E, diante de uma escolha entre incluir ou excluir, ele escolhe a inclusão todas as vezes.”

“Se quisermos construir uma cultura, um grupo de pessoas que têm coisas que ensinam e aprendem, isso deverá envolver relacionamentos marcados pelo amor acima do medo, pela misericórdia acima do julgamento, e pela inclusão acima da exclusão. Se quisermos que um grupo de pessoas construa uma cultura marcada pela maneira como nos comunicamos, temos que fazer um trabalho sério sobre o modo como estamos nos relacionando. Se quisermos que um grupo de pessoas se organize de uma maneira específica, então precisamos construir estruturas que permitam que esses relacionamentos sejam inclusivos, e não exclusivos; misericordiosos, e não julgadores; amorosos, e não temerosos.”

“Se quisermos que um grupo de pessoas se torne uma cultura que entende qual é a sua missão e propósito, então temos que ir ao encontro da vida evangélica de Jesus e viver como ele viveu. E tudo isso não será realizado apenas mudando coisas aqui e ali. Não estamos buscando uma jornada de mudança, ao que me parece. Trata-se de uma jornada de transformação. E o tipo de desapego que deve acontecer em uma jornada de transformação é absolutamente profundo”, disse ela.

Ela vê “a escuta e a fala contemplativas” como o caminho para adotar um tipo de vulnerabilidade e transparência a fim de construir confiança, assim como “relacionamentos que sejam mútuos e respeitosos”.

Trata-se de escutar “um ao outro simplesmente para entender o que a outra pessoa está tentando dizer, não através do filtro de saber se concordarmos com essa pessoa ou não, mas simplesmente ouvir. E, quando falamos, falamos apenas para sermos entendidos, não para tentar convencer alguém do nosso caminho ou de provar um argumento”.

Essa abordagem contemplativa será necessária para discernirmos juntos “aonde Deus está nos levando neste momento marcado apenas por dores, sofrimentos, abusos, escândalos incríveis, e assim por diante. Parece ser um momento de crisálida em que temos que escolher a transformação”.

A mudança, disse Zinn, acontece “quer você goste dela ou não. A transformação, porém, é uma escolha. A transformação é mudança, com certeza. Mas nem toda mudança é transformação”.

“Foi isso que eu ofereci como um mapa para uma nova cultura de coliderança e responsabilização, transparência e confiança”, disse ela, referindo-se aos seus comentários no painel. “Temos que examinar seriamente o modo como nos relacionamos uns com os outros como povo de Deus e começar bem fundo.”

A quebra que ocorreu na comunidade católica, disse ela, ocorreu “no nível essencial mais profundo daquilo que significa a reunião de uma comunidade de fé, na Eucaristia por exemplo. Foi aí que a quebra ocorreu. Não se tratava de quem celebrava liturgia ou se havia homens ou mulheres lá. Foi algo mais profundo do que isso. Foi no nível do relacionamento”.

“Eu respeito muito os papéis e as responsabilidades, e tudo mais. Não estou querendo que todos sejam iguais, de forma alguma, mas os papéis que temos em qualquer lugar surgem a partir do relacionamento. Você não pode colocar o modelo de um papel de inclusão ou reciprocidade em um relacionamento que não é inclusivo ou recíproco.”

“Eu fui muito clara ao dizer que não estou falando aqui sobre quem deve ser ordenado ou sobre questões de gênero, não estou falando disso. Estou falando de algo mais profundo do que isso. Mas os papéis de mulheres e homens ou os papéis de ordenados e leigos, todos esses papéis resultam do modo como entendemos os relacionamentos. Em suma, o que eu estava tentando oferecer era que, se quisermos outra cultura na nossa Igreja, teremos que nos comprometer com uma jornada bastante séria de transformação, de conscientização, de mente e de coração, e de vontade de entender como estar em um relacionamento como povo de Deus.”

“Enquanto não tivermos essa conversa, embora eu certamente respeite o trabalho que a Leadership Roundtable fez e está fazendo, podemos ter todas as empresas de gestão fiscal do mundo emitindo todos os tipos de credenciais e critérios para as estruturas diocesanas usarem, e podemos de fato, contar com uma empresa com mais integridade fiscal, e isso seria bom. Isso seria uma mudança. Mas, na minha humilde opinião, não seria suficiente.”

Voltando à imagem da crisálida, ela disse que o que acontece dentro dessa carapaça “tem seu próprio tempo e leva tempo. Não pode ser algo apressado e não pode ser obrigatório. Então, eu acho que a imagem que eu tenho, desde o Vaticano II, na verdade, é de que ainda estamos na crisálida. Qualquer que seja a imagem do povo de Deus, ela ainda está se formando. E é um processo muito doloroso”.

O efeito cumulativo do escândalo de abuso e encobrimento “pode de fato fazer parte da atividade de desconstrução da crisálida. É o que acontece na crisálida: desconstrução”.

“A lagarta, pela sua natureza, é construída para isso. Os seres humanos, pela nossa própria natureza, não são construídos para esse tipo de desapego e para esse tipo de vulnerabilidade. Então, quando você coloca uma estrutura institucional em cima do fato de que os humanos não são construídos para se desapegarem assim, temos que escolher.”

Mudar estruturas e empregar melhores práticas “é tudo muito bom. Não estou dizendo que não se faça isso, porque isso realmente move a agulha rumo à transformação”.

Mas, quando as pessoas veem a quantidade de mudanças ocorridas nos últimos 30 anos, “ainda há algo em nós que anseia por algo mais. Quando você começa a sentir que está em uma jornada transformacional, você sai do outro lado com um novo coração, uma nova mente, uma nova vontade, e você vê o mundo de forma diferente”.

Quebra da confiança sagrada

O arcebispo Charles Scicluna e eu tínhamos conversado anteriormente, e essa entrevista deu início a esta conversa.

Eis a entrevista.

Na nossa conversa anterior, eu perguntei se, na base, a crise é uma ruptura no nível sacramental. O senhor disse que mudaria essa terminologia para uma ruptura de poder sagrado. Poderia explicar?

Isso seria o que distingue o abuso sexual de menores e de pessoas vulneráveis em qualquer Igreja, mas especialmente no ambiente da Igreja Católica Romana, em que as pessoas que são ordenadas à liderança têm um poder sagrado. A teologia da Igreja, a vida sacramental da Igreja enfatiza esse poder.

O senhor falou da hierarquia.

A etimologia de hierarquia é uma liderança que se baseia no poder sagrado, porque hieros, em grego, é “sagrado”. Portanto, temos uma liderança que se baseia no poder sagrado, e a tragédia é quando esse poder sagrado não é vivido de acordo com o Evangelho de Jesus Cristo, porque Jesus Cristo instituiu essa comunhão hierárquica que chamamos de Igreja no mistério da sua morte e ressurreição.

Todos os anos celebramos esses momentos fundacionais no Tríduo Pascal. Se você quiser entender a atitude de Jesus em relação ao poder e ao ministério sagrados, precisará ir ao Evangelho de João, capítulo 13, quando o Senhor, plenamente consciente da sua natureza divina, mas ciente também do fato de que a hora havia chegado agora, a hora da sua morte e ressurreição gloriosa, tira seu manto, veste um avental e começa a lavar os pés dos discípulos.

Ele insiste que esse gesto não é pontual. Seus discípulos precisam fazer o que ele acabou de fazer. “Vocês me chamam de Mestre e o Senhor. E vocês têm razão; eu sou mesmo. Pois bem: eu, que sou o Mestre e o Senhor, lavei os seus pés; por isso vocês devem lavar os pés uns dos outros.” E esse é o mandatum novum, a nova lei que celebramos na comemoração da última ceia na Quinta-Feira Santa todos os anos. Esse importante gesto de Jesus é vivido na liturgia todos os anos para lembrar a todos, mas também às pessoas de liderança, que eles precisam ser servos.

Então, é correto presumir que essa quebra da confiança sagrada é diferente da quebra de confiança em outras circunstâncias?

É porque se trata de uma quebra da confiança sagrada. As pessoas confiam nos pastores por causa do poder sagrado, pelo fato de eles presidirem os momentos mais sagrados da vida da Igreja. Eles presidem a Eucaristia, em que Jesus dá a vida pelo seu rebanho. Eles presidem a reconciliação, em que Jesus nos reconcilia com o Pai. E, assim, as pessoas confiam em seus pastores, e essa confiança é uma confiança sagrada. A traição dessa confiança ocorre em um nível que não é apenas físico e psicológico, mas também espiritual. A traição em outras circunstâncias, em outras associações, não é necessariamente no nível espiritual. Mas, sim, quando se é traído por um servo pastor. [...]

Uma pergunta que eu tenho é mais uma observação, e eu gostaria de saber se o senhor concorda. A Igreja fez ajustes incríveis, com conselhos de revisão e outros processos e leis. A linguagem, inclusive do papado, mudou enormemente desde que o escândalo foi relatado pela primeira vez há quase 40 anos. Contudo, a única coisa que não foi feita, que não pode ser forçada de fora, é que os bispos se sentem e digam: como chegamos a esse ponto? Como a nossa cultura chegou ao ponto em que pudemos dar as costas às crianças que foram abusadas sexualmente por padres para proteger aqueles que cometeram esses atos?

Eu acho que as pessoas precisam confrontar a realidade com um imenso senso de humildade e verdade. Mas há também a narrativa positiva da Igreja nos Estados Unidos desde 2002, que não deve ser esquecida. Isso não diminuirá o dano causado; não irá necessariamente curar as feridas que foram infligidas. Mas, se vamos enfrentar a realidade como ela é, também devemos reconhecer que a Igreja nos Estados Unidos dedicou muita energia para um compromisso com a proteção dos jovens.

Também é importante que a liderança se examine e também aprenda com os erros dos outros e com os erros do passado. Isso requer muita humildade e também enfrentar os fatos como eles são.

Consegue imaginar como isso pode ocorrer?

Antes de tudo, é preciso reconhecer os fatos, e, então, as pessoas devem se sentar à mesa e refletir sobre o impacto e o sistema que criou esses déficits de liderança.

Acha que esse é um dos passos para enfrentar toda essa horrível saga?

Eu certamente acredito que seria útil, porque, se não aprendermos com o passado, estamos condenados a repeti-lo.

Minha suspeita é de que, se os bispos fizessem isso e fossem ao encontro das pessoas e dissessem: “Foi isto que aprendemos sobre como chegamos até aqui”, a atitude dos leigos seria muito diferente.

Eu acho que as lideranças devem reconhecer os erros do passado, até mesmo de outras pessoas na liderança, pois elas precisam comunicar o seu compromisso de não repetir os erros do passado.

Algumas pessoas, ao falar disso, dizem que muitos bispos que encobriram, morreram ou são velhos e estão aposentados. A minha resposta é de que, na nossa cultura, por exemplo, as pessoas que compraram e venderam escravos estão todas mortas, mas ainda estamos lidando com os efeitos dessa cultura.

Sim, porque os efeitos não desaparecerão pelo fato de as pessoas irem embora. Os efeitos têm vida própria. As feridas têm vida própria, e eu acho que a Igreja precisa enfrentar isso, não para ficar na narrativa negativa o tempo todo, mas simplesmente para aprender com o passado e evitar as armadilhas que fazem com que o serviço se torne uma cultura do privilégio, e a liderança, uma forma de autopromoção. Isso não é bom de acordo com o Evangelho de Jesus Cristo. Mas é uma tentação que precisamos superar a cada geração. Eu não acho que exista uma fórmula mágica que resolva as coisas para sempre, porque sempre seremos seres humanos frágeis e sempre precisamos ser redimidos pela mensagem misericordiosa e pelo abraço curador de Jesus Cristo.

Então, eu acho que há uma tentação de pensar que podemos consertar isso por conta própria. Precisamos ser humildes o bastante para rezar pela cura como um dom de Deus. Porque, se cairmos na tentação de que vamos resolver isso com as habilidades humanas e pela força de vontade humana, cairemos na armadilha do fracasso garantido. Se aprendermos a confiar na graça de Deus, acho que ficaremos bem.

Mas, se você está na liderança e confia na graça de Deus e traz esse sentimento de humildade, qual é a atividade humana que o senhor acha essencial?

Antes de tudo, envolver as pessoas que possuem as habilidades certas, porque a liderança vivida na solidão é um lugar perigoso. A liderança vivida na comunhão com as pessoas a quem servimos também nos salvará.

Se o senhor estivesse montando uma mesa para esse tipo de discussão, que habilidades e pessoas procuraria, além dos bispos dispostos a se envolver na conversa?

Também pessoas que tenham um profundo conhecimento da humanidade, de modo que são necessárias as ciências psicológicas, as ciências humanas. Também as ciências da administração.

E a história?

A história é mestra da vida, magistra vitae. Quando se trata de olhar para o futuro, é preciso olhar para trás para não se encontrar nos mesmos cantos escuros do passado.

O senhor foi descrito, no jargão dos EUA, como alguém que “entende do assunto”. Tenho certeza de que o senhor não começou como jovem padre esperando que a sua vida fosse vivida dessa maneira. Quais são algumas das reflexões que o senhor faz sobre isso? O senhor se senta às vezes e diz para si mesmo: “Charles, como foi que você chegou aqui?” O senhor deve se perguntar isso, correto?

[Ele joga a cabeça para trás e ri tanto que fica vermelho. Depois, faz uma pausa e responde.]

No fim das contas, é um privilégio servir a Jesus Cristo crucificado em tantas pessoas e amar a sua esposa como ela é, não como eu quero que ela seja.

 

Nota da IHU On-Line:

O Instituto Humanitas Unisinos – IHU promove o seu X Colóquio Internacional IHU. Abuso sexual: Vítimas, Contextos, Interfaces, Enfrentamentos, a ser realizado nos dias 14 e 15 de setembro de 2020, no Campus Unisinos Porto Alegre.

X Colóquio Internacional IHU. Abuso sexual: Vítimas, Contextos, Interfaces, Enfrentamentos

 

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