Colômbia. Arcebispo de Cali afirma que assassinato de líderes sociais é uma tragédia

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24 Julho 2018

Monsenhor Darío de Jesús Monsalve, arcebispo de Cali, qualificou como uma tragédia o assassinato sistemático de líderes sociais e defensores de direitos humanos em todo o território colombiano.

A reportagem é de Diana Marcela Villega, publicada por RCN, em 21-07-2018. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.

Ante os últimos acontecimentos, monsenhor assegurou o que o país deve fazer é se colocar de pé para proteger em cada territórios a essas lideranças e que se exija frente ao governo conhecer a verdade do que está ocorrendo.

“Eu creio que enquanto não se desmontem as estruturas, digamos originárias dessas mortes, não vamos poder ter a segurança de socorrer a vida de ninguém e menos dos e das líderes sociais”, enfatizou.

Para o arcebispo, tanto o governo, como a comunidade internacional, porém também as comunidades no território, devem unir-se para identificar de onde vem essas instruções de morte.

O prelado da Igreja Católica na capital de Valle del Cauca, também advertiu as autoridades no país que os jovens de comunidades afro na Colômbia, estão sendo recrutados por bandas criminais.

As declarações do arcebispo de Cali, se conheceram no marco do assassinato de outro líder social no departamento de Antioquia e a descoberta de restos humanos de uma pessoa no setor de Naya e que poderia ser de Iber Ângulo Zamora, sequestrado por um grupo armado ilegal no último 5 de maio.

Nesse dia o líder social de El Naya, era conduzido a Buenaventura para uma missão humanitária para salvaguardar sua vida ante as ameaças de morte que pesavam contra si, embora presuntos dissidentes da 30.ª Frente das FARCs, interceptaram a lancha na qual era mobilizado e se levaram com rumo desconhecido.

Ademais de Iber, desde o 21 de abril se encontram desaparecidos dois de seus irmãos e um primo, que faziam parte do Conselho Comunitários de El Naya.

Eles são Obdulio Ângulo Zamora, de 33 anos; Hermes Ângulo Zamora, de 28 anos; e Simeón Olave Angulo, de 32 anos, que foram vistos pela última vez quando se mobilizavam por Puerto Merizalde, desembocadura do rio Naya.

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