“Francisco é fã de um mundo melhor”, afirma o jogador Javier Zanetti

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Por: Jonas | 01 Maio 2013

“Então, o papa Francisco é fã da Inter?”, duvida, por instante, o capitão azul e preto Javier Zanetti (na foto, ao lado do Papa). Em seguida, com elegância, consegue sair da situação. “Claro que não. O Papa é fã apenas de um mundo melhor. E acredita que cada um de nós pode dar uma mão para construí-lo”. Zanetti falou com “L’Osservatore Romano” a respeito de seu encontro com o Pontífice.

A reportagem é publicada no sítio Vatican Insider, 28-04-2013. A tradução é do Cepat.

 
Fonte: http://goo.gl/bk0tj  

 

O certo é que, comenta o jornal do Vaticano, o “torcedor” Bergoglio tem, sim, uma paixão por futebol. Sua equipe é o San Lorenzo de Almagro, do bairro Boedo, em Buenos Aires, desde que o pequeno Jorge Mario ia ao estádio com seu papai.  Em suas lembranças há uma história gloriosa de 1946, quando “os corvos” ganharam o campeonato, encerrando o domínio do River Plate e do Boca Juniors (que haviam conquistado 10 títulos, em doze anos), graças aos gols de René Pontoni.

“Não é por acaso – revelou Zanetti – que levei as saudações de meu amigo e companheiro de equipe Iván Córdoba, que antes de usar a camiseta azul e preta jogou, entre 1998 e 2000, justamente no San Lorenzo”.

Contudo, o papa Francisco e o capitão da Inter não falaram somente de futebol. “Contei-lhe – destacou ao jornal do Vaticano – sobre alguns projetos que realizamos para as crianças argentinas, através da fundação “Pupi” e das iniciativas que a Inter Campus desenvolve no mundo, para que o futebol se torne um instrumento educativo e de promoção social”.

A iniciativa que nasceu em 2001, graças ao próprio Zanetti e sua esposa Paula, chama-se “Pupi”, e também faz referência ao sobrenome do capitão azul e preto. Esta fundação ajuda crianças, pequenos e famílias em condições difíceis. Funciona em Lanús, ao sul de Buenos Aires, promovendo diferentes atividades nos campos da saúde, da educação, da alimentação e da justiça social. Um compromisso muito importante para o papa Francisco, que, admirado pelo testemunho cristão do jogador de futebol, mostrou particular interesse por sua iniciativa e garantiu o seu apoio.

“Disse-nos – apontou Zanetti – que melhorar o mundo é possível, sobretudo quando se unem as forças. Não é fácil, mas é possível conseguir. E nós, com nossa pequena contribuição, procuramos realizar isto”.

Num clima de grande cordialidade e familiaridade, o Pontífice papeou durante quase uma hora em sua residência, em Santa Marta, com o jogador do Inter, que estava acompanhado de sua esposa e de seus três filhos: Sol, de 7 anos, Ignacio, de 4, e Tomás, que tem apenas 11 meses. “Acaba de aprender a caminhar há pouco – disse Zanetti com um grande sorriso. Durante o encontro, não parava de caminhar pela casa. Tanto que, ao final, o Papa colocou a mão em sua cabecinha, como se quisesse detê-lo”.

“Estou muito feliz por ter contado com a possibilidade de realizar um sonho. E me sinto honrado de ter um Papa ‘compatriota’. Tive a possibilidade de experimentar, diretamente, que é uma pessoa muito aberta, humilde e simples”. O que mais o impressionou em Francisco? “Sua confiança – responde Zanetti – na possibilidade de trabalhar por um mundo melhor. E isto também representa uma injeção de confiança para mim, para minha família e para nossa fundação”.

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