Em São Pedro, o “mini hospital” disponibilizado pelo Papa: atendimento gratuito para aqueles que não podem pagar

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13 Novembro 2019

De volta este ano, por ocasião do Dia Mundial dos Pobres, o Centro de saúde oferece assistência médica aos necessitados.

A reportagem é de Salvatore Cernuzio, publicada por Vatican Insider, 11-11-2019. A tradução é de Luisa Rabolini.

Voltou novamente este ano, com o dobro dos serviços e na Praça de São Pedro, o Centro de saúde para os necessitados, o "mini hospital" disponibilizado pelo Papa para o Dia Mundial dos Pobres, que vai oferecer consultas e tratamentos gratuitos a moradores de rua, migrantes e todos aqueles que estão com dificuldades financeiras e não podem pagar por uma assistência médica especializada.

Inaugurada ontem, a estrutura - uma iniciativa promovida pelo Pontifício Conselho para a Nova Evangelização - permanecerá aberta todos os dias das 8h às 20h até domingo, 17 de novembro, dia em que o Papa presidirá a Missa para o Dia Mundial dos Pobres que ele idealizou e realizou, que será comemorado simultaneamente na Itália e em outras partes do mundo com várias iniciativas e culminará com o almoço de Jorge Mario Bergoglio no salão Paulo VI, com 1.500 pessoas carentes da Itália e da Europa.

Embora distante do recorde do ano passado, quando em apenas cinco dias médicos e enfermeiros do ambulatório haviam visitado mais de 200 pessoas, em menos de vinte e quatro horas o centro sanitário na Praça de São Pedro registrou uma grande afluência, apesar da quase inundação que atingiu a capital. Não são apenas os estrangeiros sem teto que gravitam na área de São Pedro e que apresentam patologias ligadas à vida nas ruas (problemas respiratórios, infecções, dermatites), mas também muitos homens e mulheres italianos, principalmente idosos, mas também de meia idade, que precisam atendimentos especializados, mas não pode pagar, dado que a maioria das estruturas privadas tem custos proibitivos, mesmo para quem tem um salário fixo.

Este ano, graças à colaboração do Dicastério presidido pelo Monsenhor Rino Fisichella com alguns parceiros como o Policlinico Gemelli, a Universidade de Tor Vergata, o Hospital San Giovanni-Addolorata, o Instituto Nacional para a promoção da saúde da população migrante e o combate das doenças da pobreza, aumentam as especialidades médicas que podem ser usufruídas no centro de saúde. Depois, no pequeno "hospital de campanha" localizado na colunata de Bernini, existem "consultórios" de medicina geral, cardiologia, diabetologia, dermatologia, reumatologia, infectologia, ginecologia, oftalmologia e podologia. Também funcionam três ambulatórios para as análises clínicas, vacinação contra a gripe e ecografias.

Para usufruir desses serviços, não é necessário marcar consulta, mas apenas ir até a Praça de São Pedro, acessar o Centro e realizar imediatamente a triagem clínica que encaminhará o usuário às várias clínicas. Todo o trabalho de acolhimento e assistência ao hóspede, bem como aos médicos presentes na estrutura, é oferecido pelo Corpo das Enfermeiras Voluntárias da Cruz Vermelha Italiana, a Associação Crocerossina da Itália Onlus e a Sociedade Italiana de Medicina Geral e Cuidados Primários.

A criação do Centro de Saúde e a preparação das várias iniciativas do Dia Mundial dos Pobres foram possíveis com o apoio da UnipolSai, Gilead, Roma Cares, Euroma 2, Fundação RH, Regia Congressi, Sequirus Srl, Confederação Nacional das Mercês Italianas, Halga Italia Srl, Methodo, Leo Pharma, Lloyds Pharmacy, Dedalus e Kilabs.

Todos eles quiseram ajudar o Papa Francisco a realizar o projeto para os necessitados da cidade de Roma. Um presente para contrastar a "indiferença" que o próprio Pontífice identificou como um dos males do nosso tempo.

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