Saída dos EUA do Acordo de Paris reflete pensamento de uma elite industrial decadente, diz professor da FGV

Revista ihu on-line

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Planos de saúde e o SUS. Uma relação predatória

Edição: 541

Leia mais

Hans Jonas. 40 anos de O princípio responsabilidade

Edição: 540

Leia mais

Mais Lidos

  • “A Terra é um presente para descobrir que somos amados. É preciso pedir perdão à Terra”, escreve o Papa Francisco

    LER MAIS
  • Piketty: a ‘reforma agrária’ do século XXI

    LER MAIS
  • Sínodo, o único sacerdote indígena: “Eu deixaria o sacerdócio se entendesse que o celibato não serve mais para mim”

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

03 Junho 2017

1° de junho: O presidente Donald Trump anunciou a saída dos EUA do Acordo de Paris porque considera o acordo desvantajoso para os norte-americanos pela metas ousadas que o país deveria cumprir. Os EUA são o segundo maior produtor mundial de gás de efeito estufa, que compromete o planeta.

A reportagem é de Claudia Izumi, publicada por EcoDebate, 02-06-2017.

“A posição dos EUA não tem fundamento científico e nem representa a opinião da maioria dos cidadãos americanos, mas sim a de uma elite industrial decadente”, critica o professor e especialista em sustentabilidade da FGV, Renato J. Orsato.

“Os EUA, com um dos maiores índices de consumo per capita do mundo, são o país que mais se beneficiou da globalização, que mais gerou emissões de CO2-equivalente per capita. Ao romper com o Acordo de Paris, Trump está dando a oportunidade aos demais países de identificarem os EUA como o ‘vilão da história’”, complementa Orsato.

“Acadêmicos já indicavam, na década de 90, que ambientes regulatórios restritivos, tais como os de restrição de indústrias poluidoras, são cruciais para estimular inovações.

Em um momento em que a maioria dos países industrializados e emergentes está buscando, com sucesso, alternativas tecnológicas de baixo carbono, um relaxamento na regulação americana irá representar um beneficio apenas aos setores industriais de intensidade carbônica alta, mas de importância tecnológica decrescente”, diz.

Leia mais

 

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Saída dos EUA do Acordo de Paris reflete pensamento de uma elite industrial decadente, diz professor da FGV - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV