Lideranças católicas dos EUA pedem compaixão por ''caravana'' de migrantes

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31 Outubro 2018

Embora as nações tenham o direito de proteger suas fronteiras, esse direito vem com responsabilidades: os governos devem tratar todas as pessoas com humanidade e fornecer o devido processo legal.

A reportagem é de La Croix International, 30-10-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Lideranças católicos dos Estados Unidos estão pedindo soluções humanas que honrem o estado de direito e respeitem a dignidade da vida humana enquanto o Pentágono desloca milhares de tropas para a fronteira sul, à espera de uma caravana de migrantes que viajam para a região.

Cerca de 800 soldados foram enviados para a fronteira EUA-México no dia 29 de outubro, mas o Departamento de Defesa dos Estados Unidos confirmou que cerca de 5.200 soldados da ativa estariam de prontidão.

(Foto: elsalvador.com)

No entanto, a Conferência dos Bispos dos Estados Unidos, junto com a Catholic Charities USA e a Catholic Relief Services, levantaram objeções à retórica antimigrante e emitiram uma declaração conjunta no mesmo dia.

“Como agências católicas que assistem aos migrantes pobres e vulneráveis nos Estados Unidos e em todo o mundo, estamos profundamente entristecidas pela violência, injustiça e deterioração das condições econômicas que forçam muitas pessoas a fugirem de seus lares na América Central”, escreveu Dom Joe S. Vásquez, bispo de Austin, presidente da Comissão de Migração dos bispos dos Estados Unidos, em um comunicado assinado também por Sean Callahan, presidente e diretor executivo da Catholic Relief Services, e por Donna Markham, presidente e diretora executiva da Catholic Charities USA.

“Embora as nações tenham o direito de proteger suas fronteiras, esse direito vem com responsabilidades: os governos devem impor as leis proporcionalmente, tratar todas as pessoas com humanidade e fornecer o devido processo legal”, disseram.

 

As lideranças da Igreja dos Estados Unidos acrescentaram que, “como cristãos, devemos responder ao chamado a agir com compaixão para com os necessitados e a trabalhar juntos para encontrar soluções humanas que honrem o estado de direito e respeitem a dignidade da vida humana”.

“Uma abordagem apenas de aplicação da lei não aborda nem resolve as causas mais profundas que levam as pessoas a fugir de seus países em busca de proteção”, disse o comunicado.

A decisão do Pentágono de deter a “caravana” de milhares de migrantes da América Central, ainda a centenas de quilômetros da fronteira dos Estados Unidos, faz parte da política anti-imigração do presidente do país, Donald Trump. “Esta é uma invasão do nosso país, e o nosso Exército está esperando por vocês!”, escreveu Trump no Twitter.

“Muitos membros de gangues e algumas pessoas muito más estão misturados na caravana que se dirige à nossa fronteira sul”, disse Trump, sem fornecer provas. “Por favor, voltem”, disse ele.

As lideranças católicas dos Estados Unidos não responderam aos comentários de Trump, mas disseram que “buscar asilo não é crime”.

Eles conclamaram “todos os governos a respeitarem o direito internacional e as leis nacionais existentes que protegem aqueles que buscam refúgio e asseguram que todos aqueles que retornam ao seu país de origem sejam protegidos e repatriados com segurança”.

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