Morrer de esperança. Oração ecumênica em memória daqueles que perdem a vida nas viagens para a Europa

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20 Junho 2018

Basílica de Santa Maria em Trastevere, Praça Santa Maria em Trastevere – Roma, quinta-feira 21 junho de 2018, às 18:00h.

Por ocasião do Dia Mundial do refugiado 2018 a ACLI, Associação Centro Astalli, Cáritas italiana, Comunidade de Sant'Egidio, Federação das Igrejas protestantes na Itália, Fundação Migrantes, Agência Scalabriniana para a Cooperação há mais de 13 anos, organizam uma vigília ecumênica em memória de vítimas das viagens para a Europa em que participam comunidades e associações de imigrantes, refugiados e organizações de voluntariado. Desde 1988, mais de 36.000 pessoas morreram ao longo das fronteiras da Europa. Em 2017, 3.139 migrantes morreram no Mediterrâneo enquanto tentavam alcançar a Europa por via marítima, com uma média de quase 10 mortes por dia. O ano de 2018, infelizmente, mostra-se igualmente assustador: de janeiro a hoje, 802 pessoas já morreram.

A informação é publicada por migrantes.it, 19-06-2018. A tradução é de Luisa Rabolini.

O número foi atualizado em 19 de junho de 2018 e é baseado nas notícias registradas nos arquivos da imprensa internacional dos últimos 27 anos. Mas os números reais podem ser muito maiores. Ninguém sabe quantos são os naufrágios de que não se teve sequer notícia.

Só as famílias dos desaparecidos podem sabê-lo, que do Marrocos ao Sri Lanka há anos se perguntam o que aconteceu com seus filhos que partiram para a Europa e nunca mais voltaram. Aos naufrágios no Mediterrâneo devem ser somadas as viagens que terminam tragicamente no Saara, os repatriamentos forçados a que corresponde muitas vezes a morte em prisões desumanas e, não últimos, episódios de violência contra os migrantes que se verificam em países de trânsito e nas fronteiras.

A oração "Morrer de esperança" é promovida para não esquecer a esperança de tantas pessoas e o sofrimento daqueles que buscam proteção na Europa; para não se resignar ou se acostumar com as tragédias, mas sim empenhar-se por um mundo mais humano e justo.

Gostaríamos também de pedir aos governos, aos legisladores e à Comunidade Europeia para colocar em ato todo empenho para proteger os refugiados e salvaguardar a vida e a dignidade dos migrantes. Abrir vias legais para aqueles que têm o direito de buscar asilo, ativar programas adequados de assentamento para os refugiados e estabelecer cotas de entrada para os trabalhadores estrangeiros são medidas que não podem ser adiadas para governar o complexo fenômeno das migrações e tornar as nossas sociedades mais inclusivas e, por isso, mais seguras.

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