Metade dos novos médicos que já substituíram cubanos está no Sudeste

Revista ihu on-line

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Mais Lidos

  • Cenas de um filme de terror da vida real. Os 30 anos do massacre de Ignacio Ellacuría e seus companheiros

    LER MAIS
  • Aumento de mortalidade no país está diretamente ligado a corte de verbas no SUS

    LER MAIS
  • Papa Francisco quer incluir 'pecado ecológico' na doutrina oficial da Igreja, após Sínodo da Amazônia

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

29 Novembro 2018

Um quinto das cidades escolhidas pelos 224 médicos brasileiros que já preencheram as vagas são de extrema pobreza e cerca de 30% delas estão em capitais ou regiões metropolitanas.

A reportagem é de Beatriz Jucá, publicada por El País, 28-11-2018.

O Ministério da Saúde informa que 8.278 profissionais que se inscreveram no edital para substituir as vagas deixadas pelos cubanos já estão alocados nas cidades para atuação imediata, após o fim da cooperação entre os dois países para o programa Mais Médicos. Desse total, 224 médicos brasileiros já se apresentaram efetivamente em 119 municípios brasileiros para substituir as vagas deixadas pelos profissionais cubanos.

Apenas 21% das cidades escolhidas pelos médicos com CRM do Brasil são consideradas áreas de extrema pobreza, segundo dados do Ministério da Saúde. Outros sete municípios estão em áreas consideradas vulneráveis. Quase 30% dos locais eleitos por esses profissionais estão localizados em capitais ou regiões metropolitanas. Até agora, apenas um dos 34  Distritos Sanitário Especial Indígena (DSEI) recebeu médico brasileiro, na Paraíba.

A metade dos médicos (113) que se apresentaram para assumir os postos escolheu cidades do Sudeste, sendo que 84 deles vão para cidades paulistas ou mineiras. Sete Estados ainda não receberam nenhum profissional selecionado: Alagoas, Amazonas, Amapá, Maranhão, Rio Grande do Norte, Sergipe e Piauí. Os Estados da Bahia e do Ceará foram os que tiveram mais municípios de extrema pobreza escolhidos pelos médicos que se apresentaram para ocupar os postos, com oito e cinco cidades, respectivamente.

Nem todos os médicos que se apresentaram aos secretários de saúde das cidades começaram a trabalhar. Esse cronograma para o início das atividades é definido diretamente com as prefeituras, dependendo da necessidade do município e da disponibilidade do profissional. O edital lançado pelo Governo federal para selecionar 8.500 profissionais para o programa  Mais Médicos segue aberto até o dia 7 de dezembro, e todo o processo será finalizado no dia 18 do mesmo mês. Segundo o Ministério da Saúde, os 8.278 profissionais que foram alocados nas cidades que escolheram durante a inscrição correspondem a 97% do total de vagas abertas no edital. Eles têm até o dia 14 de dezembro para se apresentarem aos gestores municipais e efetivarem a ocupação das vagas.

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Metade dos novos médicos que já substituíram cubanos está no Sudeste - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV