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30 Maio 2018

Não sei o que os bispos ou a CNBB estão esperando, ela recuou no que diz respeito à política, ela não quer discutir, parece receio ou amedrontada, escreve Rubens Pitta, leigo, coordenador da Escola Fé e Política Pe. Humberto Plummen do Regional NE2.

Eis a reflexão.

A questão é que os bispos (especialmente) são muito rápidos em responder aos católicos conservadores e reacionários quando o tema é moral ou quando há algum movimento, postura ou fala de pessoas ligadas ao clero da ala mais progressista, como nos casos da celebração inter-religiosa em São Bernardo, da Romaria Lula Livre em Aparecida, dentre outros.

Estranhamos o fato da CNBB ainda não ter lançado nenhuma nota, não deu nenhuma entrevista nem se colocou como intermediária (pelo menos não que eu saiba) em meio à greve ou a esse conflito que é ideológico também, dessa vez não entre esquerda e direita, mas dentro da própria direita (neoliberal e reacionária), pois a esquerda perdeu o bonde, inclusive quando surgem pedidos de Intervenção Militar.

Não sei o que os bispos ou a CNBB estão esperando, mas parece-me que ela recuou no que diz respeito à Política, ela não quer discutir ou se envolver, parece receosa ou amedrontada, se escondeu desse tema.

Não sei o que nós, as escolas e grupos de Fé e Política podemos fazer nesse momento, nós lidamos com a formação e somos ainda poucas num país tão grande em extensão e com mais de 200 milhões de habitantes, não dá para chegarmos lá em meio aos grevistas e dizer: sou da escola fé e política e vim conversar com vocês para procurarmos uma solução para essa crise... Não sei se esse é nosso papel, como leig@s estamos atuando, apoiando a causa dos direitos dos caminhoneiros, a luta pela redução dos preços dos combustíveis e gás de cozinha, mas...

A grande pergunta é: Cadê nossos pastores? Cadê os bispos? Cadê a CNBB?

No passado, alguns já teriam tomado a iniciativa de serem pontes para o diálogo entre as partes, caminhoneiros e governo, hoje estão com receio de se posicionar ou até de se colocar como interlocutora, mediar os conflitos e tentar encontrar caminhos para a resolução do problema por vias democráticas e equilibrada.

Que a CNBB possa se colocar mais uma vez como profetiza dos tempos atuais sem medo, ao lado dos pobres, defendendo o direito, denunciando as injustiças com coragem e anunciando os sinais do Reino de Deus que já se faz presente.

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