O primeiro dia de Scicluna no Chile. Na agenda, 20 audiências

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21 Fevereiro 2018

O enviado do Papa Francisco ao Chile, dom Charles Scicluna, que está realizando suas averiguações desde o dia 17 de fevereiro sobre possíveis novos elementos no caso “Karadima-Barros”, chegou ontem pela manhã a Santiago do Chile. Hoje, na sede da Nunciatura (e até a próxima sexta-feira, 23 de fevereiro), o enviado começará sua delicada missão no país sul-americano. Antes de mais nada, irá se reunir e escutar as outras duas vítimas (dois de três) que acusam dom Juan Barros de ter acobertado os abusos sexuais cometidos pelo sacerdote Fernando Karadima, de quem era discípulo na Fraternidade da paróquia de El Bosque.

A reportagem é de Luis Badilla, publicada por Vatican Insider, 20-02-2018. A tradução é do Cepat.

Scicluna já se reuniu, no último sábado, dia 17 de fevereiro, com a testemunha e vítima Juan Carlos Cruz, na Igreja do Santo Nome de Jesus, em Nova York. Hoje, às 16h (hora local), o arcebispo da diocese maltesa de La Valeta, na companhia do padre Jordi Bertomeu, oficial espanhol da Congregação para a Doutrina da Fé, irá se reunir com as outras duas vítimas de Karadima: José Andrés Murillo e James Hamilton.

Juan Pablo Hermosilla, advogado de Cruz, Hamilton e Murillo, em uma conversa com alguns jornalistas, declarou que seus assistidos esperam “ser escutados como já aconteceu com Juan Carlos Cruz”. “Escutar já é uma ajuda para eles, pode parecer incomum dizer algo assim, mas é”, observou o advogado. Também indicou que espera que Scicluna possa fazer “um bom trabalho”, reunindo amplamente informações e “escutando muitas testemunhas”, porque “permitirá, depois, entregar ao Vaticano um relatório completo” sobre o caso de dom Barros.

Hermosilla também explicou que, como representante de seus clientes, já enviou por correio eletrônico ao arcebispo Scicluna “documentação importante”. Hoje, Murillo e Hamilton “entregarão aos enviados do Vaticano outros documentos. Entre eles está o registro de todos os casos jurídicos que continuam abertos sobre o caso do padre Fernando Karadima”.

“É preciso recordar – acrescentou o advogado – que não se trata apenas de testemunhas. O Estado chileno já realizou duas investigações, das quais se deduzem provas associadas a numerosos depoimentos. Em alguns casos, trata-se de situações que os envolvidos reconheceram”.

Dom Charles Scicluna (que deverá escutar ao menos 20 pessoas nestes dias) também se reunirá com uma delegação de fiéis da Diocese de Osorno que criticam o bispo Barros. O encontro será realizado próximo da Nunciatura, na sede da Casa das Pontifícias Obras Missionárias.

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