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08 Junho 2019

A gigante tecnológica chinesa e a empresa russa de telecomunicações MTS concordaram em desenvolver uma rede 5G. Com esta rede será possível trocar informações e dados a uma velocidade muito superior à atual 4G. A iniciativa acordada em Moscou, em um ato à margem da reunião bilateral entre Xi Jinping e Vladimir Putin, começará no próximo ano.

A reportagem é publicada por Página/12, 07-06-2019. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.

"O acordo envolve o desenvolvimento de tecnologias 5G e o lançamento piloto de redes de quinta geração em 2019-2020", confirmou a MTS em um comunicado divulgado pelo jornal britânico The Guardian. Enquanto isso Guo Ping, um dos presidentes rotativos da Huawei, ele disse que estava "muito satisfeito" com o acordo, dizendo que a 5G é uma área de importância estratégica. Além dos trinta pactos assinados na quarta-feira que os dois líderes também se comprometeram a reforçar a cooperação entre os dois países.

Por mais de um mês, a Huawei, maior fabricante de equipamentos de telecomunicações, está sendo denunciada pelos Estados Unidos por supostos atos de espionagem. Acusações que o gigante chinês nega. Mas as acusações passaram da retórica e se materializaram duas semanas atrás, quando a Casa Branca incluiu a empresa em uma "lista negra" e proibiu empresas locais que abastecem suprimentos para Huawei, em uma tentativa de quebrar a corrente.

Em meio a essa disputa, o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação chinês anunciou ontem que concedeu licenças para o uso comercial de redes 5G às empresas China Telecom, China Mobile, China Unicom e China Broadcasting Network. O ministério disse em sua declaração que o movimento abre uma "nova era" no setor de telecomunicações na China e, embora atualmente só tenha dado licenças a quatro empresas locais, continua a abrir o mercado para empresas estrangeiras para participaram ativamente no mercado.

"A tecnologia 5G vai estabelecer uma infra-estrutura de informação de nova geração, rápido, móvel e segura", disse o ministro da Indústria, Miao Wei, em uma cerimônia de apresentação em Pequim. Como foi dito, a tecnologia 5G vai oferecer novas oportunidades e facilitar o crescimento da economia digital chinesa. "Ele também acelerar a transformação de muitas indústrias e será usada mais intensamente em setores como industrial e automotivo", acrescentou. Entre outras coisas esta tecnologia utilizada para o desenvolvimento de veículos automatizados.

De acordo com um relatório da Academia de Tecnologia da Informação e Comunicações da China, a tecnologia irá gerar uma implantação econômica e mais de três milhões de empregos entre 2020 e 2025. Além da rede 5G será possível a troca de informações e dados a uma taxa muito mais elevada para o qual o atual 4G faz.

A luta por essa nova tecnologia é o que está por trás da cruzada entre os dois poderes. empresa chinesa Huawei assumiu a liderança no desenvolvimento de 5G, superando os Estados Unidos, tentando com diferentes manobras para impedir os avanços da empresa asiática.

A decisão de Washington de incluir Huawei na sua lista negra levantou preocupações mundiais sobre como isso afetará a extensão aos produtos da gigante chinesa e países consumidores esta tecnologia. Por agora o ponto fraco para as empresas chinesas — mas bem para a EUA é que a mudança de paradigma necessária na maior parte das empresas norte-americanas e componentes semicondutores, como a Qualcomm, Nvidia, Intel, Xilinx, Skyworks Soluções e Macom Technologies. Enquanto isso, e aguardando novas resoluções, a Huawei denunciou os Estados Unidos e pediu a um tribunal do Texas para suspender o veto presidencial de Donald Trump.

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