Os impactos dos grandes projetos sobre os povos indígenas e as comunidades tradicionais da Amazônia

Mais Lidos

  • “Discursos desse tipo ameaçam a democracia de forma evidente, são discursos que criam desconfiança nas instituições, em um país como o Brasil, onde a democracia não voltou há muito tempo”, afirma o pesquisador

    Polarização política brasileira e o extremismo disfarçado de encanto. Entrevista especial com Paolo Demuru

    LER MAIS
  • Lula em reunião do G-7: "Eu nunca fui de esquerda"

    LER MAIS
  • O cardeal Camillo Ruini, teólogo anticomunista que liderou a Conferência Episcopal Italiana durante a era Berlusconi, faleceu

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

08 Mai 2014

"De acordo com o relatório “A Amazônia e os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio” da Articulação Regional Amazônica divulgada em novembro/2011, quase metade das 34 milhões de pessoas que vivem na região amazônica estão abaixo da linha da pobreza. Equador e a Bolívia têm a situação mais crítica. Esta realidade contrasta com um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 330 bilhões - cerca de R$ 586 bilhões – da região. “Dos oito objetivos traçados pela ONU, apenas a igualdade na escolaridade entre homens e mulheres foi alcançada. Apesar de ocorrerem avanços, os índices regionais de desenvolvimento da Amazônia ficam abaixo das médias nacionais”, afirma Guenter Francisco Loebens, Conselho Indigenista Missionário - CIMI Norte I,  na conferência proferida no XV Simpósio Internacional IHU “Alimento e Nutrição no contexto dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio”.

Eis a conferência.

guenter

Veja também: