‘Ação da polícia de Alckmin é outra face do Estado de exceção no país’, diz mãe de aluno

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04 Maio 2016

A condução truculenta do secretário da Segurança Pública do governo de Geraldo Alckmin (PSDB), Alexandre de Moraes, que determinou na segunda-feira (2) o ingresso da Polícia Militar paulista no prédio do Centro Paula Souza sem que houvesse mandado judicial para o cumprimento da reintegração de posse, é mais uma demonstração do estado de exceção em vigor no país. A avaliação é da cientista social, mãe de aluno de escola estadual e integrante do Comitê de Mães e Pais em Luta Rosemary Segurado.

A reportagem é de Cida de Oliveira, publicada por Rede Brasil AtualRBA, 03-05-2016.

“Autorizar a entrada de força policial sem mandado judicial e depois não ordenar a saída da tropa, desacatando determinação do juiz, demonstra que o secretário entende estar acima do Tribunal de Justiça, acima de Deus, acima de tudo”, afirma. O nome de Moraes chegou a ser comentado para chefiar o Ministério da Justiça num eventual governo do vice-presidente, Michel Temer (PMDB).

De acordo com Rosemary, que em conversa informal ouviu do coronel responsável pela operação que não podia retirar a tropa porque faltava ordem do secretário, o episódio sinaliza também que a repressão policial aos estudantes será mais intensa do que a sofrida pelos estudantes em 2015, quando chegaram a ocupar 213 escolas em todo o estado. A mobilização, dentro das escolas e nas ruas, levou à queda do então secretário da Educação, Herman Voorwald, e ao anúncio da suspensão dos efeitos da reorganização. As manifestações, aliás, motivaram a criação do Comitê de Mães e Pais em Luta.

Desde a última quarta-feira (28), estudantes ocupam a sede administrativa do Centro Paula Souza, na região central da capital. No começo da manhã de hoje (3), eles ocuparam escolas técnicas estaduais (Etecs) e, no final da tarde, o plenário da Assembleia Legislativa.

Eles reivindicam alimentação escolar adequada – e não apenas bolachas – nas escolas, onde muitos passam quase o dia todo, ou o fornecimento de auxílio-refeição, especialmente para aqueles que estudam em período integral. Outra reivindicação é a instalação imediata de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar desvios na verba destinada às merendas, escândalo que envolve o nome do presidente da Assembleia, Fernando Capez (PSDB).

“Os secundaristas, mais uma vez, estão tendo a coragem enfrentar esse governo e os ataques à educação. Como pode oferecerem biscoito de polvilho como se fosse alimentação para alunos que passam quase o dia todo na escola? Jovens, os estudantes não têm medo de nada. Mas nós, mães e pais, nos preocupamos. Os policiais estão fortemente armados”, diz Rosemary. Outra preocupação, segundo ela, é com ameaças e assédio moral de dirigentes escolares, que pressionam pela desocupação.

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