Bolsonaro condiciona manutenção do Brasil no acordo de Paris sobre clima

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26 Outubro 2018

Candidato diz que só mantém acordo se garantir a soberania brasileira sobre a Amazônia. Ministro cotado por Bolsonaro pondera fusão do Ministério da Agricultura com área ambiental.

A informação é publicada por El País, 25-10-2018.

O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, condicionou nesta quinta-feira, 25, a manutenção do Brasil no acordo de Paris sobre mudanças climáticas, caso vença o segundo turno da eleição presidencial no próximo domingo, 28. O ruralista Luiz Antônio Nabhan Garcia, cotado para o Ministério da Agricultura, que seria unido com área ambiental por Bolsonaro, agora pondera fusão. "É um tema que vai ser mais debatido. Por questões de prudência, tem de esperar ele ser eleito no domingo. Pode ser fundido ou pode não ser", disse Nabhan. “Se tiver de rever a posição sobre Meio Ambiente, ninguém vai agir de forma radical”.

Bolsonaro tem um discurso semelhante ao do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que retirou os EUA do pacto global do clima. O candidato do PSL havia afirmado em setembro posição desfavorável ao acordo porque o Brasil teria que "pagar um preço caro" para atender às exigências. Segundo defendeu na ocasião, o acordo feria a soberania do país. Agora, o candidato do PSL mantém as críticas ao acordo, mas abre a possibilidade de negociar a manutenção do Brasil sem garantir a independência de nenhuma terra indígena e assegurando o País não teria que abrir mão da Amazônia.

“O triplo A está em jogo. É uma grande faixa que pega a Amazônia e vai até o Atlântico, que estaria não mais sob a nossa jurisdição, mas sob a jurisdição de outro país, como sendo ela essencial para a sobrevivência da humanidade. Nesse acordo de Paris, nós poderíamos correr o risco de abrir mão da nossa Amazônia?”, questionou. “Vamos botar no papel que não está em jogo o triplo A nem a independência de nenhuma terra indígena que eu mantenho o Acordo de Paris”, defendeu.

O Acordo de Paris foi aprovado por 195 países em 2015 e tem como uma de suas principais metas reduzir a emissão de gases do efeito estufa, de forma a evitar o aquecimento global. Em junho deste ano, os EUA saíram do acordo por decisão de Trump, que havia prometido retirar o país do pacto internacional durante sua campanha presidencial.

Em entrevista coletiva no Rio de Janeiro, Bolsonaro, que lidera com folga as pesquisas de intenção de voto, também disse que não quer uma guerra com a Venezuela ou com qualquer outro país e declarou que, se eleito, buscará a Organização das Nações Unidas (ONU) para tratar da questão dos refugiados venezuelanos. “É uma fronteira seca, não seria a melhor medida fechá-la", declarou.

Mesmo após uma série de declarações consideradas homofóbicas, Bolsonaro disse que o Estado não deve interferir na orientação sexual das pessoas e que não haverá perseguição ao público LGBT. “O Estado não tem nada a ver com a opção sexual de quem quer que seja, ponto final. Aqui dentro deve ter algum homossexual, o que eu tenho contra? Nada. Minha luta é contra o material escolar, não interessa se é homo ou hetero, para criancinhas a partir de seis anos de idade. Quem trata de sexo é o papai e a mamãe. Quiserem implementar isso a partir de 2010. Tanto é verdade que houve o kit gay que em 2011 Dilma Rousseff mandou recolher”, afirmou. No último dia 15 de outubro, porém, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu links de sites e redes sociais com a expressão "kit gay" por considerá-la uma informação falsa.

O candidato do PSL ainda voltou a defender a Escola Sem Partido. “Qual é a máxima nas escolas públicas, não interessa o nível delas? É a formação de militantes. Nós queremos uma escola sem partido. Escola sem partido não é não discutir política. Pode discutir, mas não pode o aluno que tem uma posição diferente da do professor ter a nota rebaixada ou até ser reprovado. Essa ideologia tem que deixar de existir em nosso Brasil”, argumentou.

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