Austrália. Papa nomeia um padre migrante bispo de Darwin

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03 Julho 2018

Ser bispo de Darwin talvez seja o posto mais difícil da Igreja australiana. Primeiro pela extensão da diocese: mais de um milhão de quilômetros quadrados. Depois, em razão da distância, já que por esse imenso espaço estão repartidas um total de apenas 18 paróquias, que servem a um total de apenas 45.000 católicos, mais de um quarto deles indígenas, com todas as dificuldades que isto implica. Contudo, mesmo assim, um homem aceitou o desafio com gosto: Charles Gauci, maltês de nascimento e já australiano naturalizado, um padre humilde de paróquia, a quem o Papa Francisco acaba de confiar o posto.

A reportagem é de Cameron Doody, publicada por Religión Digital, 01-07-2018. A tradução é do Cepat.

Com a nomeação de Gauci – que substituirá dom Eugene Hurley, de 78 anos, obrigado a renunciar por razões de idade –, o Pontífice segue agitando as coisas na Igreja australiana. O até agora administrador da catedral de Adelaide se tornará o primeiro padre diocesano da capital do Estado da Austrália Meridional a se tornar bispo, em 45 anos. Mas, Gauci, de 66 anos, não é um padre qualquer, até o ponto de o presidente dos bispos australianos, dom Mark Coleridge, de Brisbane, o ter elogiado como um homem reconhecido por sua “espiritualidade profunda e verdadeiro compromisso com a evangelização”.

“O padre Charles serviu pessoas de diversas condições sociais: como pastor de paróquias, capelão em escolas, diretor espiritual e líder de retiros”, disse Coleridge, sendo muito natural a nova nomeação. “Será um grande dom para a Igreja de Darwin com todos os seus desafios, e também uma boa incorporação à Conferência Episcopal, por sua dilatada e variada experiência como sacerdote e mestre da fé”.

E a lição de vida que mais marcou o bispo eleito? Talvez a de ter saído de Malta rumo à Austrália na terna idade de treze anos. Talvez seja por isso que o padre Gauci disse que, como bispo da diocese da capital do Território do Norte, quer “continuar aprendendo do povo de Deus como seu companheiro de viagem”. Afirma também estar “cheio de admiração pelo trabalho que os padres da diocese realizam, muitas vezes em áreas muito isoladas, onde não há nenhuma das comodidades e facilidades da vida urbana”.

Mas, como é realmente servir na diocese de Darwin? Uma boa ideia pode ser extraída da contemplação da que talvez seja uma das imagens mais bonitas do catolicismo australiano: o ícone excepcional – realizado por um artista checo – que está há mais de cinquenta anos acima do altar da Catedral de Santa Maria, em Darwin, de uma Virgem e o Menino Jesus aborígenes. Imagem raríssima que captura bem a mistura de culturas que se respira na Austrália e pela qual Hurley disse que milhares de pessoas, em seus anos de bispo, indagavam.

“É algo que atrai as pessoas que vêm à catedral, algo que supera qualquer divisão de cor ou credo”, explicou o já emérito bispo de Darwin. “É algo realmente sagrado, algo muito belo”. Algo no qual seguramente o bispo eleito Gauci também confiará, quando tomar posse de seu novo cargo, nos meses vindouros.

A Virgem e o Menino Jesus aborígenes, na catedral de Darwin

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