Comemoração conjunta católico-luterana: um sinal de esperança a um mundo dividido

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26 Setembro 2016

Diante de conflitos mundiais generalizados, a vista do Papa Francisco às cidades suecas de Lund e Malmö para uma comemoração conjunta da Reforma será um “sinal de esperança” a um mundo dividido e sofredor. É a opinião do Rev. Martin Junge, secretário geral da Federação Luterana Mundial, que participou do Dia Mundial de Oração pela Paz em Assis no começo desta semana.

A reportagem é publicada, em inglês, por Rádio Vaticano, 23-09-2016. A tradução é de Isaque Gomes Correa.

No dia 31 de outubro próximo, o pontífice e outros líderes da Federação Luterana Mundial irão presidir juntos uma celebração na Catedral de Lund, para pedir perdão por conflitos passados e dar graças pelos últimos 50 anos de diálogo ecumênico.

Em seguida, conduzirão uma celebração com os jovens na Arena de Malmö, centrando-se no compromisso com o testemunho comum e destacando a cooperação em áreas como a justiça, a paz e a proteção ambiental entre a Caritas Internationalis e a rede de Serviço Mundial da Federação Luterana Mundial.

O Rev. Martin Junge crê que estes eventos oferecem aos católicos e luteranos uma oportunidade única para mostrar que o diálogo produz, de fato, resultados concretos e que pode representar uma mensagem poderosa de unidade e serviço aos mais necessitados.

O líder luterano afirma que a comemoração conjunta “não saiu do nada”, dizendo ser “o resultado de diálogos e entendimentos teológicos profundos que há tempos vêm sendo feitos e que alcançamos”.

Estes resultados, acrescenta, estão bem documentados em “marcos muito importantes do processo ecumênico que tivemos com a Igreja Católica”, tais como a Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação, de 1999, a qual o Rev. Junge descreve um “pilar teológico” desta comemoração conjunta como um todo.

Em segundo lugar, o secretário geral salienta o relatório conjunto de 2013 emitido pela Comissão Católico-Luterana para a Unidade chamado Do Conflito à Comunhão, que conta a história da Reforma a partir de uma perspectiva compartilhada. Esse documento, diz ele, identifica questões teológicas que foram superadas, mas também algumas das tarefas que se encontram à frente, em particular os debates sobre o ministério, a Igreja e a Eucaristia.

O reverendo observa ainda que as igrejas católica e luterana locais carregam “memórias diferentes e experiências diversas”, algumas das quais são “dolorosas e difíceis” e que, portanto, segundo ele, “a tarefa de cura das memórias” está diante de nós. O líder luterano acrescenta que há um “padrão claro” na forma como as igrejas majoritárias e minoritárias se relacionam uma com a outra.

Mas a “grande oportunidade dessa comemoração conjunta”, diz, é que “iremos assumir essa história – não estamos negligenciando-a ou pondo-a de lado; nós a reconhecemos, mas ao mesmo tempo estamos dizendo que não queremos ficar presos à história”. Pelo contrário, queremos “nos tornar e permanecer abertos ao futuro comum, onde Deus nos convida a sair” e o qual já compartilhamos por meio do batismo. Juntos iremos dizer: “queremos distanciar-nos dos conflitos” e trabalhar naquilo que ainda temos de fazer no caminho à plena unidade.

Ao falar sobre os conflitos atuais, a violência e o rompimento dos canais de comunicação entre comunidades e países, Junge diz que a comemoração conjunta quer transmitir uma mensagem poderosa, segundo a qual “permanecer no – e sustentar um – diálogo ao longo de décadas acaba gerando frutos”. A mensagem poderosa que católicos e luteranos podem dar juntos, declara o luterano, é a de deixar deliberadamente o conflito para trás, na medida em que se passa a um novo estágio nas relações. Isso significa “não se ocupar consigo mesmo apenas, mas também estar bem aberto e ser bastante atencioso” de forma que o estar junto transforme-se numa “fonte para os outros” e num “sinal de esperança” a um mundo ferido.

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