Lidai com isto: Francisco é o Papa

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16 Dezembro 2014

E mais: Animais domésticos no céu; o Papa e o Dalai Lama; Um fevereiro para entrar na história; e o relatório sobre as irmãs americanas. 

O experiente escritor britânico católico Austen Ivereigh lançou recentemente um livro chamado “The Great Reformer: Francis and the Making of a Radical Pope” [O grande reformador: Francisco e a construção de um Papa radical, em tradução livre]. [1] Entre outras coisas, o autor tem o mérito de explicar como o período ideologicamente carregado da “Guerra Suja” argentina preparou o pontífice para tentar unir uma Igreja dividida.

A reportagem é de John L. Allen Jr, publicada pela Crux, 13-12-2014. Tradução de Isaque Gomes Correa.

E o que é previsível: não é esta a reflexão que está dando o que falar.

Em vez disso, é a afirmação do autor segundo a qual vários cardeais europeus –moderados e progressistas – formaram uma “Equipe de Bergoglio” para a eleição papal de março de 2013, que levou em frente a sua candidatura. Alguns leitores também acham que Ivereigh tenha dito que tais cardeais solicitaram a concordância prévia do então cardeal latino-americano para trabalharem em seu nome.

Os dois casos bem poderiam representar violações às regras da Igreja, já que angariar votos num Conclave e fazer acordos com os candidatos são práticas proibidas.

No entanto, é difícil definir ou policiar estas regras, porque os cardeais devem ter debates francos sobre quem está mais apto a liderar a instituição, e a diferença entre isto e “angariar votos” é, no mínimo, vaga.

Tal como Ivereigh escreveu a mim nesta semana: “Está claro que houve um grupo de cardeais que acreditavam que Bergoglio era a pessoa certa e que estavam sugerindo o seu nome aos demais. Será que isto foi uma ‘campanha’? Depende do que esta palavra significa”.

Para ser honesto, se for uma “campanha”, então é bem provável que nunca tenha acontecido um Conclave sem isso, pois é difícil saber de que outra maneira alguém iria se eleger. Além disso, espera-se que os cardeais façam uma escolha informada, e não apenas que tirem nomes da cartola, o que supõe que eles podem falar francamente sem medo de estarem rompendo com as regras.

Em todo caso, as pessoas tendem a tomar a reconstrução feita no livro pelo autor de forma séria, em parte porque um dos cardeais que ele nomeia, Dom Cormac Murphy-O’Connor, da Inglaterra, é o seu ex-patrão. Os outros nomeados por ele que pertenceriam à equipe de Bergoglio incluem os alemães Walter Kasper e Karl Lehmann, além do belga Godfried Danneels.

Como é de se esperar, as autoridades citadas negam enfaticamente qualquer participação.

No começo deste mês, um porta-voz do Vaticano publicou uma nota em que dizia: “Os quatro cardeais explicitamente negam esta descrição dos fatos (...) Eles querem dar a conhecer que estão estupefatos e infelizes pelo que foi publicado”.

Em resposta, Ivereigh disse que nunca quis dar a entender que o papa estivesse envolvido em sua própria eleição e que, nas edições futuras do livro, ele irá alterar o texto para deixar isto claro.

Nada disso, no entanto, fez parar a blogosfera católica de interpretar a descrição original do autor à maneira mais sensacionalista possível.

De forma extrema, alguns comentadores sugeriram que a violação aparente das regras do Conclave colocava em dúvida a legitimidade da eleição do papa.

Nesta semana, recorri a um respeitado canonista, cuja opinião foi a de que, mesmo se os cardeais fizeram uma campanha com uma aprovação explícita de Francisco, ainda assim isto não significaria que ele não é o papa. Até mesmo o crime muito pior de simonia, quer dizer, que literalmente alguém tenha oferecido cargos aos cardeais, não invalida uma eleição.

Este bafafá todo vem na esteira de um outro livro recente escrito pelo escritor católico italiano Antonio Socci intitulado “Non È Francesco: La Chiesa Nella Grande Tempesta”, que pode ser traduzido por “Não é Francisco: A Igreja numa grande tempestade”. [2] Em poucas palavras, nele o autor diz que a renúncia do Papa Bento XVI, em fevereiro de 2013, foi inválida, de forma que Francisco não é o verdadeiro papa.

Socci apresenta vários argumentos para apoiar esta afirmação, incluindo erros de gramática latina no anúncio de renúncia, a forma como Bento continua sendo chamado de papa, ainda que emérito, e supostas irregularidades no procedimento de votação. Há também a sugestão de que Bento possa ter sido pressionado no sentido de renunciar por uma quadrilha de cardeais que se opunham a ele.

Para constar, em fevereiro Bento XVI disse desta especulação como sendo “simplesmente absurda”, e afirmou que “não há a menor dúvida sobre a validade de minha renúncia”.

Isto que não deve ser surpresa: os que questionam a legitimidade do Papa Francisco são, em sua maioria, aqueles que não estão contentes com o curso que o líder está dando à Igreja. Mas, dado que este assunto está aí presente, dois pontos são válidos de nota.

Primeiro, o debate sincero sobre as políticas que Francisco está buscando implementar é absolutamente legítimo.

A cada semana, os papas têm que tomar uma série impressionante de decisões, e a ideia de que todas elas estão além da repreensão é cômica. O próprio pontífice pediu às pessoas ao seu redor que “falem com franqueza”. Então, levantar objeções dificilmente é um ato de desobediência.

Segundo, aqui vai uma dose de realidade política: não há, simplesmente, nenhuma possibilidade série no mundo real de que a eleição de Francisco vá ser revertida.

Para começar, está incorporado no DNA do Vaticano abominar toda e qualquer instabilidade, e admitir que uma eleição papal foi ilegítima seria uma “Chernobyl” de instabilidade. A partir deste momento, todo papa iria enfrentar as suspeitas sobre se ele tem, ou não, o direito ao trono de Pedro.

Além disso, mesmo aqueles cardeais deixados de lado por algumas ações que Francisco está tomando nunca deram a entender que a sua eleição esteja em dúvida, e o Colégio Cardinalício é o único lugar onde uma crise constitucional séria poderia tomar forma.

Por fim, alguns católicos estão felizes pelos novos ares que estão soprando nos últimos tempos enquanto que outros estão alarmados, e ambos estão em condições de falar sem ser acusados de qualquer servilismo ou sabotagem.

A mensagem que fica deste diálogo, no entanto, está clara: Francisco é o Papa... lidai com isso.

Animais de estimação no céu

O Papa Francisco é um ímã para atrair mitos e lendas urbanas – lembram aquela história de que ele sairia à noite, sem se identificar, para alimentar os desabrigados? Nesta semana ele pode ter sido o objeto de mais uma história dessas, com os relatos de que ele teria dito a uma criança que os animais vão para o céu.

Segundo David Gibson do sítio noticioso Religion News Service, não há prova alguma de que Francisco tenha dito isso, apesar do fato de que a história conseguiu preencher a página de capa do The New York Times.

Sim, um papa disse certa vez que o paraíso está aberto aos animais, mas ele era o Papa Paulo VI, e não Francisco. Na década de 1970, Paulo VI declarou: “Um dia todos veremos os nossos animais novamente na eternidade de Cristo”.

Segundo a reconstrução de Gibson, a confusão começou quando o jornal Corriere della Sera, o principal da Itália, publicou um artigo com algumas observações feitas por Francisco sobre a renovação da criação. O autor citou a frase de Paulo VI. A partir daí, houve uma confusão envolvendo o que Francisco teria dito com a frase do falecido Papa Paulo VI.

Visto que Francisco vem se mostrando aberto a perguntas da imprensa, então talvez em breve teremos a chance de perguntar-lhe o que ele, de fato, pensa sobre a salvação dos animais domésticos.

Por enquanto, a primeira lição é esta: que tenhamos cuidado com todos os relatos que ouvimos a respeito deste papa.

Neste meio tempo, uma discussão imensa irrompeu-se sobre o ensinamento católico relativo à salvação dos animais, fato que ilustra uma outra convicção importante, que é a de que a Igreja não tem respostas prontas para todas as perguntas sobre a vida.

O Catecismo da Igreja Católica – o seu compêndio oficial de ensino – não aborda diretamente o assunto de se todos os animais que não os seres humanos irão se encontrar na vida após a morte.

Diferentes papas se posicionaram de diferentes formas sobre o tema. Apesar da famosa frase do Papa Paulo VI citada acima, o Papa Bento XVI, numa homilia de 2008, disse que os animais “não são chamados para o céu”.

(Para constar, não se trata de que Bento não goste de animais domésticos. Ele é um conhecido amante de gatos, e há até mesmo um livro infantil sobre ele chamado Joseph and Chico: The Life of Pope Benedict XVI as Told by a Cat [Joseph e o Chico: A vida do Papa Bento XVI contata por um gato, em tradução livre] [3].)

Os teólogos também se dividem sobre o assunto. Alguns sublinham o abismo instransponível entre a humanidade e o resto dos animais, enquanto que outros, tais como o italiano Paolo De Benedetti, citam o Salmo 36,6 – às vezes assim traduzido: “Senhor, tu conservas os homens e os animais” – para dizer que os animais serão incluídos na eternidade.

“Se Deus lhes deu a vida e não a restaura a estes animais, teríamos quase que concluir que a morte é mais forte do que Deus”, diz De Benedetti. “Nenhum animal, desde o mais benigno ao mais feroz, alguma vez alcançou a perfídia de certas pessoas. Em certo sentido, então, o direito deles à vida eterna está mais garantido [do que a de certas pessoas]”.

A segunda coisa a se aprender desta mais recente história envolvendo o Papa Francisco é, pois, que, mais do que pensamos, a resposta à pergunta “O que a Igreja ensina sobre o assunto X?” será: “Nada, com certeza.”

O Papa e o Dalai Lama

Nesta semana o Dalai Lama esteve em Roma para uma reunião com os ganhadores do Prêmio Nobel da Paz, porém não se encontrou com o Papa Francisco.

O Vaticano não confirmou oficialmente que o motivo para os dois não se encontrarem tenha sido o de evitar ofender os líderes chineses. Mas o Dalai Lama confirmou esta hipótese, dizendo que um encontro “não foi possível porque ele criaria algumas inconveniências” – forma polida para dizer que Pequim “não iria ver gostar”.

Em tese, é fácil dizer que o Vaticano não deveria se curvar aos chineses assim e que se o preço para estabelecer relações diplomáticas inclua amenizar as preocupações com os direitos humanos, até mesmo permitindo que a China dite a pauta papal, então ele é um preço alto demais.

Para outros líderes mundiais, situações como esta são, geralmente, avaliadas em termos de política interna. Um presidente americano poderia ponderar o que os grupos de direitos humanos do país estão pensando, em oposição à comunidade empresarial, ávida em abocanhar os mercados e o capital chineses.

Para um papa, no entanto, estes cálculos são bem mais complicados. Ele tem cerca de 13 milhões de católicos em solo chinês, os quais serão os primeiros a pagar o preço por qualquer coisa que ele faça ou deixe de fazer.

Eis o que o Papa Francisco precisa ter em mente ao lidar com o país asiático:

Em termos jurídicos, a China reconhece somente quatro formas de expressão religiosa: o budismo, o taoísmo, o protestantismo e o catolicismo. Toleram-se os adeptos, porém espera-se deles que realizem os seus cultos sob os auspícios de um organismo controlado pelo Estado, o que para os católicos chama-se de “Associação Patriótica Católica”. Alguns católicos, entretanto, recusam-se a se submeter a esta associação, acabando naquilo que é, frequentemente, considerado como igrejas do submundo (“underground churches”) ou igrejas das catacumbas.
No momento, há vários bispos católicos presos na China, enquanto outros estão sob vigilância de agentes de segurança e não podem viajar ou falar livremente.

Entre estes estão Dom James Su Zhimin, de 77 anos, bispo de Baoding, desaparecido em 1996, e Dom Cosmas Shi Enxiang, de 88 anos, da Diocese de Yixian, desaparecido em 2001.

Considerando-se os períodos de prisão e prisão domiciliar que estes religiosos tiveram que passar antes de desaparecerem – e presumindo-se que eles ainda estejam vivos –, Zhimin terá passado 40 anos detido, e Enxiang terá sofrido por, pelo menos, 51 anos.

A história do bispo auxiliar Thaddeus Ma Daqin, da Diocese de Xangai, é emblemática.

Daqin foi ordenado bispo em julho de 2012 com o consentimento tanto do governo chinês quanto do Vaticano. No final da cerimônia, ele anunciou que queria ser o bispo de todos, e como resultado não iria se juntar à Associação Patriótica. Era a primeira vez que um bispo da Igreja “aberta” havia feito uma declaração tão audaciosa assim durante a sua ordenação.

Daqin foi posto sob prisão domiciliar no seminário de Xangai, que foi fechado pelo governo e que, agora, funciona como uma espécie de prisão. Desde então ele permanece aí. O religioso se comunica com o mundo exterior através de poemas publicados num blog, e estaria sendo submetido à doutrinação política três vezes por semana.

Quando a prática de detenção não funciona, as autoridades se propõem a jogar de maneira mais severa.

Segundo relatos, pelo menos 20 padres católicos que não se juntaram à Associação Patriótica foram torturados nas últimas duas décadas. Um destes sacerdotes, o Pe. Peter Zhang Guangjun, foi física e verbalmente abusado tendo sido negado dormir por cinco dias consecutivos.
À luz deste histórico desagradável, quando um papa enfrenta uma decisão envolvendo o país asiático, ele precisa sempre ter em mente: “Se eu disser ou fazer tal coisa, teremos mais bispos como Daqin e mais padres como o Pe. Peter?”

Aliás, é por isso também que, após um encontro privado em 2006, o Papa Bento acabou não recebendo o Dalai Lama quando este esteve em Roma em 2007 e 2009.

A ansiedade pelo destino dos católicos chineses vulneráveis pode nem sempre justificar uma neutralidade, porém é impossível que ela não seja um fator importante antes de se agir.

Um fevereiro para entrar na história

O Pe. Federico Lombardi, SJ, porta-voz do Vaticano, anunciou esta semana que o mês de fevereiro do próximo ano se configura como um mês para entrar na história.

A nova comissão do papa que lidera a luta contra os abusos sexuais vai se reunir entre os dias 6 e 8 de fevereiro; o Conselho dos Cardeais do papa vai, por sua vez, se reunir entre os dias 9 e 11 de fevereiro; um encontro geral de todos os cardeais do mundo vai acontecer nos dias 12 e 13 de fevereiro; e, finalmente, um consistório para criar novos cardeais será realizado nos dias 14 e 15 do mesmo mês.

Esta será a primeira reunião da “Pontifícia Comissão para a Proteção dos Menores”, em sua nova secretaria vaticana, e terá a presença de seus novos membros. Há também a expectativa de que, desta vez, o grupo comece a pôr a mão na massa.

A composição dos novos membros destina-se a ampliar o alcance geográfico da Comissão. Espera-se ainda que sejam incluídas duas pessoas da Oceania, uma da Ásia, duas da América Latina, uma dos EUA e um casal da África.

Em parte, a ideia é tornar a [política de] “tolerância zero” uma política verdadeiramente global, e os observadores estarão vigiando para ver se os novos membros poderão fazer isto acontecer.
Não está claro se a reunião vai acontecer antes ou depois de Francisco se decidir sobre o caso de Dom Robert Finn, da Diocese de Kansas City-St. Joseph, bispo criminalmente condenado por não informar às autoridades civis uma acusação de abuso infantil em sua jurisdição.

Em todo caso, as pessoas estarão esperando que a Comissão sinalize um compromisso de responsabilizar os bispos e outras autoridades eclesiais.

Francisco enviou um investigador para a Diocese de Kansas City-St. Joseph no mês de setembro, o que em geral é feito antes de se destituir um bispo. Porém, não houve nenhum indicativo do que possa acontecer neste caso.

Quanto ao Conselho dos Cardeais, o Papa Francisco deve participar de suas sessões. Na maioria do tempo, ele provavelmente vai ficar apenas escutando e não irá injetar as suas próprias ideias.

Este grupo, uma espécie de assessoria papal, está atualmente analisando algumas propostas para se reorganizar e facilitar a burocracia vaticana.

Um porta-voz do Vaticano disse ser “muito cedo” para se esperar grandes anúncios em fevereiro. Mas, em algum momento, os seus membros terão de ir além do que estudar: precisarão tomar decisões.

No momento, muitos funcionários do Vaticano dizem que estão passando por mudanças na rotina de trabalho, e que não podem fazer planos a longo prazo porque não sabem se ainda estarão trabalhando no mesmo lugar, se os departamentos em que trabalham, hoje, ainda existirão, ou quem estará no comando do setor...

Por fim, um porta-voz do Vaticano disse, na terça-feira, que quando todos os cardeais se reunirem, receberão um relatório escrito pelo G9 – o Conselho dos Cardeais, como é conhecido. Disse também que provavelmente irão debater o próximo Sínodo dos Bispos sobre a família, a acontecer em outubro de 2015.

No ano passado, Francisco usou uma assembleia dos cardeais para preparar o que iria acontecer no Sínodo de 2014. Fez isto convidando o cardeal Walter Kasper, da Alemanha, que defende relaxar a proibição à Comunhão imposta aos divorciados e recasados, para proferir o discurso de abertura.

Alguns analistas afirmaram que esta escolha mostrou de que lado do debate o papa está, enquanto outros sugeriram que Francisco tal inciativa não necessariamente quer dizer que o papa já tenha se decidido pela questão.

Independentemente destas interpretações, aquilo que Francisco fizer acontecer neste encontro dos Príncipes da Igreja irá ser observado de perto.

O relatório sobre as irmãs americanas

O Vaticano deve divulgar um relatório, há muito esperado, sobre as irmãs estadunidenses no dia 16. Haverá uma coletiva de imprensa, com a presença das duas mais altas autoridades vaticanas para as ordens religiosas, junto das líderes dos maiores grupos que reúnem as congregações femininas do país.

Há duas investigações distintas envolvendo as religiosas no país: uma lançada em 2008 que estuda todas as ordens femininas nos EUA, e uma outra iniciada um ano depois que se foca especificamente sobre a Conferência de Liderança das Religiosas (ou Leadership Conference of Women Religious – LCWR), o principal grupo que congrega as ordens femininas.

O relatório a ser divulgado na terça-feira marca o fim do primeiro processo, mas não tem qualquer influência sobre o segundo.

Notas:

[1] O livro pode ser encontrado aqui

[2] O livro pode ser encontrado aqui.

[3] O livro pode ser encontrado aqui.

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