A cúpula do Vaticano sobre abusos sexuais é um momento de ação decisiva, afirma editorial de revista jesuíta

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14 Fevereiro 2019

"A Igreja precisa de diretrizes fortes e sem equívocos para a prevenção de abusos e justiça para as vítimas, uma declaração pública de que os direitos das vítimas são prioridade, e ações legais para garantir que ninguém na Igreja, nem mesmo bispos e cardeais, estão acima da lei", afirma editorial da revista America, 08-02-2019. A tradução é de Natalia Froner dos Santos.

Eis o editorial.

Cunctando regitur mundus: “O mundo é regido por atraso”. Esse antigo aforismo do latim tem por muito tempo sido um princípio guia da prática romanita, a arte de fazer as coisas na Cidade Eterna. Em uma Igreja que tem o costume de determinar o tempo em séculos, paciência para esperar pelo momento certo de agir é de fato importante.

Os bispos católicos dos EUA e suas congregações tiveram um gosto de como funciona a prática romanita antes e durante a Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), realizada em Novembro, em Baltimore, quando o Papa Francisco pediu que eles apresentassem uma votação sobre novas reformas a respeito dos abusos sexuais, até que o encontro mundial dos presidentes das conferências episcopais da Igreja Católica em Roma fosse planejado, de 21 a 24 de fevereiro. Ao que pareceu, o Papa e seus conselheiros não queriam que os bispos americanos agissem unilateral ou precipitadamente em um assunto com implicações mundiais.

Agora que o encontro do Vaticano está finalmente prestes a acontecer, as expectativas são altas (até mesmo altas demais) de que a cúpula traga mudanças significativas e duradouras na abordagem da Igreja sobre a praga do abuso sexual e seu acobertamento. Nós rezamos para aqueles que estarão em Roma e pedimos para lembrarem que esse não é mais o tempo de espera. A Igreja precisa de diretrizes fortes e sem equívocos para a prevenção de abusos e justiça para as vítimas, uma declaração pública de que os direitos das vítimas são prioridade, e ações legais para garantir que ninguém na Igreja, nem mesmo bispos e cardeais, estão acima da lei.

As vezes, por transparência e ações decisivas o mundo é regido.

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