Parolin anuncia um comissário pontifício à Ordem de Malta para iniciar “um processo de renovação”

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28 Janeiro 2017

“Nulas e sem efeito”. Assim qualificou o cardeal Pietro Parolin todas as decisões tomadas pela Ordem de Malta, após a destituição de Albrecht Freiherr von Boeselager. O “número dois “ do Vaticano confirma a informação antecipada, ontem, por Religión Digital, que o golpeado ex-Grão-Chanceler voltará a seu posto após a conclusão da investigação ordenada pelo Papa.

A reportagem é de Cameron Doody, publicada por Religión Digital, 27-01-2017. A tradução é do Cepat.

Em uma carta aos membros da Ordem, datada nesta quarta-feira – dia em que o Vaticano confirmou a demissão do ex-Grão-Mestre Matthew Festing –, Parolin dá por encerrada a comissão de investigação da Ordem, colocada em marcha pelo Papa Francisco. Afirma que, agora, a Ordem se submeterá a um “processo de renovação” que o Papa Francisco determinou ser “necessário”, com base nas “provas” que “reuniu”.

Uma parte desta reforma – como já confirmou a Santa Sé – será a nomeação de um Delegado Pontifício à frente da Ordem. Em sua carta, Parolin afirma que o comissário papal terá “poderes que (o Papa) definirá no ato de nomeá-lo”. Até que seja nomeado, o governo da Ordem será assumido pelo Grão-Comendador Ludwig Hofmann von Rumerstein. Mais que provavelmente será auxiliado pelo próprio Von Boeselager, dado que a eleição do Grão-Chanceler ad interin que o substituiu, John Critien, aconteceu no dia 14 de dezembro e, como tal, foi anulada.

A participação do Delegado Pontifício isolará ainda mais Raymond Burke, cardeal patrono da Ordem e que deveria ser o elo direto entre a congregação e o pontífice. O National Catholic Register afirma que a paciência do Papa com o purpurado conservador já se esgotou, até o ponto de Francisco pedir a Festing que incluísse em sua carta de renúncia que ele havia exigido a demissão de Von Boeselager “sob a influência” de Burke.

O cardeal Parolin conclui sua carta reiterando a estima do Santo Padre pela Ordem e seus membros, agradecendo em particular suas obras “em defesa da fé” e “a serviço dos pobres” e confiando na colaboração de todos “neste momento delicado”.

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