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16 Julho 2019

No Índice de Pobreza Multidimensional (IPM) apresentado pela Organização das Nações Unidas, no final da semana passada, em Nova York, os pesquisadores partem da base de que a pobreza atravessou fronteiras e tornou obsoletas as categorias entre países pobres e ricos. A desigualdade em uma mesma área geográfica, inclusive entre as próprias pessoas pobres, é a primeira característica das formas em que se transformam as carências da população mundial. Conforme exemplificam os pesquisadores em um de suas notas de imprensa, “cerca de um quarto das crianças menores de cinco anos vivem em lares nos quais há ao menos um menor desnutrido e outro que não está”. Dois mais de 1,3 bilhão de pessoas que vivem em situação de pobreza multidimensional, 886 milhões vivem em países com níveis médios de renda, ao passo que 440 milhões estão em países de baixa renda.

A reportagem é publicada por El Salto, 15-07-2019. A tradução é do Cepat.

O relatório apresentado neste mês de julho abrange 101 países e 1.119 regiões em nível subnacional, e mede as condições de desenvolvimento de dois terços da população mundial. Junto ao Índice de Pobreza Multidimensional, a Organização das Nações Unidas acrescentou, entre 2010 e 2014, o Índice de Desenvolvimento Humano ajustado à Desigualdade, o Índice de Desenvolvimento de Gênero e o Índice de Desigualdade de Gênero aos parâmetros com os quais media o desenvolvimento humano, estabelecidos em 1990 com o Índice de Desenvolvimento Humano e a criação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), a ser alcançados em 2030.

Por isso, aos fatores de desenvolvimento econômico, o relatório acrescenta áreas da saúde, educação e o nível de vida para medir a pobreza multidimensional. A expectativa de vida ao nascer, os anos de escolarização e a presença de mulheres nos espaços de representação política são algumas das variáveis que são avaliadas para calcular a pobreza multidimensional. Segundo o Índice de Desenvolvimento Humano de 2018, as pessoas dos países com um desenvolvimento humano muito alto vivem em média 19 anos a mais que aquelas do grupo de países com baixo desenvolvimento humano.

E apesar da pobreza ter diminuído no mundo, na última década – 270 milhões de pessoas deixaram de ser pobres neste tempo -, a pesquisa alerta sobre o maior impacto da pobreza infantil. Quase a metade do 1,3 bilhão de pessoas em situação de pobreza multidimensional são crianças: uma em cada três crianças no mundo estão em níveis de pobreza nos dez indicadores do índice, ao passo que entre os adultos a proporção é de um em cada seis.

A boa notícia da redução bruta da pobreza multidimensional no mundo se deve ao progresso de países do sul da Ásia e do subcontinente indiano. Ao contrário da África, com exceção dos países do Magreb, em que vivem sob essas condições 560 milhões de pessoas. Os dez países com menor porcentagem de desenvolvimento se concentram no centro desse continente.

O leste asiático e o pacífico, onde vivem 118 milhões de pobres, os “estados árabes”, com 66 milhões, a América Latina e o Caribe, 40 milhões, e Europa, com 4 milhões, completam a soma da população em situação de pobreza. Líbia, Síria e Iêmen, países com conflitos abertos, protagonizam as quedas mais drásticas da última década em termos de desenvolvimento humano.

Desenvolvimento à espanhola

Dos 30 países com os maiores níveis de desenvolvimento, 21 estão na Europa. A Espanha ocupa o 26º lugar entre os 59 países com nível de desenvolvimento muito alto, após um aumento de 18,2% do nível de desenvolvimento, entre 1999 e 2017. A alta expectativa de vida - a Espanha é o quarto país em termos absolutos com maior expectativa de vida ao nascer -, o tempo destinado à educação e a renda per capita continuaram aumentando nesse período.

O fator mais negativo é o aumento da desigualdade a partir do início dos anos 2000. A Espanha perdeu 12 posições no Índice de Desenvolvimento Humano ajustado à Desigualdade, medida que a ONU introduz para comparar os níveis de desenvolvimento humano com a distribuição desses níveis no conjunto da população. Essa é a questão pendente desde a crise, já que a desigualdade aumentou em até 14,9%, ao passo que na França se situa em 10,1% e no conjunto da OCDE em 11,6%. A maior desigualdade se dá na divisão de salários, onde a diferença entre o índice de desenvolvimento humano e o índice de desenvolvimento ajustado à desigualdade é de 23,3%.

A pesquisa também reflete a brecha salarial e as desigualdades de gênero. Embora a expectativa de vida seja 5,5 anos maior entre as mulheres que entre os homens, e que estudem mais anos, o PIB per capita das mulheres é quase 15.000 euros menor.

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