Johann Baptist Metz: mística dos olhos abertos

Revista ihu on-line

Diálogo interconvicções. A multiplicidade no pano da vida

Edição: 546

Leia mais

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Mais Lidos

  • Francisco denuncia: “Ouvimos mais as empresas multinacionais do que os movimentos sociais. Falando claramente, ouvimos mais os poderosos do que os fracos e este não é o caminho”

    LER MAIS
  • “A atual loucura digital é um veneno para as crianças”. Entrevista com Michel Desmurget

    LER MAIS
  • A religião do medo

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


18 Dezembro 2019

“Presbítero e teólogo, Metz foi além da fé católica. Falou para todos, recordando a necessidade de participar na história, de não ser espectadores passivos das tragédias. Seus livros são um testemunho de solidariedade e uma janela aberta para a esperança. Penso que a hora da teologia não passou. A crise da religião cristã talvez proceda de algumas expectativas equivocadas. 'A religião cristã não está aí para nos responder todas as perguntas - escreveu Metz -, mas para que nos resultem inesquecíveis algumas perguntas incontestáveis'”, escreve Rafael Narbona, escritor e crítico literário, em artigo publicado por El Cultural, 17-12-2019. A tradução é do Cepat.

Eis o artigo.

No dia 2 de dezembro de 2019, faleceu Johann Baptist Metz, um dos mais importantes teólogos católicos do século XX. Ele não era um simples apologista da fé cristã, mas um pensador de profunda originalidade. O desinteresse reinante pela teologia fez com que a morte de Metz passasse quase despercebida. Surgiram apenas pequenas algumas notas de imprensa, mencionando brevemente sua trajetória e suas obras. É inevitável sentir tristeza quando se percebe que Metz manteve um fecundo diálogo com a modernidade, sem cair em sincretismos, claudicações ou conciliações impossíveis.

O século XX é o século dos grandes pensadores que fundiram teologia e filosofia a partir de uma perspectiva crítica e honesta, sem ceder a modas ou ideologias: Karl Rahner, Karl Barth, Jürgen Moltmann, Paul Tillich, Wolfhart Pannenberg, Hans Urs von Balthasar, Pierre Teilhard de Chardin, Hans Küng, Joseph Ratzinger, Romano Guardini, Xabier Zubiri. Paradoxalmente, vivemos uma época em que o desdém pela experiência religiosa convive com o auge de uma espiritualidade banal.

Fala-se com fervor de carma, mindfulness, médiuns, energia, auras, meditação, yoga, trantrismo, OVNIs, gnose e hipnose, mas não se quer saber nada sobre uma tradição que inspirou as catedrais, os oratórios de Bach e Handel, a pintura dos grandes mestres do Renascimento e o Barroco, a mística espanhola do século XVI (Teresa de Ávila, João da Cruz) e as férteis divagações de Pascal, Kierkegaard, Unamuno e Chesterton. Qualquer guru com gestos histéricos chama mais atenção do que um filósofo cristão.

Metz não inventou fórmulas, nem consolações. Preferiu enfrentar os grandes problemas da existência: como se explica a dor do mundo? Que tipo de relação Deus mantém com a natureza e a história? É legítimo adotar um individualismo que separa o homem de sua dimensão comunitária? Quais são os traços que definem o conceito de pessoa? É lícito esquecer as vítimas das injustiças históricas, afirmando que o tempo flui para o futuro sem fazer a colheita do passado? Que tipo de ética podemos postular após a catástrofe de Auschwitz?

Metz não respondeu com dogmas, mas com palavras transbordantes de vida e sentido que se rebelaram contra o niilismo e contra os ídolos decorrentes de ideologias totalitárias. Sua meta principal foi dar rosto às vítimas, salvá-las do esquecimento e nos recordar que Deus é solidário com o sofrimento humano. De fato, não o contempla de fora, separado do universo como o Primeiro Motor aristotélico, mas de dentro, suportando ‘em sua carne’ todos os tipos de escárnio e ultrajes. Pascal, que o entendeu perfeitamente, afirmou que Jesus estará na cruz até o fim dos tempos. Deus não consentiu com a infâmia de Auschwitz, mas a suportou como mais uma vítima. Sua presença nos crematórios não é um fato empírico, mas a garantia de que a injustiça não é o último e definitivo.

Convém recordar que Jesus morreu como um escravo, não como rei. A Cruz preserva o rosto das vítimas, clamando por um amanhã. Não é uma canção para a dor, mas uma promessa de reparação e uma exigência ética que concerne indistintamente a todos os homens, convocando-lhes a manter viva a memória daqueles imolados pelo ódio, fanatismo e indiferença.

John Baptist Metz nasceu em 1928, em Auerbach, um município localizado no distrito de Amberg-Sulzbach, na Baviera. Durante trinta anos, ensinou teologia fundamental na Universidade de Münster. Cofundador da revista Concilium, foi ordenado sacerdote em 1954. Metz cursou filosofia e teologia na Universidade de Innsbruck. Doutorou-se em filosofia com uma tese sobre Heidegger, sob a direção do neotomista Emeric Coreth, estreito colaborador de Karl Rahner. O próprio Rahner dirigiu sua tese de doutorado em teologia, que tratava do pensamento de São Tomás de Aquino.

Metz investigou a filosofia de Heidegger para atualizar a escolástica a partir de uma perspectiva crítica e existencial. Lendo o “Doutor Angélico”, concluiu que a escolástica imprimiu um “giro antropocêntrico” em nossa civilização frente à “visão cosmocêntrica” dos gregos. O acento no humano procede do Antigo Testamento e significou a passagem do universal e abstrato ao subjetivo e concreto. Desse modo, o homem adquiriu uma importância capital como polo de um diálogo permanente com a transcendência. A síntese tomista não é a mera fusão do pensamento grego com a mensagem cristã, mas o limiar do mundo moderno, onde a pessoa já não é um acidente, mas a essência do cosmos e da história. Para Metz, o desencantamento do mundo não é uma calamidade, mas uma etapa na revelação cristã dessa realidade última a qual atribuímos simbolicamente o nome de Deus.

Escreve Metz: “Deus aceitou o mundo em seu Filho Jesus Cristo, com um ato definitivo e escatológico”. Deus não exerce violência sobre aquilo que assume. Não é um Moloch que se apropria do diferente. Tolera e respeita a alteridade, mesmo quando se opõe a Ele. Ao criar o universo, garantiu sua autonomia e permitiu sua expansão. A independência do mundo abona a independência do homem, que é o agente das mudanças e transformações ocorridas na história. Esse aspecto do real contribuiu para o auge das ideologias, que substituíram Deus por ídolos, como o Progresso, a Raça ou o Proletariado.

A responsabilidade da fé é recordar a esperança cristã, que se opõe a um mundo desumanizado pela vontade de poder e o sonho fáustico da ciência. O papel da igreja, como “comunidade daqueles que compartilham as promessas de Deus, enunciadas e definitivamente confirmadas por Jesus”, é “contagiar essa esperança”, criticando as interpretações da vida e da história que fecham o horizonte do futuro, levando o homem ao vazio e à insignificância.

Uma teologia que contemple essas aspirações deve necessariamente ser uma “teologia política”. “Teologia política” não implica adesão a qualquer ideologia, mas o compromisso com o bem comum e uma práxis orientada para a criação de sociedades livres, humanas e fraternas. Para Metz, a fé nunca pode ser uma experiência privada voltada para a salvação individual. Jesus não ficou à margem da história. Seu enfrentamento com o poder político e religioso lhe custou a vida. Antecipando-se a qualquer tentativa de manipulação, Metz esclarece que a “teologia política” jamais deveria ser identificada com um programa político, mas com uma atitude crítica e dialética. Sua meta não é instaurar uma ordem social determinada, capitalista ou socialista, mas atuar “como um estímulo à liberdade criativa do homem”.

A igreja deve mobilizar o potencial salvífico do amor, semeando confiança. A igreja não é o governo eclesiástico, mas a congregação daqueles que acreditam nas promessas de Deus. Não é um edifício com portas e escadas, mas um espaço aberto como o que Jesus usou no Sermão da Montanha. Não se trata de politizar a teologia, mas de teologizar a política como esforço coletivo em direção a um estado de paz, justiça e solidariedade. Jesus se aproximou dos oprimidos, pobres, doentes, excluídos e marginalizados. Compartilhou sua condição, aceitando ser executado como um pária. Seu exemplo é incômodo para os que só pensam em seus interesses particulares. Também é irritante para os que justificam a imolação do homem em nome de uma suposta utopia. A história de Jesus também não agrada os cínicos, nem os niilistas.

Metz utiliza um conto dos irmãos Grimm para ilustrar qual deveria ser o papel da teologia política. Uma lebre desafia um porco-espinho para realizarem uma corrida pelo campo. O porco-espinho aceita, mas lhe explica que primeiro precisa se alimentar e ganhar forças. É apenas uma estratégia para encontrar outro porco-espinho – no conto, sua esposa - e combinar que se esconda na linha de chegada até o final da corrida. Quando a lebre aparecer, sairá e fingirá ser seu concorrente.

A teologia tradicional atua como esse porco-espinho que finge se movimentar, mas não faz isso. A teologia política se movimenta e não se deixa enganar. A teologia tradicional não aprecia grandes diferenças entre a criação e o fim dos tempos. Não entende que há uma história entre esses dois momentos, em que o homem exerce sua liberdade e criatividade, sustentando-se na esperança de um futuro de felicidade e equidade.

Graças à esperança cristã, a história é legível e tem sentido. “O olhar primordial de Jesus não se dirige ao pecado, mas ao sofrimento dos homens”, adverte Metz. A simpatia divina implica “uma mística prática da compaixão”. A doutrina cristã enfatizou excessivamente o pecado, eclipsando a sensibilidade bíblica à dor dos outros. Passou por alto que a justiça divina é compassiva. Não ‘ilimitadamente’ compassiva, mas essencialmente misericordiosa.

Metz nega que tudo seja redimível. Se fosse assim, se suprimiria a responsabilidade histórica e moral daqueles que conceberam Auschwitz e o Gulag, triturando milhões de vidas inocentes. Não é possível resignar-se às injustiças, pelo menos do ponto de vista cristão: “Não existe dor no mundo que não afete e interpele todos nós”. Pensar na própria morte como um problema fundamental não se compadece com a escatologia cristã: “A matriz da esperança cristã não é o tempo da própria vida, mas também, e inevitavelmente, o tempo dos outros. [...] A morte de outras pessoas mantém desperta a inquietação do fim dos tempos em nossos corações”. A mensagem cristã produz “passados abertos”.

Felizmente, estamos vinculados ao que ficou para trás. A anamnesis é uma herança judaica que explode no futuro, rompendo os diques do tempo. O totalitarismo tenta reescrever a história, apagar o passado, fazer suas vítimas desaparecerem em fossas comuns, destruindo qualquer vestígio de sua existência. Metz entende que a “teologia política” inclui o cuidado com a natureza. Nossa responsabilidade moral se estende aos animais, geralmente menosprezados e coisificados pela teologia: “Espero que o antropocentrismo cristão perceba o quanto antes - e mais consequentemente – possível que o mundo dos homens não existe, para começar, sem o mundo dos animais, e que, portanto, os animais, ao menos na medida em que pertencem ao mundo dos homens, também têm um futuro paradisíaco”.

A “mística dos olhos abertos” nos incita a estar acordados, a não relaxarmos, a pensar na dor alheia: “Nosso amor a Deus se expressa e consome em nossa relação com os outros, em nosso encontro com eles”. A esperança cristã não é uma forma de relaxamento, mas um ato de beligerância contra o sofrimento e o absurdo: “Buda medita, Jesus grita”. O budismo busca a paz interior à custa de se desligar do mundo e interpreta a morte como uma libertação onde o eu se funde com uma totalidade sem rosto. Ao contrário, a esperança cristã garante que ressuscitaremos como pessoas, preservando nossa peculiar composição de corpo e alma. Nossa personalidade não se perderá em um todo abstrato, difuso e sem sentido. A igreja não deve se tornar um “pequeno rebanho” embriagado pela expectativa da imortalidade, mas em uma comunidade aberta que convide à alegria.

A esperança não é um privilégio de poucos. São muitas as vozes que despacham a esperança cristã como uma ilusão. Por que rezar em uma época em que a física adentra cada vez mais no universo sem encontrar qualquer indício da existência de Deus? É razoável perseverar na fé? A humanidade não estaria resistindo ao amadurecimento, preservando o pensamento mágico da infância, para não perder a proteção fictícia de um pai onipotente? Para Metz, a fé não é uma brincadeira de crianças, mas a expressão de “um otimismo existencial primário”, um ato de resistência contra a desesperança abismal, “um grito das profundezas”.

Milan Machovec, um filósofo marxista, certa vez perguntou a Metz: “De onde os cristãos tiram forças para continuar rezando depois de Auschwitz?”. Metz respondeu: “Podemos e devemos rezar depois de Auschwitz, pois também se rezou em Auschwitz, no inferno de Auschwitz”. A oração não imuniza frente à experiência do sofrimento, mas retira a última palavra dos algozes: “A linguagem da oração é a linguagem da pergunta apaixonada por Deus e, por isso mesmo, a linguagem da dolorosamente tensa expectativa de que, chegado o dia, Deus possa justificar a si mesmo diante da dolorosa e sombria história do mundo pós-Christum natum”.

Metz argumenta que a autoridade daqueles que sofrem é inquestionável. Em Auschwitz, essa afirmação adquire um valor absoluto. Devemos dar voz àqueles que sofrem, mesmo quando não estão mais no mundo para recordá-lo. Não devemos permitir que o genocídio judeu seja lembrado apenas em termos históricos. O sofrimento das vítimas deve ser lembrado moralmente. Deus sofreu em Auschwitz. O primeiro dever dos cristãos é ouvir essa dor e definitivamente assumir que uma teologia situada fora da história carece de sentido. Desculpou-se o comportamento da sociedade alemã diante da Shoah, referindo-se à tradição de obediência incutida nas escolas e nos lares. Metz opina que esse dado manifesta a necessidade de educar não na obediência cega, mas na “obediência crítica” e na “solidariedade crítica”.

O cristão não deve se deixar levar pela corrente. Não deve ser oportunista, nem complacente. Sua fé é um escândalo e é bom que seja assim. “Pela esperança me perseguem”, disse Paulo de Tarso. “Nós, cristãos, jamais poderemos voltar para antes de Auschwitz”, escreve Metz. E, para além de Auschwitz, não podemos ir sozinhos, mas somente junto com as vítimas”. Metz apoia a criação de Israel como um lar para os judeus: “Defendem seu Estado não pelo imperialismo sionista, mas como uma casa contra a morte, como o último lugar de refúgio de um povo perseguido por séculos”.

Sem a perspectiva da ressurreição, as vítimas se afundam para sempre na injustiça de seu sofrimento irreparável. As vítimas não sobrevivem na memória, mas em uma eternidade que já começou e na qual são presença viva, atual e duradoura. Se relegarmos o passado a uma memória falível, imprecisa, capaz de reconstruir, mas não de ressuscitar e reviver, o presente se tornará um absoluto não-ser, onde o passado será uma perda irremediável e o futuro uma abstração difusa demais para despertar o compromisso das gerações atuais com as vindouras.

A moralidade de nossa própria existência exige que o tempo se encadeie como presença e iminência. Presença das vítimas, iminência de sua ressurreição; responsabilidade em relação ao passado, confiança no futuro. A esperança cristã transcende o utópico, pois não se identifica com uma meta ou desenlace. Não é um estado de coisas, mas uma pedagogia do tempo, que aponta para um infinito produtivo e transformador. Longe de se perder no passado, o finito prossegue sua evolução em uma eternidade dinâmica, integradora. A esperança se estende para trás para mostrar a essa humanidade abolida que ocupou o futuro, recuperando sua condição de sujeito individual e coletivo, livre ao final de sua degradante coisificação. Não é um processo que se fecha, mas uma possibilidade que explode.

A “teologia política” de Metz concorda com as teses do teólogo protestante alemão Wolfhart Pannenberg, segundo a qual a ressurreição de Cristo foi um acontecimento histórico que ocorreu nos arredores de Jerusalém, três dias após sua execução no Gólgota. Segundo Pannenberg, Deus manifesta “sua divindade com essa linguagem de fatos”. Trata-se de “uma revelação histórica que está aberta a todos que têm olhos para ver”. Deus pode “irromper no curso de sua criação e iniciar novos acontecimentos nela de maneira imprevisível”. Deus “transbordou tudo o que é imaginável” quando ressuscitou Jesus dentre os mortos.

E fez isso de forma objetiva, concreta, diante de testemunhas, não de maneira simbólica ou figurativa. “Se a tradição das aparições e a tradição do sepulcro vazio surgiram de forma independente, seu caráter mutuamente complementar faz com que a afirmação da realidade da ressurreição de Jesus ... apareça como muito provável historicamente, e isso na pesquisa histórica sempre significa que se deve pressupor, enquanto não se demonstre o contrário”.

Metz adverte que o cristianismo não deve ser a religião do bem-estar, mas a última esperança dos humilhados e ofendidos. O seguimento nunca é cômodo. A mensagem cristã é uma história de salvação que se choca com a perspectiva estreita do imediato. A santidade consiste em clamar contra o fatalismo que nega um futuro aos vivos e aos mortos, condenando-os às “ondas de uma evolução anônima”. A fé é uma ruptura com a morte na história. Resgata o homem de um destino natural indiferente. A ressurreição de Jesus é um sinal de esperança que proclama a possibilidade de reverter o curso da história e lançá-lo em outra direção. Seu sofrimento solidário e vicário na cruz frutifica em uma promessa de liberdade, emancipação, justiça e felicidade.

O cristão se arrisca a colocar sua confiança em Deus, mas somente dessa maneira pode “participar de uma mudança ativa do mundo que seja uma expressão do amor divino”. A fé não é uma experiência íntima e privada, mas uma “espera criativa” (Moltmann) que entra em conflito com o devir histórico para contribuir na realização das promessas escatológicas de Deus. “Nós somos os operários que edificam esse futuro e não seus meros intérpretes”, escreve Metz.

Presbítero e teólogo, Metz foi além da fé católica. Falou para todos, recordando a necessidade de participar na história, de não ser espectadores passivos das tragédias. Seus livros são um testemunho de solidariedade e uma janela aberta para a esperança. Penso que a hora da teologia não passou. A crise da religião cristã talvez proceda de algumas expectativas equivocadas. “A religião cristã não está aí para nos responder todas as perguntas” - escreveu Metz -, mas para que nos resultem inesquecíveis algumas perguntas incontestáveis”.

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Johann Baptist Metz: mística dos olhos abertos - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV