Estados Unidos. Jesuítas de Maryland e do Meio-Oeste do país publicam uma lista de padres acusados de abusos

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19 Dezembro 2018

O ramo estadunidense dos jesuítas, que administra numerosas instituições educacionais no país, publicou na segunda-feira os nomes de dezenas de sacerdotes envolvidos em “acusações credíveis” de pedofilia nos Estados Unidos que datam de 1950.

A reportagem é publicada por Religión Digital, 18-12-2018. A tradução é de André Langer.

A lista de 89 nomes divulgada nesta segunda-feira se soma à lista publicada há algumas semanas por outros agrupamentos territoriais da ordem, elevando para 200 o número de padres envolvidos em supostos abusos.

A Companhia de Jesus, ordem à qual pertence o Papa Francisco, segue os passos de numerosas dioceses do país que abriram seus arquivos após a publicação de um relatório estarrecedor sobre os abusos cometidos por religiosos na Pensilvânia, no leste do país.

Na segunda-feira, dois grupos territoriais da ordem, o do Centro-Oeste e o de Maryland, publicaram duas listas de 65 e 24 nomes, respectivamente, de sacerdotes acusados de abusos, alguns dos quais remontam a várias décadas.

Há dez dias, outros grupos territoriais do centro-sul e do oeste do país publicaram listas com mais de 150 nomes.

Alguns acusados aparecem em ambas as listas, pois durante suas carreiras trabalharam em diferentes dioceses.

Todos os mencionados nas listas deixaram a ordem. Alguns deles já morreram e outros foram condenados pela justiça.

“Hoje a Companhia de Jesus de Maryland publica os nomes dos jesuítas da nossa província e de outros jesuítas que trabalharam na província, que foram objeto de acusações confiáveis de abuso de crianças e adolescentes”, indicou a cúria local da congregação em um comunicado em que pede perdão por uma série de supostos casos de abusos que começaram há quase 70 anos.

“Estamos muito envergonhados com os danos que infligimos às vítimas e suas famílias. Nós também pedimos perdão por termos estado envolvidos no dano que esses abusos causaram à Igreja”, disse a organização em um comunicado.

A congregação afirmou que o último caso remonta a 2002 e observou que muitas vezes recebeu as denúncias muitos anos depois de os fatos terem ocorrido e que isso permitiu que os sacerdotes continuassem no trabalho em que estavam.

“Acreditamos que a divulgação hoje de nossa vergonhosa história faz parte do nosso compromisso atual para prevenir os abusos,” indicou a delegação da província de Maryland, que é uma divisão de administrativa que data de antes da atual configuração territorial dos Estados Unidos.

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