Presidente do Comitê de Migração dos Bispos Americanos profundamente decepcionado com a decisão do governo de encerrar o programa CAM, que dava status de refugiados a menores centro-americanos

Revista ihu on-line

Planos de saúde e o SUS. Uma relação predatória

Edição: 541

Leia mais

Hans Jonas. 40 anos de O princípio responsabilidade

Edição: 540

Leia mais

Do ethos ao business em tempos de “Future-se”

Edição: 539

Leia mais

Planos de saúde e o SUS. Uma relação predatória

Edição: 541

Leia mais

Hans Jonas. 40 anos de O princípio responsabilidade

Edição: 540

Leia mais

Do ethos ao business em tempos de “Future-se”

Edição: 539

Leia mais

Mais Lidos

  • O psicanalista analisa o "vazio de sentido". "A técnica domina, a política não decide, os jovens consomem e ponto". Entrevista com Umberto Galimberti

    LER MAIS
  • ''Estamos vendo o início da era da barbárie climática.'' Entrevista com Naomi Klein

    LER MAIS
  • Necropolítica Bacurau

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

22 Agosto 2017

Dom Joe S. Vásquez, de Austin, Texas, presidente do Comitê de Migração da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, declara oposição à decisão do governo de pôr fim ao programa de imigração de refugiados de Honduras, El Salvador e Guatemala que se candidatem à entrada nos EUA através do programa Menores Centro-Americanos (Central American Minors - CAM). Dom Vasquez, que atualmente está em El Salvador, afirma que a eliminação do programa coloca a vida de crianças vulneráveis em risco de danos ainda maiores.

A informação é publicada pelo sítio da Conferência dos Bispos dos EUA – USCCB, 21-08-2017. A tradução é de Luísa Flores Somavilla.

Segue a declaração completa do bispo:

"Eu e meus irmãos bispos estamos profundamente decepcionados com a decisão do governo de encerrar a importante possibilidade de imigração de refugiados do programa CAM. Ao encerrá-lo, o governo escolheu, desnecessariamente, cortar alternativas comprovadas e seguras à migração irregular e perigosa de crianças centro-americanas, inclusive aquelas previamente aprovadas que estão em seus países de origem aguardando para viajar. O papa Francisco pediu que protegêssemos as crianças migrantes, observando que "entre os migrantes, as crianças são o grupo mais vulnerável". Nós apoiamos o programa CAM, que incluía opções de imigração como refugiados, justamente por oferecer uma forma legal e organizada para que as crianças imigrem para os Estados Unidos e se reúnam com suas famílias. Acabar com o programa não promoverá segurança para essas crianças nem ajudará o governo a regular a migração.

Em El Salvador, vimos em primeira mão os problemas reais que essas crianças enfrentam. A Igreja, com sua presença global, conhece mais sobre essa violência e perseguição a cada dia, em abrigos para imigrantes e em centros de repatriação. Sabemos que as crianças devem ser protegidas. Eles devem poder permanecer nos países de origem e encontrar oportunidades, mas também devem poder sair e imigrar com segurança para encontrar proteção quando não houver outras alternativas. O programa CAM trouxe parte dessa solução - uma maneira legal de as crianças mais vulneráveis imigrarem".

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Presidente do Comitê de Migração dos Bispos Americanos profundamente decepcionado com a decisão do governo de encerrar o programa CAM, que dava status de refugiados a menores centro-americanos - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV