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Casa do Trabalhador

A Casa do Trabalhador situa-se no Bairro Novo, numa localidade conhecida como Sítio Cercado. Sua principal rua é a Izaac Ferreira da Cruz, onde se encontra o principal centro comercial do bairro. No bairro encontra-se de tudo, sem a necessidade de deslocamento para o centro da cidade, que fica a 15 quilômetros do local.

A Casa é administrada pelo Centro de Pesquisa e Apoio aos Trabalhadores (CEPAT), entidade que integra a rede dos Centros Jesuítas de Cidadania e Ação SocialProvíncia do Brasil Meridional.

A Casa do Trabalhador é um espaço adequado para atender eventos, de um modo geral, que promovam o bem-estar social e espiritual, dando especial atenção aos movimentos sociais e eclesiais, com instalações próprias para encontros, conferências, hospedagem, seminários, retiros, etc. Tem por princípio básico acolher todas as pessoas, independentemente do caráter religioso da mesma.

Estrutura da Casa do Trabalhador

 - Auditórios (Salão I – para 250 pessoas, Sala II – 40 pessoas e Sala III – 30 pessoas).

- Acomodações (10 Quartos individuais, 11 Quartos coletivos, 10 Quartos para duas pessoas e 2 apartamentos).

- Capela (estilo beneditino e com capacidade para 25 pessoas).

 - Refeitório (ambiente com 75 lugares e com um excelente cardápio).
 
- Churrasqueira.

- Amplo estacionamento.

- Jardim, gramado e árvores.

- Acesso à internet e recursos audiovisuais.

Entre em contato conosco

Casa do Trabalhador
Rua João Baptista Gabardo, 433 – Sítio Cercado – Curitiba, PR
CEP: 81900-310 – Telefone: (41) 3349-5653
E- mail: casatrabalhador@asav.org.br

Casa do Trabalhador homenageia pessoas que lutaram em defesa da vida

Para manter a memória e divulgar a luta daqueles que denunciaram estruturas injustas e se comprometeram ao extremo de entregarem corajosamente suas vidas em defesa da vida, a Casa do Trabalhador nomeou seus espaços internos com os seguintes nomes:
 
Santos Dias da Silva: líder sindical, membro da Pastoral Operária, assassinado em 30 de outubro de 1979 em frente à fábrica Sylvania, em Santo Amaro- São Paulo, por lutar pelos direitos dos trabalhadores, por livre direito de associação e de greve, além de se opor à ditadura militar.

Margarida Alves: líder sindical que desempenhou ações trabalhistas contra usineiros. Foi assassinada na frente dos filhos, em 12 de agosto de 1983, por defender os ideais e os direitos dos trabalhadores rurais.

Padre Josino Moraes Tavares: assassinado em 10 de maio de 1986, em frente ao prédio da Comissão Pastoral da Terra (CPT), em Imperatriz, Maranhão. Foi um defensor aferrado dos direitos  dos trabalhadores rurais.

Chico Mendes: seringueiro, sindicalista e um dos maiores ativistas ambientais do Brasil. Foi assassinado aos 44 anos, no dia 22 de dezembro de 1988, em Xapuri, em decorrência de sua luta pela preservação da Amazônia.

Roseli Nunes: militante do MST, participou da ocupação da fazenda Anoni, morreu durante um protesto contra as altas taxas de juros e a indefinição do governo em relação à política agrária, em 1987.

Purinha: membro da Pastoral Operária da Comunidade de São José Operário de Linhares, Espírito Santo, cujo nome era Paulo Damião Tristão. Foi assassinado no dia 19 de junho de 1989, com oito tiros nas costas.

Abel Zacarias: militante da Pastoral Operária, morto em decorrência do Mal de Chagas em 1980.

José Alves dos Santos: liderança dos sem-terra, assassinado em 1987, no Paraná, em uma emboscada dentro da maior área ocupada da América Latina, antiga fazenda Giacomet, também conhecida como a empresa Araupel.

Casa do Trabalhador é adepta da Segunda-Feira sem carne

 

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