Caso Rupnik: D. Saje (presidente dos bispos eslovenos), “não participamos no processo de incardinação na diocese de Koper, estamos do lado das vítimas”

Dom Andrej Saje. (Foto: Reprodução | Vatican News)

Mais Lidos

  • Quando a Igreja perde seus ministros: notas teológico-pastorais sobre a desistência presbiteral. Artigo de Eliseu Wisniewski

    LER MAIS
  • Pesquisadores refletem sobre possíveis riscos e efeitos do El Niño em 2026 à luz das enchentes de 2024 e das ações realizadas pelo poder público nos últimos dois anos

    El Niño no RS: probabilidade de cheias é dobrada, mas há incerteza sobre a magnitude do fenômeno climático. Algumas análises

    LER MAIS
  • O que pensam os especialistas sobre o acordo Irã-EUA?

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

30 Outubro 2023

“A Conferência Episcopal Eslovena (CES) não participou no processo de incardinação de Rupnik na diocese de Koper. Cada bispo é autônomo e independente nesta matéria e, portanto, não é obrigado a informar a Ces”. Andrej Saje, bispo de Novo Mesto e presidente do CES, a respeito da incardinação do padre Marko Rupnik, declarou isso em uma nota. Dom Saje recorda que “depois que os superiores jesuítas confirmaram a fiabilidade dos vários abusos, o CSC tomou posição sobre o caso Rupnik já no dia 21 de dezembro de 2022” e, no espírito da Carta ao Povo de Deus ds XVI Sessão Geral do Sínodo dos Bispos de 25 de outubro, reitera “o compromisso da Igreja com uma maior transparência e tolerância zero em relação à violência física, sexual, psicológica e espiritual continua a ser válido”.

A informação é publicada por Agência SIR, 28-10-2023.

No início deste ano, continua o bispo, “Marko Ivan Rupnik foi demitido da Ordem dos Jesuítas: Tal medida extrema não pode ser entendida em termos jurídico-eclesiásticos como uma sanção criminal para atos graves e intoleráveis. Além disso, em 27 de outubro de 2023, o Santo Padre pediu ao Dicastério para a Doutrina da Fé que examinasse o caso e decidiu renunciar à prescrição para permitir a realização de um julgamento”. “Nós, bispos, estamos ao lado das vítimas, para que sejam ouvidas e que a justiça seja feita. Acompanharemos o que acontece nas nossas comunidades eclesiais – conclui Dom Saje -, para que no futuro não haja mais abusos de autoridade por parte daqueles que têm um papel de liderança na Igreja. Neste contexto, estão em curso preparativos para a criação de uma nova estrutura de assistência e prevenção. O conhecimento das descobertas muito dolorosas deve ser uma oportunidade para a purificação e a renovação da Igreja”.

Leia mais