Os bispos alemães foram o motor do Sínodo

Revista ihu on-line

A fagocitose do capital e as possibilidades de uma economia que faz viver e não mata

Edição: 537

Leia mais

Juventudes. Protagonismos, transformações e futuro

Edição: 536

Leia mais

No Brasil das reformas, retrocessos no mundo do trabalho

Edição: 535

Leia mais

A fagocitose do capital e as possibilidades de uma economia que faz viver e não mata

Edição: 537

Leia mais

Juventudes. Protagonismos, transformações e futuro

Edição: 536

Leia mais

No Brasil das reformas, retrocessos no mundo do trabalho

Edição: 535

Leia mais

Mais Lidos

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

Por: Jonas | 27 Outubro 2015

O chamado grupo “Germânico” era um dos treze grupos linguísticos que trabalhou, durante três semanas, no Vaticano, a respeito dos desafios que a família moderna gera para a Igreja. Suas contribuições foram apreciadas por unanimidade pelos cerca de 400 bispos e cardeais convocados pelo Papa no Vaticano.

A reportagem é publicada por Religión Digital, 25-10-2015. A tradução é do Cepat.

Diferente do grupo de língua francesa, “Gallicus”, onde a convivência entre prelados europeus, africanos e canadenses não foi sempre fácil, com discussões em certas ocasiões azedas, os “germânicos” (alemães, austríacos, suíços) fizeram propostas originais.

Os cardeais, todos teólogos brilhantes e cultos, com posições muito variadas (conservadores, progressistas, moderados), trabalharam juntos “como uma grande família”, afirmaram vários observadores.

Os cardeais Reinhard Marx, Walter Kasper, símbolo do progressismo por suas posições de abertura, Christoph Schönborn, promotor de uma igreja moderada que escuta o mundo, e Gerhard Ludwig Müller, intransigente guardião do dogma como prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, líder dos conservadores, encontraram em quase um mês de deliberações o que se chamou de “via alemã” ao Sínodo.

Até o inflexível Müller não se opôs à solução alcançada no documento final que aceita dar a comunhão, ‘de acordo com o caso’ e após um processo de elaboração e ‘discernimento’, aos divorciados em segunda união civilmente, que assim desejarem.

Trata-se de acompanhar a pessoa em uma espécie de tomada de consciência para voltar a ter acesso aos sacramentos: confissão e comunhão, com o que não se violaria a doutrina da Igreja, que considera o matrimônio indissolúvel.

Uma comissão de teólogos estudará a proposta posteriormente.

Os cardeais e bispos de língua alemã consideram que o conceito de matrimônio evoluiu e progrediu, em 2.000 anos de história do cristianismo, e que continua nesse processo.

Portanto, também propõem que se conceda um prazo aos casais para que amadureçam a ideia de contrair matrimônio e pedem que se deixe de forçá-los a tomar uma decisão: “ou tudo ou nada”.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Os bispos alemães foram o motor do Sínodo - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV