A tragédia das armas fáceis. Provocaram a morte de 40.000 pessoas nos EUA

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18 Dezembro 2018

No ano passado, nos Estados Unidos, as armas de fogo mataram cerca de 40.000 pessoas, o nível mais alto em quatro décadas. O dramático dado foi certificado pelo Centers for Disease Control and Prevention, ressaltando que cerca de 14.542 pessoas foram mortas em 2017, em assassinatos cometidos com armas de fogo. Mas, para contribuir para o pouco invejável "primado" também contribuiu o alto número de suicídios com armas: foram 23.854, que equivale a 12 mortes por 100.000 pessoas (um aumento de 10,1 em comparação com 2010). Esse é o maior nível desde 1996.

A informação é publicada por L’Osservatore Romano, 15-12-2018. A tradução é de Luisa Rabolini.

O ano de 2017 foi também o ano dos tiroteios em massa com mais mortes na história moderna dos EUA. Como aquele que ocorreu em Paradise, perto de Las Vegas, na noite de 1 de outubro do ano passado, que matou 59 pessoas, deixando outras 489 feridas.

De modo mais geral, a pesquisa do Centers for Disease Control and Prevention indica que seis países são responsáveis por mais de metade de todas as 250.000 vítimas por arma de fogo no mundo. Na lista, além dos Estados Unidos, aparecem o Brasil, o México, a Colômbia, a Venezuela e a Guatemala.

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