Francisco abre o Sínodo: falar claro e escutar com humildade

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Por: Jonas | 07 Outubro 2014

Falar claro e escutar com humildade. São as duas indicações “metodológicas” que o Papa Francisco (foto) deu aos padres sinodais, ao introduzir a primeira sessão do Sínodo Extraordinário sobre a Família, que começou nesta manhã, na nova aula do Sínodo, e que terminará no próximo dia 19 de outubro, dentro de duas semanas.

 
Fonte: http://goo.gl/def6pm  

A reportagem é de Iacopo Scaramuzzi, publicada por Vatican Insider, 06-10-2014. A tradução é do Cepat.

“Uma condição geral de base é esta: falar claro. Que ninguém diga: ‘Sobre isto não se pode dizer’”; ‘Irão pensar que sou assim...’”, disse Jorge Mario Bergoglio. “É preciso dizer tudo o que se sente com parresia. Depois do último Consistório (fevereiro de 2014), no qual se falou sobre a família, um cardeal me escreveu dizendo: ‘Pena que alguns cardeais não tenham tido a coragem de dizer algumas coisas em respeito ao Papa, considerando que, talvez, o Papa pensasse diferente’. Isto não é certo, isto não é sinodalidade, porque é preciso dizer tudo o que, no Senhor, acredita-se que é preciso dizer: sem timidez. E, ao mesmo tempo, deve-se escutar com humildade e acolher com o coração aberto o que dizem os demais irmãos. A sinodalidade se exerce com estas duas atitudes. Por isso, peço-lhes, por favor, estas atitudes de irmãos no Senhor: falar com parrésia e escutar com humildade. E façam isso com toda a tranquilidade e toda a paz, porque o Sínodo se desenvolve sempre ‘cum Petro et sub Petro’, e a presença do Papa é uma garantia para todos e custódia da fé. Queridos irmãos, colaboremos todos para que se afirme com clareza a dinâmica da sinodalidade”.

Acompanhavam o Papa argentino o cardeal Lorenzo Baldisseri, Secretário do Sínodo, e o relator geral, o arcebispo de Budapeste, Peter Erdö, além dos três presidentes delegados: os cardeais André Vingt-Trois, arcebispo de Paris, Louis Antonio Tagle, arcebispo de Manila, Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida, e o Secretário especial, o bispo de Chieti, Bruno Forte. Na mesa, havia uma estatueta de ébano que representava a Sagrada Família, oferecida ao Papa pelos bispos da República Democrática do Congo, em uma recente visita “ad Limina”.

Após os agradecimentos aos padres sinodais, às Conferências episcopais e ao pessoal da Secretaria do Sínodo (“Trabalharam infatigavelmente, e continuam trabalhando pelo bom resultado do presente Sínodo: obrigado, de verdade, muito obrigado, e que o Senhor lhes recompense!”), o Papa enfatizou que desejou que “o espírito de sinodalidade estivesse presente na escolha do relator, do Secretário geral e dos presidentes delegados. Os dois primeiros foram eleitos diretamente pelo Conselho pós-sinodal, que foi eleito pelos participantes do último Sínodo. Por outro lado, como os presidentes delegados devem ser escolhidos pelo Papa, pedi ao próprio Conselho pós-sinodal que me propusesse alguns nomes, e nomeei aqueles que o Conselho me propôs”. “Vocês trazem a voz das Igrejas particulares, reunidas em nível de Igrejas locais mediante as Conferências Episcopais. A Igreja universal e as Igrejas particulares são de instituição divina; as Igrejas locais, assim entendidas, são de instituição humana. Vocês trarão esta voz em sinodalidade. É uma grande responsabilidade: trazer as realidades e as problemáticas das Igrejas, para ajudá-las a caminhar por essa via que é o Evangelho da família”.

Ao final, antes de uma pausa (que foi seguida pela apresentação do cardeal Peter Erdö sobre a “Relatio ante disceptationem”), o cardeal Lorenzo Baldisseri, Secretário do Sínodo, apresentou o encontro e recordou as etapas que até o momento ocorreram, o calendário de trabalho e algumas indicações práticas: “Não usar o Twitter durante o debate para manter a devida reserva”, advertiu o purpurado italiano aos padres sinodais. “Estejam livres para falar com os jornalistas e conceder entrevistas fora da aula sinodal; fica sob a prudência de cada um a avaliação do que dizer para acompanhar o debate em seus diferentes argumentos”.

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