Mercosul é "inviável" no atual formato, diz Mujica

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15 Março 2013

O presidente do Uruguai, José Mujica, prepara uma carta aos líderes dos outros países-membros do Mercosul (Brasil, Argentina e Venezuela) em que pedirá uma conversa franca  para se discutir os rumos futuros do bloco. O chefe de Estado uruguaio entende que, “nas condições atuais em que se encontra, a organização é inviável”. A declaração de Mujica, publicada na revista semanal Búsqueda, foi transmitida por uma fonte do Executivo uruguaio que preferiu não se identificar.

A informação é publicada por Opera Mundi, 14-03-2013.

A preocupação do presidente, segundo essa fonte, é não saber o que se fazer com o bloco. “Vamos voltar a ficar quietos ou tomaremos em conta algumas coisas que deveríamos fazer? Isso é a primeira coisa a se resolver. E a segunda é com quem e para onde”, diz a fonte, citando Mujica.

"O presidente tem claro que este é um momento em que o país e a região não podem continuar parados", disse a fonte à revista, que explicou que o governo local está preocupado com a agenda externa congelada do Mercosul, com dificuldades para fechar acordos de livre comércio relevantes.

"Se faz necessária uma discussão sobre o rumo que o mundo está tomando, além dos problemas internos do Mercosul. O que é muito claro é que estamos muito fechados. Ao mesmo tempo, há uma grande mobilidade no mundo que devemos tomar em conta", disse o presidente às fontes.

O Uruguai ocupa a presidência pró-tempore do bloco até a primeira metade do ano. O Paraguai também faz parte da organização, mas se encontra suspenso desde o golpe institucional contra o presidente Fernando Lugo, em junho de 2012.

Mujica deseja a integração dos países asiáticos do Oceano Pacífico, além de avanços para criar uma zona de libre comercio com os países da Aliança do Pacífico (Chile, Colômbia, Peru e México), além dos Estados Unidos e a União Europeia.

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