“É preocupante o silêncio com o qual os ataques ao Papa são tolerados”, constata Bartolomeu Sorge, jesuíta

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01 Novembro 2019

"É preocupante o silêncio com o qual os ataques ao Papa são tolerados e que muitas vezes provêm de dentro da comunidade eclesial". Foi o que afirmou o padre jesuíta Bartolomeo Sorge em uma entrevista na edição de novembro de Vita Pastorale. Na antecipação que a revista da San Paolo dá hoje ao SIR, o padre Sorge afirma que "são de pouca ajuda as declarações formais de adesão filial e apego à pessoa do Papa; é mais necessário encontrar uma maneira de explicar aos fiéis, de forma clara e convincente, que o serviço petrino na Igreja sempre permanece sempre inalterado, mesmo quando muda a maneira de exercê-lo, como Francisco está fazendo". "Em outras palavras - continua o jesuíta - as acusações contra o papa não devem ser vistas como um escândalo que é melhor ignorar, mas como uma oportunidade para uma nova evangelização". 

A informação é publicada por SIR, 29-10-2019. A tradução é de Luisa Rabolini

Nestes anos de "profunda crise" em que "estamos vivenciando uma mudança de civilização, isto é, a transição da era industrial para a era tecnológica, de um mundo fechado em suas fronteiras para o mundo globalizado", a Igreja também está envolvida, porque "a Igreja caminha com o mundo", explica o padre Sorge. "É urgente - continua ele - que a consciência dos fiéis seja iluminada com intervenções claras e compreensíveis, para que eles próprios, como cidadãos, estejam aptos a desmascarar aqueles que tentam extorquir o consenso político, através da difusão no país de um clima de ódio e de medo, usando inclusive símbolos religiosos. Um método, este, que na Sicília eu vi também ser usado pela máfia". O padre Sorge espera que sejam tomadas "posições magistrais corajosas, diante da expansão de uma cultura racista ou ‘do descarte’ na Itália". Segundo o jesuíta, chegou a hora de um Sínodo "para acordar a Igreja italiana da sonolência, depois de cinco convenções eclesiais não terem tido sucesso". Um Sínodo, que está sendo solicitado por vários setores e que, a convocá-lo, "para usar a expressão cara a Francisco, devem ser 'povo e pastores' juntos".

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