“Estou à vista das pessoas e levo a vida normal”, escreve Francisco

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Por: Jonas | 29 Mai 2013

O papa Francisco enviou uma breve carta ao sacerdote Enrique “Quique” Rodríguez, na qual demonstra sua preocupação em levar uma “vida normal” e manter seu contato com as pessoas. “Estou à vista das pessoas e levo a vida normal: missa pública pela manhã, como no refeitório com todos, etc. Isto me faz bem e evita que eu fique isolado”, comentou Francisco a Rodríguez, que lhe escreveu na quarta-feira do dia 1º de maio.

A reportagem é publicada no sítio Religión Digital, 28-05-2013. A tradução é do Cepat.

 
Fonte: http://goo.gl/z0lhK  

O padre Quique, que acompanhou a pastoral do bispo assassinado Enrique Angelelli, comentou, pela rádio Red La Rioja, que no domingo chegou à casa de retiros Tinkunaco, localizada ao lado de sua paróquia, e ali havia um envelope em seu nome, mas sem remetente.

“Isso me chamou atenção e a abri de imediato, tendo a grata surpresa de verificar que era a resposta do Papa, a quem conhecemos há muito tempo. Eu lhe havia escrito para comentar sobre as festas patronais do bairro”, contou. Como isso ocorreu justamente antes do início da missa, o padre decidiu ler a carta papal no final da celebração, o que “alegrou muito a comunidade, tanto que os fiéis aplaudiram quando terminei de lê-la”.

A carta que tanta admiração gerou no sacerdote diz textualmente:

“Querido Quique: Hoje, recebi a carta do último dia 1º de maio. Trouxe-me muita alegria. A descrição da Festa Patronal me trouxe ar fresco. Eu estou bem e não perdi a paz diante de um fato totalmente inesperado, e considero isto um dom de Deus.

Procuro manter o mesmo modo de ser e de atuar que tinha em Buenos Aires, porque se na minha idade mudo, asseguro que faço o ridículo. Não quis ir viver no Palácio Apostólico, vou apenas para trabalhar e nas audiências. Fiquei vivendo na Casa Santa Marta, que é uma casa (onde nos hospedávamos durante o Conclave) de hóspedes para bispos, padres e leigos. Estou à vista das pessoas e levo a vida normal: missa pública pela manhã, como no refeitório com todos, etc. Isto me faz bem e evita que eu fique isolado. Quique, saudações aos seus paroquianos. Peço-lhe, por favor, que reze e peça para rezarem por mim. Saudações a Carlos e Miguel. Que Jesus o abençoe e a Virgem Santa cuide de você.

Fraternalmente, Francisco. Vaticano, 15 de maio de 2013”.

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