Instituto de Pesquisa Ecumênica agracia três teológ@s com o I Prêmio Harding Meyer

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22 Junho 2020

Dois teólogos e uma teóloga foram agraciad@s com o I Prêmio Harding Meyer de Ecumenismo concedido pelo Instituto de Pesquisa Ecumênica de Estrasburgo. Meyer foi pastor luterano, nascido (1928) na Alemanha, onde também doutorou-se. Ele lecionou Teologia Sistemática na Escola Superior de Teologia (EST), de São Leopoldo, de 1958 a 1967, e foi, durante toda a sua trajetória pastoral, um grande incentivador do ecumenismo.

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista.

A vencedora do prêmio ecumênico foi a teóloga menonita Anne Cathy Graber pelo seu trabalho “Maria: um estudo comparando o Redemptoris Mater, de João Paulo II, com o comentário de Lutero sobre o Magnificat à luz dos diálogos ecumênicos”. O estudo, informa o serviço de imprensa da Federação Luterana Mundial (FLM), analisa o consenso de questões tradicionalmente controversas da Mariologia.

Outro agraciado com o prêmio foi o teólogo sistemático católico Jakob Karl Rinderknecht, dos Estados Unidos. Ele produziu o trabalho “Mapeando o Consenso Diferenciado da Declaração Conjunta” sobre a Doutrina da Justificação, assinada por líderes luteranos e católicos em 1999. O acordo foi ampliado depois para incluir as igrejas Anglicana, Metodista e Reformada.

Pluralidade como um desafio: o Acordo de Leuenberg como modelo de mediação para igrejas reformadas na Europa” valeu o prêmio para o teólogo protestante alemão Jan Gross. O trabalho examina a contribuição de Meyer para o acordo e sua influência na comunhão de igrejas protestantes na Europa.

Harding Meyer 
Foto: Instituto de Estrasburgo

Ao deixar o Brasil, Meyer passou a integrar o Departamento Teológico da FLM como responsável pelos diálogos interdenominacionais. De 1967 a 1993, foi conselheiro teológico da Comissão Internacional Luterana – Católico Romana. É de sua lavra o primeiro rascunho da Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação. Harding faleceu em dezembro de 2018, na Alemanha.

O prêmio, a ser concedido a cada dois anos, tem por objetivo dar continuidade ao legado do trabalho inovador de Meyer, de modo especial com relação aos dois princípios ecumênicos fundamentais que defendia: o da diversidade reconciliada e o do consenso diferenciado. O pastor luterano argumentava que esses dois princípios permitem às várias famílias cristãs avançar na busca de reconciliação e unidade da igreja sem sacrificar suas próprias identidades.

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