As 6 cidades brasileiras na liderança da energia solar distribuída

Revista ihu on-line

Diálogo interconvicções. A multiplicidade no pano da vida

Edição: 546

Leia mais

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Mais Lidos

  • “Se vocês se sentirem como eminências, estarão fora do caminho”. As palavras do Papa Francisco aos novos cardeais quando também condenou a corrupção na Igreja

    LER MAIS
  • Como viver o Advento em tempos de quarentena

    LER MAIS
  • A vacina vai nos ajudar, mas não vai nos livrar das pandemias

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


12 Setembro 2019

Quase 8 anos depois da sua criação, a geração solar distribuída no Brasil continua crescendo forte e, atualmente, encontra seus maiores mercados em seis cidades do país.

São elas:

1. Rio de Janeiro – 1.693 sistemas;

2. Uberlândia – 1.157 sistemas;

3. Belo Horizonte – 1.143 sistemas;

4. Brasília – 1.135 sistemas;

5. Campinas – 1.052 sistemas;

6. Fortaleza – 1.028 sistemas.

A reportagem é de Ruy Fontes, publicada por EcoDebate, 11-09-2019.

A informação consta do banco de dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), responsável pela criação das regras que permitiram a geração distribuída de energia, em 2012.

Neste segmento, qualquer consumidor residencial ou comercial pode gerar sua própria energia através de geradores movidos por fontes de energia renováveis.

E, como a fonte mais abundante em todo o Brasil, a energia solar dominou desde o começo o segmento, impulsionada também pelas vantagens da tecnologia dos sistemas fotovoltaicos.

Formados pelas famosas placas solares e outros importantes equipamentos, os sistemas se tornaram a opção de escolha para brasileiros ansiosos por gerarem sua energia e, assim, ficarem livres da constante inflação energética no país.

É exatamente o preço da energia brasileira (a quinta mais cara do mundo) e seus constantes aumentos que levam mais consumidores a apostarem no segmento de geração distribuída.

Segundo uma pesquisa realizada pelo instituto Ilumina, entre 1995 e 2017, o preço da energia elétrica residencial subiu 50% acima da inflação oficial do país, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

Incentivos fiscais, como a isenção de ICMS e outros impostos, e linhas de financiamento para a aquisição dos sistemas também estão entre os fatores que ajudaram a expansão da energia solar no Brasil.

Com o primeiro gigawatt (GW) de capacidade atingido no começo de agosto e atendendo mais de 134 mil estabelecimentos em todo o país, a geração solar distribuída segue firme rumo as previsões do setor.

Segundo o mais recente plano decenal de expansão de energia realizado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), serão 1,35 milhão de brasileiros gerando a própria energia até 2027, e tudo indica que ela será solar.

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

As 6 cidades brasileiras na liderança da energia solar distribuída - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV