Uma obra ao mês durante o Ano Santo da Misericórdia

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16 Junho 2015

Refeitórios para os pobres, dormitórios, cursos vespertinos, albergues, consultórios familiares, centros para reinserção social dos presos. Uma obra ao mês para Roma. No dicastério vaticano para a Nova Evangelização e no Vicariato trabalham em doze “signos de misericórdia” que Francisco dará à capital durante o Ano Santo. Serão gestos em primeira pessoa por parte do Papa e terão um efeito duradouro em Roma. Eles se inspiram nas obras de misericórdia corporal e espiritual indicadas no Evangelho. Ou seja, dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, hospedar os peregrinos, visitar os enfermos, visitar os presos, dar sepultura aos mortos.

A reportagem é de Giacomo Galeazzi, publicada pelo sítio Vatican Insider, 12-06-2015. A tradução é de Benno Dischinger.

Trata-se de estruturas permanentes que, ao terminar o Jubileu, terão uma “utilidade prática”! no setor caritativo e assistencial. O objetivo é enfrentar a situação das periferias. Na Cúria, os organizadores devem enfrenar as lentidões burocráticas e administrativas da capital italiana. Falta quem se ocupe das práticas. As autorizações e as trocas de destino de uso local e terrenos exigem assinaturas em atas que nenhum dos municípios plasma devido às investigações judiciais e as incertezas sobre a sorte do atual governo da urbe. O plano das obras de Francisco pretende incidir nas exigências dos mais débeis, seguindo o modelo do centro para os pobres que mandou criar o próprio Papa ao lado da Praça São Pedro. Estão sendo buscados os lugares para leva-las a cabo. Já se identificaram alguns locais e zonas que correspondem a necessidades coletivas.

Sinais concretos de misericórdia que permanecerão inclusive quando a Porta Santa do Jubileu volta a ser fechada. Por sua parte, o Vaticano se pôs imediatamente em movimento para a organização, participando das reuniões com o governo e as autoridades de Roma. Mediante o Jubileu, o Pontífice pretende levar “a misericórdia à vida cotidiana da Igreja, e a cotidianidade dos gestos”, explicou o arcebispo Rino Fisichela, ministro da Nova Evangelização e encarregado do Ano Santo. Tempos rápidos, uma planificação ágil e que se concentre na fé. Com a possível canonização da Madre Teresa de Calcutá durante o Ano Santo e a Ostensão, na Basílica de São Pedro, das relíquias do Padre Pio.

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