COP24. Parolin: a mudança climática não é uma questão meramente técnica, mas moral

Revista ihu on-line

Planos de saúde e o SUS. Uma relação predatória

Edição: 541

Leia mais

Planos de saúde e o SUS. Uma relação predatória

Edição: 541

Leia mais

Planos de saúde e o SUS. Uma relação predatória

Edição: 541

Leia mais

Hans Jonas. 40 anos de O princípio responsabilidade

Edição: 540

Leia mais

Hans Jonas. 40 anos de O princípio responsabilidade

Edição: 540

Leia mais

Hans Jonas. 40 anos de O princípio responsabilidade

Edição: 540

Leia mais

Do ethos ao business em tempos de “Future-se”

Edição: 539

Leia mais

Do ethos ao business em tempos de “Future-se”

Edição: 539

Leia mais

Do ethos ao business em tempos de “Future-se”

Edição: 539

Leia mais

Mais Lidos

  • Por que o Papa Francisco não tem medo de um cisma

    LER MAIS
  • O cardeal Burke inicia a cruzada contra o Sínodo sobre a Amazônia, com base em um documento herético

    LER MAIS
  • Os 12% do presidente – em que lugar da sociedade habita o bolsonarista convicto?

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

04 Dezembro 2018

“A mudança climática também é uma questão moral e não meramente técnica”. A afirmação é do secretário de Estado, cardeal Pietro Parolin, enviado do Papa Francisco à conferência COP24, que começou hoje [03 de dezembro] na cidade polonesa de Katowice, com o objetivo de desenvolver um programa de trabalho sobre o Acordo de Paris de 2015 e formular diretrizes, regras e mecanismos institucionais que facilitem a implementação deste acordo sobre o clima.

A reportagem é publicada por Vatican Insider, 03-12-2018. A tradução é de André Langer.

De acordo com a Santa Sé, o programa da luta contra o aquecimento global deve ter “fundamentos éticos” e atender a três objetivos: insistir em e respeitar a dignidade humana, reduzir e eliminar a pobreza e mitigar a mudança climática de forma responsável, recordou o cardeal Parolin. Ainda é possível “limitar” o aquecimento global, afirmou, mas é necessário fazê-lo com uma “clara e decidida vontade política” que promova o mais rápido possível o processo de transição para um modelo de desenvolvimento livre de tecnologias e comportamentos que influenciem na superprodução de gases de efeito estufa.

“Para que os problemas climáticos sejam éticos” é necessário que, além dos Estados, outros “atores ofereçam um impacto”, enfatizou o cardeal. “Não temos alternativas: devemos nos comprometer para poder trabalhar em prol da construção de uma casa comum”.

Em seu discurso, de acordo com o sítio Vatican News, Parolin recordou os passos que devem ser dados para alcançar esses objetivos, a saber: a promoção de modelos de consumo e produção sustentáveis, o reforço na prevenção da especulação e da corrupção, a plena e efetiva participação das populações locais, incluindo as populações indígenas, nos processos decisórios e de execução.

Além disso, acrescentou, uma correta implementação do Acordo de Paris será eficiente na medida em que mais e melhores oportunidades de trabalho forem oferecidas, tendo presente o respeito aos direitos humanos, a proteção social e a erradicação da pobreza, com particular atenção pelas pessoas mais vulneráveis às mudanças climáticas. Esta transição requer “formação, educação e solidariedade”, disse o cardeal, que espera uma ação rápida, em um contexto de ética, equidade e justiça social, além de decisões “justas e de longo prazo” que orientem investimentos financeiros e econômicos para setores que realmente incidam no futuro da humanidade.

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

COP24. Parolin: a mudança climática não é uma questão meramente técnica, mas moral - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV