Clima: 700 cientistas franceses lançam um apelo

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10 Setembro 2018

Pesquisadores e professores publicam, no sábado (08 de setembro), um fórum no jornal Libération para pedir aos líderes políticos para que passem à ação na questão do meio ambiente.

A reportagem é publicada por Le Monde, 08-09-2018. A tradução é de André Langer.

Setecentos cientistas franceses lançam um apelo aos líderes políticos para que “passem do encantamento à ação para, finalmente, se moverem em direção a uma sociedade descarbonizada”. “Somente mudanças imediatas e compromissos de curto prazo, no âmbito de objetivos claros e ambiciosos até 2030, podem nos permitir enfrentar o desafio climático”, proclamam em “manchete” do Libération, datada de sábado, 8 de setembro.

Enquanto marchas pelo clima são organizadas, no sábado, em várias cidades da França e do mundo, os signatários deploram que “já estamos totalmente imersos no ‘futuro climático’. (...) Aumento do nível do mar, desoxigenação e acidificação dos oceanos, etc.: manifestações concretas das mudanças climáticas continuam a se acumular”.

Sair do encantamento

“Os discursos são insuficientes, como mostram os recentes números de emissões de gases de efeito estufa. (...) É tão crucial quanto urgente sair do campo do encantamento e traduzir concretamente esses discursos em escolhas políticas fortes e claras a serviço de uma transformação social profunda”, prosseguem esses 700 pesquisadores e professores de ecologia, física ou ainda de economia.

“Essa transformação (...) não é uma utopia. Ela depende muito de soluções já disponíveis: redução do consumo de energia, uso de energias descarbonizadas, melhor isolamento dos edifícios, mobilidade redesenhada evitando motores a combustão, etc. – propõem. A preocupação com as mudanças climáticas deve tornar-se um objetivo político de primeira ordem”.

A saída inesperada de Nicolas Hulot do Ministério da Transição Ecológica e Solidária, combinada com os eventos climáticos extremos deste verão em todo o mundo, levou muitos cidadãos a se comprometerem com o meio ambiente, primeiro nas redes sociais, antes dos encontros planejados para este sábado (08 de setembro) nas ruas, onde devem se unir a ONGs, sindicatos e partidos políticos.

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