Um pouco de silêncio. Artigo de Tonio Dell'Olio

Foto: Reprodução | UNRWA

Mais Lidos

  • Banco Master: a reconstrução completa de como uma fraude capturou a República

    LER MAIS
  • Pesquisadora reconstrói a genealogia do ecofascismo e analisa as apropriações autoritárias do pensamento ambiental, desde o evolucionismo do século XIX e o imaginário “ecológico” nazista até suas mutações contemporâneas. Ela examina novas formas de “nacionalismo verde” e explica como a crise climática é instrumentalizada pela extrema-direita para legitimar exclusões, fronteiras e soluções antidemocráticas

    Ecofascistas: genealogias e ideias da extrema-direita "verde". Entrevista com Francesca Santolini

    LER MAIS
  • A guerra dos EUA e Israel com o Irã: informação, análise e guerra assimétrica. Artigo de Sérgio Botton Barcellos

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

25 Outubro 2023

"Bem, só se parassem, pelo menos por um pouco, os barulhos da guerra, os rugidos roucos dos tanques e o reboar aterrador das bombas, mas também os gritos das torcidas quase como se estivéssemos numa arena...", escreve Tonio Dell’Olio, padre, jornalista e presidente da associação Pro Civitate Christiana, em artigo publicado por Mosaico di Pace, 24-10-2023. A tradução é de Luisa Rabolini.

Eis o artigo.

Em um post publicado recentemente no X, Nicola Piovani reproduz uma frase que Federico Fellini coloca nos lábios de Roberto Benigni no filme A Voz da Lua: "Mas acredito que se houvesse um pouco de silêncio, se todos fizéssemos um pouco de silêncio, talvez pudéssemos entender alguma coisa". Bem, só se parassem, pelo menos por um pouco, os barulhos da guerra, os rugidos roucos dos tanques e o reboar aterrador das bombas, mas também os gritos das torcidas quase como se estivéssemos numa arena...

Só o tempo suficiente para deixar a cabeça respirar, para uma higiene da informação. Uma máscara temporária que nos proteja de certas infecções para desacelerar a trágica pandemia da guerra. Um pouco de silêncio.

Leia mais