Em Cracóvia a JMJ 2.0 com o Papa Francisco

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11 Maio 2016

A Jornada Mundial da Juventude se renova para permanecer fiel a si mesma. E retorna na Polônia, a pátria de João Paulo II que há trinta anos inventou este extraordinário encontro de jovens que continua tendo tanto sucesso. De 25 a 31 de julho mais de seiscentos mil jovens de todo o mundo chegarão à Polônia, dormirão nas casas de família, nas paróquias e nas escolas. E se prepararão para encontrar o Papa, de 28 a 31 de julho, em Cracóvia. Para a Missa final são esperados dois milhões de pessoas. São previstos cem mil italianos, o grupo mais numeroso após os polacos, acompanhados por uma centena de bispos. São vinte mil os voluntários, além de seis mil jornalistas de todo o mundo. São números de um grande evento. São mais de 180 os Países dos quais proveem os jovens que já se inscreveram. 250 chegarão até de Bagdá. 

A reportagem é de Ignazio Ingrao, publicada por Panorama, 10-05-2016.

“Uma jornada sempre mais social. Estamos fazendo um grande recurso à mídia e à internet para preparar esta jornada e estes instrumentos terão um papel fundamental de apoio também nos dias do evento”, explicam Elettra Sofia Mauri e Jamie Lynn Black, duas voluntárias responsáveis do centro de imprensa da JMJ

Elettra, com 25 anos, de Varese, chegou à Polônia para o Erasmus e depois decidiu permanecer na Polônia para dedicar o seu tempo à organização deste grande evento. Jamie, da Filadélfia, estudou comunicação e já se ocupou da organização do Encontro mundial das famílias no verão passado em sua cidade. Os voluntários já trabalham em tempo pleno para organizar este encontro.

Um canal Youtube já está ativo, e também uma página Facebook com mais de um milhão e meio de Like, um account [conjunto] Twitter com milhares de seguidores, Instagram, Pinterest. Será até possível seguir as catequeses e os encontros de preces em direta pelo Periscópio. Também foi realizada uma app para permitir a todos os jovens que participarão terem informações úteis em tempo real. O problema, além dos transportes, será garantir o acesso à telefonia móvel contemporaneamente para todos estes jovens, mas estamos trabalhando nisso com a ajuda das companhias telefônicas, explica Pawel Stanczyk, secretário do município de Cracóvia. Aliás, são estes os inconvenientes da JMJ 2.0.

Um Festival dos jovens cheio de surpresas

Do concurso de dança ao torneio de futebol, junto a momentos de prece e eventos culturais: são mais de 500 os encontros previstos durante o Festival dos jovens que precederá o encontro com o Papa em Cracóvia, explica Jamie Lynn. O programa, como de costume, prevê as catequeses em nove línguas diversas animadas pelos bispos presentes, a Via Sacra com o Papa, a vigília noturna e a Missa final na imensa esplanada de Brzegi, a 13 quilômetros de Cracóvia, onde fervem os trabalhos para preparar a área e construir o grande altar para celebração. Na mesma área a Caritas de Cracóvia quis construir uma Casa da Misericórdia para os pobres, com um armazém para alimentos, vestes e remédios que permanecerá, como sinal de solidariedade, também após a Jornada. 

Quanto custa participar da JMJ

As inscrições estão abertas até primeiro de julho no site da Jornada. Para a viagem cada participante deverá providenciar pessoalmente. Mas, para o alojamento, os traslados, as refeições e a segurança a organização previu pacotes a custos bastante moderados: 180 euros para os jovens que quiserem permanecer em Cracóvia durante toda a semana, tudo incluído. 

Será a organização que providenciará o alojamento em famílias, escolas, paróquias e fornecerá as refeições. 80 euros para quem quiser participar sozinho nos dias em que estará presente o Papa, de 28 a 31 de julho, com possibilidade de partir dia primeiro de agosto, tudo incluído. 40 euros, enfim, sem alojamento e sem refeições, para quem quiser estar somente na véspera do dia 30 e na Missa de 31 de julho. Esta Jornada é uma grande mensagem de paz e de acolhida que os jovens lançam ao mundo, a exemplo de São João Paulo II, comenta o cardeal Stanislaw Dziwisz, arcebispo de Cracóvia, que foi secretário pessoal de Wojtyla.

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