Cardeal Parolin manifesta a esperança de que Francisco visite a Rússia

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11 Agosto 2017

O secretário de Estado do Vaticano manifestou a esperança de que o Papa Francisco possa um dia se tornar o primeiro pontífice católico a visitar a Rússia.

A reportagem é de Joshua J. McElwee, publicada por National Catholic Reporter, 10-08-2017. A tradução é de Isaque Gomes Correa.

O Cardeal Pietro Parolin, em preparação para uma visita ao país entre os dias 20 e 24 de agosto próximo, disse, em entrevista ao jornal italiano Corriere della Sera esta semana: “A preparação de uma eventual viagem do Santo Padre Francisco à Rússia é um dos objetivos de minha visita”.

“Com a ajuda de Deus, espero que possa dar alguma contribuição nesse sentido”, acrescentou.

Nenhum papa até hoje visitou a Rússia, pelo menos na era moderna. Há tempos existem tensões entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa Russa, o que era visto como um empecilho para um tal evento.

Francisco foi o primeiro papa a se encontrar com um líder ortodoxo russo, ao se reunir como o Patriarca Kirill em Cuba no ano passado.

Parolin disse, na entrevista de 8 de agosto, que tem reuniões agendadas com Kirill e com o presidente Vladimir Putin nos dias da visita.

O cardeal informou que estará levando ao líder ortodoxo russo um cumprimento “cordial e fraterno” de Francisco. Parolin disse que deseja conversar com o patriarca sobre como as duas igrejas interagem com os “grandes temas espirituais, culturais e políticos do nosso tempo”.

“É importante buscar maneiras positivas e abertas de continuar tecendo relações intereclesiais de forma que as igrejas possam contribuir, construtivamente, para a resolução dos problemas complexos que atribulam e desafiam a humanidade hoje”, disse Parolin.

“Portanto, é minha forte esperança que o encontro possa servir para um conhecimento maior, uma estima e colaboração mútuas entre católicos e ortodoxos”, acrescentou.

Perguntado por que estava fazendo esta viagem à Rússia, o cardeal respondeu: “É importante usarmos todas as oportunidades para encorajar o respeito mútuo, o diálogo e a colaboração recíproca, em vista da promoção da paz”.

O cardeal observou ainda que ele já visitara a Bielorrússia e a Ucrânia.

“Como em ocasiões semelhantes, esta me permitirá demonstrar a proximidade espiritual do papa à comunidade católica local, bem como me encontrar com as mais altas autoridades russas para negociações em questões bilaterais e internacionais”, disse.

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