Papa Francisco e a reforma da Cúria romana - em ‘Preguem o Evangelho' o balanço dos primeiros seis anos 'revolucionários' de Bergoglio

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17 Dezembro 2018

Foto: Elledici 

No livro de Francesco Antonio Grana, correspondente do Vaticano de ilfattoquotidiano.it, a obra de mudança implementada pelo pontífice latino-americano desde de 2013 até o presente. Um trabalho que vai se concretizar na Constituição Apostólica sobre a Cúria Romana Praedicate Evangelium que o Santo Padre deveria promulgar em 2019.

A reportagem é publicada por Il Fatto Quotidiano, 13-12-2018. A tradução é de Luisa Rabolini.

O Papa Francisco está realmente reformando a Cúria romana? E em caso afirmativo, de que forma está lutando contra corrupção, carreirismo, dinheiro e sexo? Para responder a essas perguntas foi lançado o livro Predicate il Vangelo. La riforma della Curia romana di Papa Francesco, (Preguem o Evangelho. A reforma da Cúria romana pelo Papa Francisco, em tradução livre, publicado pela Elledici), escrito pelo correspondente do Vaticano de ilfattoquotidiano.it Francesco Antonio Grana. O livro traça o trabalho de reforma posto em ato pelo Papa latino-americano nos primeiros seis anos de seu pontificado e que, um mês depois da eleição, constituiu um Conselho dos Cardeais dos cinco continentes justamente para ser ajudados nesse trabalho. Uma obra que vai se concretizar na Constituição Apostólica sobre a Cúria romana  Praedicate Evangelium que Bergoglio deveria promulgar em 2019.

"Se Paulo VI foi eleito para continuar o Concílio Ecumênico Vaticano II - o autor escreve - Francisco foi chamado pelos cardeais eleitores para reformar radicalmente a Igreja, começando pela Cúria romana. Por um lado, é evidente que Bergoglio atuou a sua reforma dia-a-dia, desde sua eleição ao pontificado. Por outro, a reforma de Francisco não termina com a publicação da Constituição Apostólica Preadicate Evangelium, mas continua porque não é uma simples mudança de estruturas, ou pior ainda, uma maquiagem que se limita a camuflar o velho sob o disfarce do novo sem ir à raiz. Na verdade, ela exige uma autêntica conversão interior, uma mudança de vida, de atitude, do modo de se relacionar que o Papa pede com insistência àqueles que, na Cúria romana, são os primeiros e mais próximos colaboradores do bispo de Roma. Bergoglio bem sabe que esse processo não é imediato, mas requer um longo caminho e, certamente, passível de tropeços. Mas, só começando a percorrer por esse caminho com determinação é que se poderá ter uma reforma radical, confiável e duradoura."

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