Membro da comissão papal sobre abusos sexuais sugere mudanças no grupo para o outono

Revista ihu on-line

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Mais Lidos

  • Vandana Shiva: “Temos de destruir o mito de que a tecnologia é uma religião que não pode ser questionada”

    LER MAIS
  • III Jornada Mundial dos Pobres: o papa almoçará com 1500 convidados

    LER MAIS
  • “Em um Brasil deserto de lideranças, Lula vai fazer a festa”, afirma o cientista político Jairo Nicolau

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

27 Junho 2017

Um membro da comissão do Papa Francisco sobre abuso sexual do clero sugeriu uma mudança na composição do órgão consultivo em algum momento deste outono, já que os termos originais de três anos concedidos aos indivíduos do grupo estariam expirando.

A reportagem é de Joshua J. McElwee, publicada por National Catholic Reporter, 23-06-2017. A tradução é de Luísa Flores Somavilla.

O padre jesuíta Hans Zollner, nomeado membro inicial da Pontifícia Comissão para a Proteção dos Menores por Francisco, junto com outros sete membros em março de 2014, disse que o grupo deve ter sua última sessão plenária em setembro.

"As pessoas sabem que o mandato desta comissão deve se encerrar", disse Zollner, na quinta-feira, na Pontifícia Universidade Gregoriana. "O mandato é de três anos e, no final deste ano, ele termina".

"Estamos ansiosos para ver qual será o acompanhamento", disse o jesuíta.

"Há mais uma plenária... que será a última", continuou ele. "A partir daí, vamos ver o que virá a seguir, como a Comissão estará e qual será a adesão".

Ainda que a criação da comissão pontifícia tenha sido vista inicialmente como um sinal da seriedade de Francisco no enfrentamento à contínua crise de abusos sexuais no clero, a eficácia do grupo foi questionada nos últimos meses.

Uma das primeiras pessoas a fazer parte da comissão, a irlandesa sobrevivente de abuso Marie Collins, renunciou em 1º de março. Ela disse em uma declaração ao NCR na época que se sentia forçada a sair devido à sua frustração com a relutância dos funcionários do Vaticano em cooperar com o trabalho da comissão para proteger as crianças e cuidar dos sobreviventes.

Dois sobreviventes foram convidados para a comissão, e Collins foi uma delas. O outro, o britânico Peter Saunders, teve licença indefinida em 2016.

O cardeal de Boston, Sean O'Malley, lidera a comissão pontifícia. O secretário é o Monsenhor Robert Oliver, que lidera seu escritório em Roma.

Francisco nomeou Zollner, Collins e O'Malley para o grupo, juntamente com outras cinco pessoas, em 22 de março de 2014. Oliver, Saunders e outras oito pessoas foram nomeadas em 17 de dezembro de 2014.

Os estatutos da comissão afirmam que os membros, incluindo o presidente e o secretário, devem ser nomeados para mandatos de três anos e podem ser reconduzidos a critério do papa.

Zollner respondeu a perguntas do NCR em 22 de junho, em uma conferência de imprensa após uma conferência anual organizada pelo Centro Gregoriano de Proteção à Criança, do qual é líder. A conferência reúne pessoas de todo o mundo anglófono que trabalham na área da proteção infantil.

O tema da conferência deste ano, co-organizado pelo Serviço de Proteção Católica Escocês e pela Comissão de Proteção de Malta, foi "Celebrar a Esperança".

Entre os palestrantes da conferência estavam o arcebispo maltês Charles Scicluna, ex-promotor de justiça da Congregação para a Doutrina da Fé do Vaticano, e o Capuchinho Pe. David Songy, presidente do St. Luke Institute em Maryland.

Zollner disse que o tema do evento foi importante porque quem trabalha na área da proteção infantil tem um trabalho "muito desafiador".

Proteger os menores "vem com muitas expectativas e com uma história de falhas e deficiências", disse o jesuíta.

"As pessoas que trabalham neste campo correm o risco de ficar sem energia e se frustrarem, e essa foi uma das razões pelas quais decidimos abordar o tema da esperança", disse ele.

Andrew Azzopardi, membro da Comissão de Proteção da Igreja maltesa, que participou do evento, disse que os organizadores queriam se concentrar no aspecto positivo do tema, "reconhecendo que há desafios, há dificuldades, há coisas pesadas no nosso trabalho, mas também oferecendo uma luz no fim do túnel".

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Membro da comissão papal sobre abusos sexuais sugere mudanças no grupo para o outono - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV