Monstros no armário

Revista ihu on-line

“Raízes do Brasil” – 80 anos. Perguntas sobre a nossa sanidade e saúde democráticas

Edição: 498

Leia mais

Desmilitarização. O Brasil precisa debater a herança da ditadura no sistema policial

Edição: 497

Leia mais

Morte. Uma experiência cada vez mais hermética e pasteurizada

Edição: 496

Leia mais

Mais Lidos

  • O que a desobediência de Renan e as bombas da igreja no Rio têm em comum?

    LER MAIS
  • Religiosos e religiosas do Brasil manifestam comunhão com o pontificado do papa Francisco

    LER MAIS
  • Proposta para Previdência endurece regra para jovens e tira renda de vulneráveis

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU

close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

15 Janeiro 2014

Uma nova investigação do Greenpeace lançada nesta terça-feira, em Pequim, China, revela que uma série de marcas famosas de vestuário infantil – como Disney, Adidas e Burberry – estão produzindo roupas e calçados com produtos químicos perigosos que estão sendo descartados no meio ambiente.

A reportagem foi publicada pelo sítio Greenpeace, 14-01-2014.

O relatório “A Little Story About the Monsters in Your Closet” (“Uma pequena história sobre monstros no seu armário”, em livre tradução) mostra os resultados de testes feitos em produtos de 12 marcas da indústria, incluindo GAP, Nike e American Apparel. Foram detectados elementos químicos em roupas de todas as empresas.

Nas análises, foram encontrados altos níveis de substâncias como PFOAs, Phthalates e NPEs – elementos tóxicos que, durante o processo de produção, estão sendo irresponsavelmente descartados no meio ambiente, e que podem gerar impactos nos sistemas reprodutivo, hormonal e imunológico dos seres humanos.

“Em qualquer parte do mundo, comprar roupas infantis livres de substâncias químicas virou um pesadelo. De Pequim a Berlim, esses elemtentos estão poluindo nossos cursos d’água”, afirmou Chih An Lee, da campanha Detox, do Greenpeace no sudeste asiático. “É urgente que a indústria da moda deixe de usar essas substâncias em sua produção, para o bem da atual e das próximas gerações. Pais, fãs de moda e comunidades locais podem ajudar a colocar um ponto final nisso, exigindo das marcas que parem a poluição”.

Chih An Lee ainda lembrou que algumas marcas famosas já começaram a caminhar para uma produção mais limpa. “Graças à mobilização de pessoas no mundo inteiro, algumas das maiores marcas de roupa já se comprometeram a desintoxicar sua produção, tornando sua cadeia produtiva mais transparente e livre de substâncias tóxicas”.

A China continua sendo a maior produtora têxtil e consumidora de substâncias químicas no mundo. O Greenpeace está pedindo ao governo do país que colabore para que essa indústria deixe de usar e descartar essas substâncias no meio ambiente. É urgente que seja publicada uma lista negra dessas substâncias e que a indústria ofereça mais transparência sobre esses processos.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Instituto Humanitas Unisinos - IHU - Monstros no armário