Baldisseri: uma “reformulação” do organismo sinodal

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19 Setembro 2018

A Constituição Apostólica Episcopalis Communio do Papa Francisco marca “uma verdadeira ‘refundação’ do organismo sinodal”. A ênfase é do cardeal Lorenzo Baldisseri, secretário-geral do Sínodo dos Bispos, esclarecendo tanto suas raízes fincadas no Concílio Vaticano II como sua projeção para uma conversão missionária da Igreja que concebe o ministério episcopal como serviço ao Povo de Deus.

A reportagem é de Iacopo Scaramuzzi, publicada por Vatican Insider, 18-09-2018. A tradução é de André Langer.

Durante uma coletiva de imprensa para a apresentação do documento papal, o cardeal recordou que o Concílio Vaticano II “representa o ‘ventre em que o Sínodo dos Bispos é gerado”, e a data da publicação – pois foi um 15 de setembro quando Paulo VI, no final do Concílio, instituiu o Sínodo – não foi uma escolha aleatória. O cardeal recordou que, em sintonia com a Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, o Papa tem a intenção de “moldar nova e profundamente todas as estruturas eclesiais, para que se tornem ‘mais missionárias’, isto é, mais sensíveis às necessidades das pessoas, mais abertas ao mundo que progride, mais maleáveis em uma época de rápidas transformações”, e, portanto, considerou que chegou o momento de mudar a metodologia do Sínodo, porque, como disse em sua entrevista à La Civiltà Cattolica, “a metodologia atual parece-me estática”.

Por isso, de acordo com Baldisseri, “o fator mais inovador da nova Constituição Apostólica”, mesmo que “configure em alguns aspectos uma verdadeira ‘refundação’ do organismo sinodal, não uma destruição do passado, mas uma ‘refundação’, entre aspas, é a configuração estável do Sínodo dentro de um marco de uma Igreja constitutivamente sinodal”, porque a constituição apostólica “não se limita, pois, a citar a doutrina sobre a colegialidade episcopal, mas vai além e ilustra o ministério dos bispos como serviço ao Povo de Deus na pluralidade de ministérios e carismas”, disse o secretário do Sínodo, citando o discurso que o Papa pronunciou por ocasião dos 50 anos da instituição do Sínodo.

Um discurso que, recordou o cardeal, enquadra o documento papal também sob um perfil ecumênico. Francisco explicou nessa ocasião: “O empenho em construir uma Igreja sinodal está repleto de implicações ecumênicas. Estou convencido de que, em uma Igreja sinodal, o exercício do primado petrino também pode receber maior luz. O Papa não está sozinho, acima da Igreja, mas dentro dela como batizado entre os batizados e dentro do Colégio Episcopal como bispo entre os bispos, chamado ao mesmo tempo (como Sucessor do Apóstolo Pedro) a guiar a Igreja de Roma, que preside no amor todas as Igrejas”.

“O Santo Padre exorta a Igreja a ler os sinais dos tempos”, destacou, por sua vez, o subsecretário do Sínodo dos Bispos, monsenhor Fabio Fabene em sua intervenção, esclarecendo que este caminho não é uma novidade, mas o caminho que a Igreja sempre percorreu, como demonstra a experiência do Concílio Ecumênico Vaticano II.

Também observou que é verdade que as expectativas da mídia sobre o Sínodo sobre a família foram muito grandes em relação às expectativas registradas até agora pelo Sínodo sobre os jovens, que começará em outubro, tanto pelos temas candentes que foram discutidos naquela ocasião, como porque nos encontrávamos no início do pontificado de Francisco, primeiro papa de formação conciliar. Mas assegurou que o interesse por este Sínodo iminente é amplo, tanto nas famílias como nas comunidades paroquiais.

E o professor Dario Vitali, consultor da Secretaria-Geral do Sínodo dos Bispos, fez alusão à novidade substancial deste documento, que se encontra no último e primeiro sujeito eclesial, o sucessor de Pedro, que permite encaminhar e implementar o processo sinodal. E isso pela capacidade de tomar este caminho e manter-se fiel ao caráter sinodal, não apenas como uma prática eclesial, mas como um modo de ser Igreja.

Em vista do próximo Sínodo dos jovens (que acontece de 3 a 28 de outubro próximo), o cardeal Baldisseri anunciou que, após a reunião pré-sinodal dos jovens de março deste ano, “o Papa deseja encontrá-los novamente, juntamente com todos os Padres sinodais, para ouvi-los e acolher as suas propostas para aproveitá-las no documento final do Sínodo”, e, para isso, acontecerá uma reunião no sábado, 06 de outubro, na Sala Paulo VI, a partir das 17h.

O encontro tem como título “Nós para – Únicos, solidários e criativos”, cuja organização está a cargo da Congregação para a Educação Católica. O fio condutor serão os testemunhos dos jovens. Mas haverá também momentos musicais e artísticos relacionados com três temas importantes para os jovens: a busca da própria identidade, as relações e a vida como serviço e doação.

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