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21 Maio 2018

Vítimas de abuso clerical e seus defensores elogiaram o Papa Francisco por confrontar os bispos do Chile a respeito da manipulação dos casos de abuso, levando a renúncias em massa hoje, e pediram ao Papa para não deixar esse impulso por mudança desacelerar.

A reportagem é publicada por National Catholic Reporter, 18-05-2018. A tradução é de Luísa Flores Somavilla.

"Não esperávamos por esse gesto poderoso", disse Juan Carlos Claret, porta-voz do grupo católico de leigos em Osorno, Chile, que se opôs à nomeação do bispo Juan Barros para Osorno, em 2015, pela suposta cumplicidade em acobertar casos de abuso sexual de menores.

Claret disse à CNN do Chile que a Igreja é uma mãe para a comunidade e "a grande mensagem de hoje é que eles não vão permitir a impunidade na Igreja. Isto é importante para nós, católicos, porque não podemos aceitar injustiças".

"A demissão em massa no episcopado chileno é tão surpreendente quanto justificada", disse Anne Barrett Doyle, do grupo norte-americano antiabuso BishopAccountability.org. "Vamos esperar que o Papa Francisco aceite todas as demissões e comece a reconstruir esta Igreja profundamente corrupta".

"A renúncia de toda a hierarquia chilena pode ser, pelo menos em curto prazo, um poderoso impedimento para bispos e superiores religiosos que foram cúmplices ao redor do mundo", disse Barret Doyle em um comunicado no dia 18 de maio.

O chileno Juan Carlos Cruz, que foi vítima de abusos, disse à agência de notícias Listin Diario que a notícia das demissões o deixaram "extremamente feliz pelo início de cura dessa Igreja que não merece esses verdadeiros canalhas e criminosos".

"A Igreja não pode ser liderada por homens que se deixaram corromper pelo mundano", disse Cruz.

Ele foi uma da três vítimas que se encontraram com Francisco por várias horas no último final de semana e no dia 30 de abril. Cruz, James Hamilton e José Andrés Murillo foram abusados pelo padre Fernando Karadima quando eram menores de idade. Eles foram convidados por Francisco a irem ao Vaticano depois que o papa admitiu ter cometido "erros graves" ao lidar com os casos de abuso sexual do clero no Chile.

Os bispos vão continuar no cargo, a menos que ou até que o Papa aceite sua demissão.

Christian Weisner, do We Are Church, grupo católico reformista da Alemanha, espera que os bispos em outras partes do mundo aprendam lições com a experiência dos bispos chilenos.

Os Estados Unidos, a Austrália e alguns países europeus, como a Irlanda, a Bélgica e a Alemanha, "já viveram situações de divulgação de violência sexual em suas igrejas e passaram por alguma crise", disse Weisner ao NCR. "No entanto, em muitos outros países da Europa — e também na África e na Ásia — a existência de violência sexual ainda é totalmente ignorada e negada".

"Eu acho que a situação do Chile e a reação do Papa Francisco será uma grande lição para todos os outros países, para que tomem medidas imediatas contra a violência sexual e sua divulgação", afirmou.

"O caso chileno torna claro para todos nós que a época e o hábito de esconder já acabaram", acrescentou Weisner. "Encobrir casos de violência sexual arruinou a credibilidade da Igreja Católica no mundo todo muito mais do que qualquer outro escândalo, como os financeiros, por exemplo".

"Esta decisão sem precedentes dos bispos chilenos deve ser a única forma para a Igreja Católica do Chile curar as feridas dos sobreviventes e se tornar uma igreja confiável novamente", declarou.

O significado das demissões

O documento em que Francisco avalia a situação da Igreja do Chile foi divulgado no dia 17 de maio no telejornal chileno Tele 13. A Associated Press relatou que o Vaticano confirmou a autenticidade do documento.

Cruz disse à agência de notícias Listin Diario que reconhecia no documento algumas das experiências sobre as quais ele e outras vítimas de abuso conversavam. "Fico emocionado de ver nossas conversas impressas no documento que ele entregou aos bispos", relatou Cruz. "Fico feliz de ver que acabou com a escória dos bispos chilenos renunciando".

No documento divulgado pela Tele 13, Francisco acusa os bispos de destruir provas de crimes sexuais, pressionando os investigadores a minimizar acusações de abuso e demonstrando "negligência grave" ao proteger crianças dos padres pedófilos.

Francisco diz que a hierarquia da Igreja chilena foi responsável por "graves defeitos" ao lidar com os casos.

"Ninguém pode se isentar e colocar o problema nas costas dos outros", afirma Francisco no documento, publicado pelo telejornal chileno T13, cuja autenticidade foi confirmada pelo Vaticano no dia 18 de maio.

O padre canonista James Connell, sacerdote aposentado da Arquidiocese de Milwaukee e membro do grupo reformista Catholic Whistleblowers, disse ao NCR que, ainda que as demissões em massa sem precedentes sejam ótimas para dar manchete, ele espera que não seja "uma estratagema que torne impraticável para o Papa aceitar todas as demissões".

"Se é uma tentativa de todos os bispos formarem uma equipe, seria tão impraticável que o Papa não poderia aceitar todas as demissões", disse Connell. Essa demissão em massa não vai contribuir para fazer justiça se "não der destaque aos bispos particularmente culpados pelo que aconteceu".

A demissão pode ser apenas um primeiro passo, declarou Connell, perguntando: "[Os bispos] também vão fornecer as informações detalhadas necessárias para determinar onde estava o comportamento culpável e quem realmente merece ser punido a respeito disso?"

Segundo Connell, permitir que toda a verdade venha à tona é um esforço que "requer mais coragem do que apenas o pedido de demissão de um grupo de indivíduos".

O arcebispo de San Juan, Roberto Gonzalez Nieves, Porto Rico, disse ao NCR que as reuniões desta semana entre Francisco e os bispos chilenos, bem como as consequentes demissões, demonstram "a seriedade com que o Papa Francisco está lidando com as questões em torno dos casos de abuso sexual de menores, que ele considera as mais graves e imperdoáveis".

Além disso, "também ilustra a determinação e a humildade dos bispos chilenos para consertar os erros e começar um novo capítulo", afirma Gonzalez, que, assim como os bispos chilenos, é membro do Conselho Episcopal da América Latina, mais conhecida pela sigla em espanhol CELAM.

A necessidade de novas reformas

Segundo Barret Doyle, "a denúncia específica de Francisco da má gestão dos bispos de casos de abusos é significativa. Mais de uma dezena de bispos cúmplices já haviam sido demitidos por Francisco e seus dois últimos antecessores, mas nenhum sofreu censura papal".

Claret afirma que o Papa está começando a esclarecer as coisas, mas "vamos continuar descobrindo informações enquanto ele toma decisões. Talvez possamos descobrir outros casos com o tempo".

Claret acrescentou que "neste processo é importante que o Papa tenha liberdade de decisão absoluta" e que os bispos não exerçam influência, como já aconteceu em outras situações.

Mas Barret Doyle também disse que "a situação não é exclusiva do Chile" e que surge uma questão premente do anúncio de hoje.

"Será que as mudanças no Chile serão incorporadas pela Igreja Católica universal?", questionou. "Ou é mais uma tática do Vaticano para uma reforma de quarentena, como em 2002 nos Estados Unidos e em 2010 na Irlanda?"

Segundo Barret Doyle, o bishopaccountability.org fez três recomendações para garantir a reforma sistêmica na Igreja:

• "Tolerância zero deve ser lei canônica". Sob legislação canônica especial nos Estados Unidos e na Irlanda, os abusadores do clero são retirados do ministério. No resto do mundo, no entanto, os bispos são regidos pela Lei canônica 1395.2, que, segundo Barret Doyle, "dá discrição suficiente ao lidar com os clérigos culpados. O bispo decide quais alegações investigar e não é necessária a remoção permanente".

• "O Papa deve reinstituir o tribunal para punir bispos e superiores religiosos que permitem que os abusos aconteçam". Francisco tentou reinstituir um tribunal desta natureza em 2016, mas isso não chegou a acontecer.

• "Os canais de informação que atingem o Papa devem melhorar drasticamente, e casos de abuso devem ser considerados prioridade máxima". Em janeiro, depois de enfrentar duras críticas por sua defesa dos bispos do Chile e negligenciar as vítimas de abuso, Francisco teve que enviar um investigador especial para o país para obter as informações usadas para confrontar os bispos esta semana no Vaticano.

"É surpreendente que apesar dos 16 anos de revelações de cumplicidade institucional, o Vaticano ainda não tenha um método de abordagem para investigar funcionários que permitem o abuso", disse Barret Doyle.

Connell elogiou o arcebispo de Malta, Charles Scicluna, nomeado por Francisco no final de janeiro para investigar os casos de abuso no Chile. Scicluna, que cuidou de casos de abuso que chegaram à Congregação para a Doutrina da Fé quando Joseph Ratzinger ainda era cardeal e continuaram depois de ele se tornar Papa Bento XVI, foi incumbido de recolher o testemunho das vítimas, bem como de autoridades da Igreja. Ele supostamente apresentou um relatório de 2.300 páginas a Francisco.

"Um relatório de 2.300 páginas? Meu Deus, que documentação conseguiram?", questionou Connell. Seja qual for seu conteúdo, afirmou, "era um documento que levou o Papa Francisco a tomar uma atitude, uma ação profunda, talvez inédita, digamos".

“Pode ser necessário” adotar a abordagem de Scicluna "em outros lugares", observou. "Talvez o Papa Francisco deva instruir todos os bispos do mundo para liberar os advogados de qualquer senso de privilégio da confidencialidade da relação entre cliente e advogado e disponibilizar todos os documentos dos advogados que dizem respeito ao abuso sexual clerical".

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