Sudão do Sul. Governo e rebeldes se reunirão no Vaticano

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03 Abril 2019

O presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir, e o líder da oposição, Riek Machar, se reunirão em 9 de abril no Vaticano, a convite do Papa Francisco, para impulsionar a implementação de um acordo de paz.

A reportagem é publicada por El Diário, 02-04-2019. A tradução é do Cepat.

Ambos os líderes anunciaram que receberam o convite do Papa e indicaram sua intenção de ir ao Vaticano, embora a viagem de Machar, que reside em Khartoum sob prisão domiciliar, dependa de receber autorização da Autoridade Intergovernamental para o Desenvolvimento no Oriente da África (IGAD).

Um porta-voz da oposição, Manawa Peter Gatkouth, confirmou hoje à Efe que Machar recebeu e aceitou o "convite do Papa Francisco para participar de uma reunião bilateral com o Presidente Kiir no Vaticano" na próxima semana.

A finalidade da reunião é "construir e fortalecer a confiança entre ambos", quando falta poucas semanas para a formação de um novo Executivo de transição, na qual haverá representantes de ambos os lados, cuja constituição está prevista para o próximo dia 12 de maio.

No entanto, Gatkouth denunciou que a IGAD, mediadora do conflito sul-sudanês, "ainda não suspendeu a prisão domiciliar imposta a Machar".

O porta-voz do governo sul-sudanês e ministro da Informação, Michael Makuei Lueth, também confirmou à Efe a participação do presidente Kiir, que liderará "uma grande delegação" no Vaticano.

O acordo de paz entre o governo e a oposição armada, assinado em agosto passado em Cartum e ratificado em setembro em Addis Abeba, visa pôr fim ao conflito desencadeado no final de 2013.

Esse pacto estipulou um prazo de oito meses para a criação de um exército nacional que integre combatentes rebeldes, entre outros pontos que ainda não se materializaram devido à falta de recursos.

Neste contexto, o porta-voz da opositora Aliança dos Partidos Nacionais no Sudão do Sul, Abdelkarim Kamun, insistiu hoje sobre a necessidade de que se forme um Governo em 12 de maio.

Se os prazos não forem respeitados, Kamun disse em declarações à Efe que "é um risco porque implicaria enfraquecer o acordo, bem como um aumento na falta de confiança" entre as partes.

A maioria dos grupos rebeldes do Sudão do Sul, incluindo a principal facção liderada por Machar, aceitaram o pacto, que supõe a segunda tentativa de pôr fim em um conflito de colorações étnicas que eclodiu no final de 2013.

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